Fala meu povo du doido!

Curtindo o papo "oficina de colaboração"...

Essa tecnologia digital é toda desdobramento complexo
da escrita. A gente começou a escrever binário com lápis elétrico
em papel de silício. Em cima disso, escrevemos texto corrido
usando eletricidade/magnetismo, e etc. O texto da programação
gera o software. O hipertexto da interface folheia as páginas
e páginas da eletricidade domada. E até a manipulação de
imagens no computador transforma-as em objetos encadeados,
assim como as letras de um alfabeto na construção de uma
palavra.

Acho que o foco desse colaborar (numa oficina) é:

- excitar o comportamento hipertextual (linkar, linkar, linkar),
seja como for gerado esse hipertexto (mindmap/wiki/computador,
post-it, oralmente, etc.); (E AQUI sugiro perceber o contexto
linguístico do grupo da oficina ANTEs de propor a maneira
tecnológica de se gerar o hipertexto. como seria isso de
trocar o drupal por voz + cérebro + tinta, por exemplo?)

- registrar essa atividade hipertextual de maneira que as
conexões estabelecidas mantenham-se compartilhadas entre todos;

- vincular esse hipertexto compartilhado aos indíviduos que
o geraram, como maneira de tornar as relações parte do
conjunto simbólico que está sendo cultivado.

....
Começando essa colaboração em níveis linguísticos
básicos, talvez facilite o entendimento da dinâmica
usando complexidades tecnológicas maiores.

*** Mais foco na sensação de compartilhamento do que
no potencial compartilhador das ferramentas usadas
na oficina.

Bom, é minha opinião.
Beijos e abraços do sapão,
dpadua
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