ufa!

um dialogo da Graúna com uma mulher do Sul Maravilha
trecho do livro "A volta da gráuna", de Henfil

mulher do Sul-Maravilha:
Para evitar que você tenha filhos, tome esta pílula!
Mas não é bom tomar comprimid de barriga vazia! pder dar úlcera sabe?
Come aí um padaço de pão...

A Graúna:
Dona, se eu tivesse pão para comer eu estaria numa situação
economic-financeira que me permitiria ter de 1 a 2 filhos!
êta! já tô sabendo mais que...
guarde suas píluas anticoncepcionais e vamos fazer um trato de cavelheiras!
nós paramos de produzir povo..
e vocês param de produzir autoridades e patrões

A mulher do Sul Maravilha:
Mas nós já somos tão poucos...

Graúna:
Ôôô tadinha!
tava brincando viu nenem?

-------------------- fim



*Bem que se quis, *por banto

- a quanto tempo estas assim?
- desde que a solidariedade e cumplicidade
deixaram de ser necessaria.

- e quando isso aconteceu?
- quando o medo de não reproduzir
silênciou o som do sim.

- você pode ser mais exato?
- não! quando o não passou a
ser usado frequentemente sem mesura

- estou confuso com suas voltas!
- pois é, também fico quando me
diz: "pode ser?!"

- e como isso pode acabar?
- com a solidariedade... com a gentileza.

- quer dizer, espaço para confiança?
- sim! uma chance para o novo. ou mesmo
que ainda seja para o velho. diria, o
diferente de como estás.

- mas isso será muito violento?
- sim! muitos egôs terão que ser
enterrados.

- seria praticamente um suicidio?!
- este é o custoso. a auto-critica.
justo e sincero consigo. sem máscara.

inté,
banto


eiabel escreveu:

Salve, Banto!

me desculpe, talvez tenha sido leviandade de minha parte tocar em questões que envolvem 
institucinalidades sem ter como comprovar sua veracidade. São informações com dados 
desencontrados. O fato é que a bárbarie se fez presente no último FSM em POA, e de fato 
ocorreram uma quantidade impressionante de roubos e estrupos no AIJ e que, isso, foi 
"abafado" para que a grande mídia não tivesse acesso. Fui leviana, no sentido 
de não ter como afirmar quantidades, mas sei que existiram.
Agora, sobre o todo e tudo mais que tua msg me oferece... Sabe, eu sou uma pessoa que, tenho tentado, bem ou mal, fazer minha parte. Seja na relação com minhas crias, com as pessoas, seja na minha relação com o mundo. Outro dia fiquei sabendo que cada criança é considerada para o bolsa-família ao valor equivalente de uma saca de farinha de trigo... isso é uma estupidez! Mas, faz sentido, pois, há uma idéia difusa ganhando, a cada ano que passa, mais consistência, de que dois terços dos seres humanos é inútil e prejudicial ao futuro da humanidade e deverá ser extinto através da fome, dos massacres, das pestes e de algum tipo de controle da natalidade que interrompa a sua mais arquetípica manifestação defensiva: a reprodução. Eu chego a pensar, às vezes, que os miseráveis não têm medo de ter tantos filhos, sem condições de os proteger e criar com saúde, com dignidade, exatamente porque não perderam o instinto da defesa e exercem este direito da mesma maneira que os animais mais frágeis: aumentando, em velocidade e em quantidade, a reprodução. No século vinte ainda era forte o pensamento de que o aumento da qualidade de vida dos pobres reduziria a natalidade, neste segmento social; a diminuição da pobreza deveria acontecer através da retirada dos miseráveis desta condição. Atualmente, os poucos que ainda defendem, com sinceridade, esta velha idéia sabem que a ordem do massacre e do extermínio está vitoriosa, por enquanto. Demógrafos revelam preocupações de ordem filosófica: somos mais de seis bilhões de habitantes no Planeta e, em poucas décadas, seremos 12 bilhões. Não há área geográfica, sistema político ou teoria do conhecimento que seja capaz de governar, controlar, administrar uma massa humana com esse perfil de crescimento. Porém, ao lado do extermínio da espécie, já previsível, caminha uma solução antagônica configurando o outro pólo de uma oposição dialética: todos os que tentam se afastar da drogadição da TV e vivem uma vida cerebral desconectada da grande mídia já sabem por quais caminhos deveria andar a humanidade para fugir do fim. A cultura que produziu os vitoriosos de hoje nasceu nas civilizações antigas que floresceram em torno do mar mediterrâneo, na Europa; estas sociedades tiveram seu apogeu com o Império Romano, berço do direito moderno. O ápice desta cultura foi a época que os historiadores atuais estão chamando de “modernidade”, desenvolvida desde os séculos XIV e XV e pouco questionada, em seus valores centrais, até quase o final do século XX. O fim da União Soviética e a queda do muro de Berlim, entre outros acontecimentos, foram os marcos que descortinaram um mundo não mais dividido entre socialismo e capitalismo, mas envolvido em polêmicas sobre a destruição da biodiversidade e da própria espécie humana, consequentemente do Planeta. Na década de 1960, ecologistas e feministas, questionavam a concentração de poder dos grandes laboratórios e centros de desenvolvimento de tecnologia avançada; queriam que os cientistas não mais tivessem o direito irrestrito de intervenção sobre os corpos das pessoas; defendiam a idéia da ciência como um campo de acontecimentos a serem controlados pelos cidadãos comuns, entendiam que os especialistas, por serem detentores de um determinado conhecimento, não poderiam usá-lo como fonte de poder para limitar direitos, ou criar exclusões sociais. Sabiam que a tecnologia, em nenhum sentido é neutra; perguntava-se, então, quem produz a Medicina, quem produz a Sociologia, a Historiografia, a Engenharia, o Direito? Surgiram daí os movimentos sociais libertários e pacifistas da segunda metade do século XX. O alimento primordial do saber igualitário, socialista, libertário, sempre foi, em todos os tempos, a liberdade de imaginar um mundo diferente; a índole definida pela expressão “mudar o mundo e mudar o mundo mudado” dependeu invariavelmente de que houvesse agrupamentos e indivíduos inventando novos procedimentos e verbalizando desejos não concretizados. Os ideais de solidariedade e fraternidade dos jovens pacifistas e revolucionários da década de 1960 foram soterrados pela ação brutal de uma mentalidade hipercapitalista nascida, como uma peste, nos escombros do socialismo real. Na década de 1990, desejos predatórios de subordinação dos mais fracos pareciam ocupar todos os lugares de poder, no mundo, em todas as escalas. Sindicatos, partidos, clubes, associações, igrejas e as estruturas civis e militares dos estados nacionais tiveram suas direções ocupadas pelos mais eficientes, mais rápidos, mais pragmáticos e, não raro, mais cruéis representantes da espécie humana. Coincidiu com aquilo que foi nomeado gentilmente de ”neoliberalismo”, tecnocratas neoliberais, com suas invenções para forçar o aumento da produtividade e a redução de gastos com pessoal, nas empresas, com o desenvolvimento de uma estética do descartável, a conduzir mulheres e homens em direção ao sonho de trocar partes de si próprios, como se nossos corpos fossem bens de consumo, como se nossas almas não tivessem neles a sua representação. O conceito desumanizador de “qualidade total” invadiu até mesmo os agrupamentos mais consistentes da esquerda brasileira, fazendo com que valores tradicionais de ordem, hierarquia e disciplina expulsassem de espaços coletivos as antigas noções de rebeldia, das quais a esquerda sempre dependeu. Passamos mais de uma década usando as mesmas camisetas, no Brasil inteiro, embaixo do fino e consistente véu democrático, crescia o sentimento de exclusão e de impotência. A esquerda se elege, no Brasil, com a lógica de Fausto – que vendeu a alma ao Diabo para se “dar bem” – isto é, pode ser poder mas não pode ser esquerda. A cada dia que passa lutamos para conviver com a mais inovadora esquizofrenia: nossos direitos diminuem, a sociabilidade se desmancha mais e mais, nossas vidas perdem sentidos antigos, a miséria e a escravidão aumentam a nossa volta enquanto a televisão retrata um mundo inexistente, cheio de linguagens e gestos democráticos. O real permitido como verdadeiro pelos poderosos do mundo só aparece na televisão, nos jornais e revistas. O mundo que vemos com os próprios olhos muitas vezes parece aquelas terras de ninguém da barbárie da alta idade média. É tão autoritária a construção do real legal, a realidade descrita como verdadeira pelos que detém o poder, que a simples denúncia dos sofrimentos que passamos em geral nos coloca na condição –pública e oficial – de exagerados e desequilibrados. Sorrir e ser calmo tornou-se dever, deixando de ser liberdade, por exemplo. Tudo isso está envolto em uma dialética revolucionária porque recoloca na ordem do dia os movimentos de contra-cultura que foram sufocados nas décadas de 1980 e 1990; o agir revolucionário a favor da dignidade de cada ser humano e do bem comum não está mais nas mãos da social democracia vitoriosa nas urnas, ele depende da ação direta e da consistência programática de movimentos sociais que não dependam da aprovação da mídia para existirem; movimentos que tenham a força moral de não esperar sucesso fácil e imediato. Embora, em certo sentido, o poder seja neutro, a posse e o uso do poder produzem mudanças importantes, não somente naqueles que utilizam, mas, também, naqueles que gostariam de poder utilizar. Quem dirigiu um carro possante ou sofreu a injustiça da opressão, sabe que poder é mais do que simples instrumental. O poder pode ser usado para construir e liberar ou escravizar e destruir. acho que excedi... sorry! mas quem mandou me dar o banquinho prá louca aqui discursar, hehehe. Ah! No AIJ, último, aqui em POA, qdo eu cheguei com o Claudinho no Laboratório de conhecimentos livres, ele olhou tudo, todos me olhou e disse: Lelê, esse espaço aqui bem que podia se chamar "revolução permanente", hem?

besos
lele


De: [EMAIL PROTECTED] Para: "Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected] Cópia: Data: Sun, 09 Jul 2006 21:42:16 -0300 Assunto: Re: [MetaReciclagem] SMVD
po lele,

o sinal do sucesso para organizaco do FSM é se ver na grandes midias.

agora lhe pergunto: que outro mundo é esse? basta participar da organizacao
do forum e vera que tudo nao passa de uma mentira. na real querem combater
hegemonia com outra hegemonia... querem fazer um capitalismo mais humano.

e outras bandeiras do forum cairam no chao no primeiro contato com a pratica..
como no caso da guerra no iraque.

sobre os casos de estupros no acampamento nao boto fé nesses numeros nao.
o que nao quero dizer que nao aconteceu e tambem nao deixaria como culpados
os seguranças da atividade (alias, se nesse outro mundo ainda existir a necessidade de seguranças ai é foda) pois tinha otarios suficiente no fsm ao ponto de nem
deixar as meninas tomar banho sossegadas ao ar livre.

inté,
banto


eiabel escreveu:

Salve, salve Pagé!

muito interessante o que tu coloca, gostaria de acrescentar ao fato do Lobão 
fazendo reportagem pro fantástico no FSM que isto foi em concordância com a 
organização do FSM. O último FSM eu me tornei pessoa ingrata por não aceitar 
que a RBS, por exemplo, ficasse sabendo antes do GT-comunicação FSM as 
informações para serem disseminadas, difundidas. essa é a merda, a gente conta 
com quem mesmo, além de nós? tudo vira mercadoria, tudo vira espetáculo, fica 
parecendo que, no fim, todos querem se dar bem sem olhar com quem. Ricos e 
famosos. O último FSM aqui em POA era mais uma vitrine de balões publicitáriso 
de ongs, do que um forum comprometido com a possibilidade de um outro mundo. No 
acampamento da juventude rolou mais de 90 estupros e a organização do AIJ 
preferiu se calar, não tocar no assunto para não manchar a imagem manchada do 
AIJ, a preocupação era com a grande mídia e não com os acampados, pois não 
havia seguranças e, parece, que alguns estupros foram praticados pelos 
seguranças contratados por 15 pilas e um pastel pela organização do AIJ e FSM...

há de se estar atento, pois jacaré parado vira bolsa!
besos
lele


De: [EMAIL PROTECTED] Para: "Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected] Cópia: Data: Sun, 9 Jul 2006 11:17:46 -0300 Assunto: Re: [MetaReciclagem] SMVD olha só, não tenho certeza, mas acho que essas midia são bloqueadas para gravação. são mais baratas , flexíveis, bunitinhas, mas não permitem cópia. lembro que vi ha muito tempo a dupla falando desse projeto, e um dos pontos mais tocados era esse não não permissão de gravação... achei até que esse projeto não tinha rolado. de qq maneira é muito iinteressante do ponto de vista daquele papo sobre a liberdade do hardware, ou seja, ter alternativas pras produções materiais que levam o conteudo cultural, mudar as relações no coração da economia de mercado.. onde se arranca o valor daquele que produz. metareciclagem é um pouco isso, e acho louco que a gente se preocuope em pensar novas forma de produções materiais que fujam do modelo sony, jvc, intel e agregados.... tamo no começo disso tudo, mas em algum momento é disso que vai se tratar.
Te que ver tambem que se há fábrica de SMD, como é gerida? como é o mundo do 
trabalho na produção desta alternativa ao cd convencional ? papo sobre 
cooperativa de produção de midia, hardware, transmissores etc...

se o christian e half fizeram, pq não nós ??

pajé

ps. qndo precisou, o lobão chamou a gente (radio muda) mais uma pa de radio 
comunitaria pra apoiar sua proposta, e daí, em 2003 ele tava fazendo reportagem 
pro fantástico, cobrindo o fórum social mundial... pois é, ele tinha tido 
sucesso suficiente com seu disco independente pra poder trocar de lado......




On 7/9/06, eiabel wrote:


hehehe, Grande Banto!
e a lama no sapato nasceu para todos
pé na lama, nos olhos, arde!

Sambando na lama de sapato branco, glorioso
Um grande artista tem que dar o tom
Quase rodando, caindo de boca
A voz é rouca mas o mote é bom Sambando na lama e causando frisson

Mas olha só
Um samba de cócoras em terra de sapo
Sapateando no toró

Cantando e sambando na lama de sapato branco, glorioso
Um grande artista tem que dar lição Quase rodando, caindo de boca
Mas com um pouco de imaginação
Sambando na lama sem tocar o chão

E o tal ditado, como é?
Festa acabada, músicos a pé
Músicos a pé, músicos a pé
Músicos a pé

Sambando na lama de sapato branco, glorioso Um grande artista tem fazer fé
Quase rodando, caindo de boca
Aba de touca, jura de mulher
Sambando na lama e passando o boné

Mas olha só
Por fora filó, filó
Por dentro, molambo
Cambaleando no toró
Cantando e sambando na lama de sapato branco, glorioso
Um grande artista tem que dar o que tem e o que não tem
Tocando a bola no segundo tempo
Atrás de tempo, sempre tempo vem
Sambando na lama, amigo, e tudo bem
E o tal ditado, como é?
Festa acabada, músicos a pé
Músicos a pé, músicos a pé
Músicos a pé

Sambando na lama de sapato branco, glorioso
Um grande artista tem que estar feliz
Sambando na lama de salvando o verniz
Mas olha só
Em terra de sapo, sambando de cócoras
Sapateando no toró

Cantando e sambando na lama de sapato branco, glorioso
Um grande artista tem que estar tranchã
Sambando na lama, amigo, até amanhã
E o tal ditado, como é?
Festa acabada, músicos a pé
Músicos a pé, músicos a pé
Músicos a pé


metareciclasintonizando Chico Buarque, Cantando no Toró, em pareceria com 
banto, óh!

Salve, salve metarecliclautopia, hehehe! para que não se vá, pelo ralo da pia!

lelêjoananarquiad'arc

De: [EMAIL PROTECTED]

Para: "Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected]

Cópia:

Data: Sat, 08 Jul 2006 22:35:12 -0300

Assunto: Re: [MetaReciclagem] SMVD



hihihi.. entendo -> "negro drama: entre o sucesso e a lama"

eiabel escreveu:


ih! Banto, não se trata disso, minha simpatia está apenas na possibilidade de 
lado A e de lado B, ou seja, eu ainda prefiro o vinil ao cd, ladoAladoB.
sobre gestão do processo, infelizmente, meu querídolo, grande maioria dos 
artistas querem flash, ala vip, capa de revista e, em especial, plim-plim! vide 
central da periferia que o Hermano Viana avaliza... são poucos artistas que 
entendem arte como parte da cultura, às vezes até os mais bem intencionados se 
deixam cair em tentação. O que se há de ter cuidado é para que não façam do 
movimento trampolim para a fama e o sucesso psicótico megalo, aliás 
metareciclagem já está próxima vítima do grande paicesso que regula a grande 
maioria dos processos...
sobre o lobão... hehehe. apenas citei algumas coisas que acho interessante, não 
creio que seja modelo de ação.

besos
lelex

De: [EMAIL PROTECTED]

Para: "Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected]
Cópia:

Data: Sat, 08 Jul 2006 17:54:42 -0300

Assunto: Re: [MetaReciclagem] SMVD





creio que se vai juntar forças para algumas, então chta o balde de vez.
ao invés de pedir que a esmole seja maior, porque não discutir a gestão
de todo processo?

lembro que na primeira reunião nacional do hip hop durante o FSM em 2003 a discussão que o pessoal do norteste que fazer era essa: autogestionar todo
o processo. infelizmente tinha pessoas de sao paulo, que dividia entre
os que
queria institucionalizar o movimento e os que queriam colocar as bandeiras de luta do partido.

pessoas como a marisa monte que procura ter controle de todo processo
de seus albuns.

o maior problema fica na distribuição do material, mas existe varias alternativas
para distribuicao.

sobre o Lobão, sei lá... ja ouvi varias vezes que ele nao pagou os
direitos autorais
de bandas que sairam na revista dele - Outra Coisa, bandas como o Mombojó.
e ainda tem o lance do valor do cd, não adianta ser numerado e continuar
25 reais.

de qualquer forma eu prefiro usar p2p e pago para ir no show.
recentemente saiu uma materia na carta capital com pessoas de gravadores
chorando pelas quedas na vendagem de cds... mas os caras nao tardam em se
renovar e ja pensam em mesmo pegar uma fatia do que os/as artistas ganham em seus shows.

inté,
banto

eiabel escreveu:





olha, só pelo fato de ter lado A e lado B já ganhou minha simpatia, hehehe. qto a prenssagem, ainda acho que o Lobão está no caminho certo, numeração, cada cd tem o seu numero e não o mesmo numero, não é apenas uma maneira de "evitar" a pirataria, mas de controlar o repasse(rasteira) da gravadora. aliás são elas as grandes responsaveis pela produção de cds piratas no mercado, os donos retiram uma parte da produção e jogam no mercado paralelo, ou seja, o artista que só tem 18% dos cds que estão no mercado, mas a gravadora tem a totalidades dos cds do cara que ela jogou no mercado paralelo... se cada artista exigir que a produção do su cd seja numera um a um, ele tem como buscar e exigir o que lhe é de direito, o que as gravadoras não querem, é obóvio... daí que eu acho que Lobão continua no caminho certo qdo diz que não se trata de licença, de mais legislação, mas de compromisso.
besos
lele

De: [EMAIL PROTECTED]
Para: "Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected]

Cópia:

Data: Sat, 08 Jul 2006 12:12:54 -0300

Assunto: Re: [MetaReciclagem] SMVD







que foda!

tem alguns exemplos de artista que prensaram nessa midia
e na capa tem o valor a ser vendido: 4 reais.
uma vez eu estava escrevendo um artigo sobre industria
fonografica, fiz um orcamento na sonopress para ver quanto
custava uma tiragem de 1000 cds, com encarte e tudo mais, ficava r$ 1,50 a unidade... creio que se aumentar o numero da
tiragem esse valor cai consideravelmente... uma vez que um
artista ganha no maximo 10% do valor de venda do cd pra onde vai o resto da grana?

inté,
banto

Marcelo Braz escreveu:







Uma vez eu ouvi falar sobre isto e nao acreditei ... Uma dupla
sertaneja, Cristian e Ralf, resolveu quebrar o monopolio de fabricacao de DVDs e CDs para baratear custos de gravacao para artistas
independentes. Para isto financiaram uma pesquisa de um novo tipo de
midia. Vejam no que deu :
http://www.portalsmd.com.br/brasil/page12.htm

Believe or not ... :D
mbraz





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