perguntei da atiely, que estava bem, iria casar de novo.
dai perguntei da galerinha autolabs. o arnoldo está com uma rádio montada dentro de casa. o wilson estah tocando a radio em sao miguel. a luana estah trabalhando com video comunitario. segundo ela, mais uns tres ou quatro [EMAIL PROTECTED] tomaram um rumo diferente do que poderiam ter tomado antes-autolabs.
e ainda nao sei as reais transformacoes que comecaram a ocorrer na ZL de sampa. Mas ao menos cinco ou seis ou sete pessoas agarraram o toro pelo pescoço, montaram no bicho e mandaram ver. Porque poderemos analisar, talvez em numeros, as mudancas. mas não poderemos ter certeza da alegria da luana ao assistir seu primeiro vídeo e quais transformaçoes sua alegria pode ter causado em itaquera.
vamos descobrindo juntos. até mesmo com a luana, que é quem ficou feliz com o filme.
amo a todos, muito obrigado pelos dias de (des)organização submidiática.
sub>mídia rulez/
Em 01/11/05, Beatriz Rinaldi <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
bom, deixando pra lá termos como clientela, pretensões messiânicas, estatísticas, etc e tal, pq todos nós sabemos que não é nada disso de que realmente se trata...
de fato, não somos assistencialistas. e muitas pessoas envolvidas nesse processo se tornaram elas mesmas metarecicleiras. acho que a questão da tori é essa - saber como isso funciona, como pensam tanto as pessoas que se chamam metarecicleiras e que se envolvem como as que vivenciam de forma afastada, que observam as ações, que são de certa forma afetadas. saber se afeta, inclusive - o que significa toda aquela movimentação dos caras de sacadura cabral pro pessoal de lá? o que eles pensam disso? e não participam pq? pq não conseguem se inteirar do projeto? pq propõe coisas muito diferentes, um jeito de ver que não se tinha antes?
curiosidade de mundo, enfim. na real, perguntar ofende, mas leva a gente a outros lugares :)
objetivamente, até o momento, a única saída que vi é a mesma mencionada pelo felipe - pedir, incentivar as pessoas a contar histórias. a compartilhar idéias, pensamentos, sentimentos (essa é uma palavra que geralmente se olha com desconfiança e um certo desdém intelectual, mas insisto).
o felipe sabe o quanto isso é difícil - quem é da lista lê no minimo umas 5 vezes por dia o refrão "joga no wiki, joga no wiki". quando estava na india e me pediam histórias, experiências, relatos pessoais, fazia o mesmo pedido. por que é tão difícil?
estamos tão jogados na ação que é complicado pensar/escrever/trocar?
é um hábito que se precisa incentivar?
pontos de interrogação são tão meus amigos quanto reticências...
On 11/1/05, Beatriz Rinaldi < [EMAIL PROTECTED]> wrote:concordo com a tori, de corpo inteiro hehe :-)On 11/1/05, Tori Holmes < [EMAIL PROTECTED]> wrote:Na verdade, eu não estava falando de estadísticas... muito longe disso,
e sim, obviamente o vocabulário de 'comunidades' é bem problemático...
mas as vezes é difícil evitá-lo...
Mas eu pessoalmente acho interessante a idéia de mapear, documentar,
avaliar, pensar, o que seja, citando o Felipe, 'o processo em cada
mente' e 'a experimentação, os aprendizados distribuídos, a autonomia, o
domínio sobre a desconstrução da tecnologia'. Existe um objetivo - a
apropriação da tecnologia para transformação social. Não seria
interessante saber para que a tecnologia foi apropriada pelas pessoas, e
que aconteceu depois? Quais foram as transformações pessoais, sociais?
Isso não faz parte do processo? - Os processos sociais que foram
estimulados? Ou é a apropriação por sim mesma, é essa a idéia? (vi que
tem um papo na lista exatamente sobre este tema, vou ler!)
Tori
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