Pero lembrando tb que nem só de maracatu rural vive o cortador de cana da zona da mata... alguém já passeou pelos canaviais de qq região pra ver a condição dessa galera? a criançada comendo reboco de parede pra matar a fome? o tanto de cana que se produz em escala agribusiness-selvagem?
e agora que a soja está desvalorizando tão falando de soja-combustível também, que tem uma relação área-plantada X poder energético bem reduzido.
falando em soja, lá em santarém é trincheira:
http://amazoniavivasantarem.blogspot.com/2006/06/frente-frente-ambientalista-e.html
aliás, comer proteína de soja ao invés de peixe lá é que é ambientalmente péssimo!!
essa tal de humanidade é difícil... soluciona um problema cria otro...
po, eu tambem nao como carne, uso software livre, alugo carro a alcool e procuro ao maximo possivel boicotar produtos estadunidenses... sou um cara ético!
"Na atualidade, a produção mundial de silício metálico é de aproximadamente 1 milhão de toneladas/ano [1], sendo a maior parte aplicada em química fina a base de silicone, microeletrônica e tecnologia da informação, e ligas especiais. Uma parcela ínfima deste total de silício produzido (~1%), é hoje utilizado para a produção de células solares. Entretanto, existe uma forte tendência de aumento acentuado no consumo de silício baseado numa explosão da geração de energia elétrica via foto-conversão solar. Por exemplo, a estimativa de suprir energia solar para 200 milhões de novos consumidores a cada ano, equivalente a geração diária de 600 GWh, corresponderia a uma produção adicional da ordem de 1,2 milhões de toneladas/ano de silício metálico [2].Para a obtenção do silício através do processo de redução carbotérmica do quartzo (dióxido de silício), faz-se uso dos insumos básicos, quartzo, carbono em forma de carvão vegetal ou mineral, lascas de madeira, e energia elétrica. Embora exista um complexo sistema de equações químicas envolvidas neste processo, a principal equação para a produção de silício é:
Assim sendo, a principal emissão neste caso é o CO, que se oxida em contato com o ar transformando-se em CO2 (dióxido de carbono), numa proporção de cerca de 4,2 kg de CO2 por kg de silício produzido. Outras emissões secundárias de grande impacto ambiental, como é o caso do dióxido de enxofre, pode ocorrer quando se utiliza o carvão mineral. Por outro lado, a utilização do carvão vegetal apresenta grandes benefícios ambientais, em virtude do seqüestro de CO2 e liberação de oxigênio no ar no ciclo de fotosíntese da planta, somando-se ao fato da quase não existência de emissão de enxofre. Por estas razões, e devido ao crescente controle para minimização de emissões de CO2, de acordo com o protocolo de Kyoto, existe na atualidade, uma forte tendência de substituição do carvão mineral por carvão vegetal nas atividades industriais de redução carbotérmica de minério. Em pouco tempo, o carvão vegetal deverá se tornar uma importante "commodity" no mercado internacional.
Presentemente, os principais produtores de silício no mundo são: Brasil, Estados Unidos, China, e Noruega. Entretanto, numa situação de uma demanda repentina causada por uma explosão no consumo de silício para energia solar, o Brasil é o único país do mundo com capacidade de suprir esta necessidade. Entretanto, a questão mais importante é "qual o grau de insustentabilidade que esta atividade iria acarretar ao país, e em termos globais?". O Programa QITS tem desenvolvido diversos estudos neste sentido visando atender aos vários aspectos de sustentabilidade nesta atividade estratégica, tais como preservação dos recursos quartzíferos, minimização dos impactos ambientais causados nos diversos estágios de extração dos recursos naturais e do processamento primário, redução de emissões, e reutilização dos resíduos gerados."
http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000000022000000100009&lng=pt&nrm=iso
esse link parece interessante mas nao abri o documento:
http://scholar.google.com/url?sa=U&q=http://www.patiopaulista.sp.gov.br/downloads/218/ladonegro.doc
pode tentar alguma coisa aqui:
http://scholar.google.com/url?sa=U&q=http://www.teclim.ufba.br/curso/monografias/novas/dissertacao_meau_gardenia.pdf
tem a republica da china falando isso:
http://most.cn/eng/pressroom/t20050315_19730.htm
nao sei isso lhe vai ser util, mas vale dar uma olhada:
http://scholar.google.com/scholar?hl=pt-BR&lr=&client=firefox&q=cache:yLq7hE5-Z40J:teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/1167.pdf+lixo+tecnol%C3%B3gico+tonelada
peguei eses links ai na busca do google, nos artigos e na busca normal.
vale procurar umas palavras chaves por lah pra tentar tambem... coloquei silicio, producao, lixo, essas coisas, em ingles e portugues...
vai que vai, e, se puder, informe à lista a continuação dessa pesuisa
On 7/6/06, Francisco José Alves < [EMAIL PROTECTED]> wrote:Beleza, gente. Aquela frase no fim dos meus e-mails é uma expansão do ditado que ouvi um dia, que falava apenas da sogra e da onça. Expandi para o álcool e para o soft. livre para ilustrar a apatia e resistência que as pessoas têm a mudanças.
Muitos me dizem que o soft. livre e o álcool são legais, mas quando ofereço-me para instalar o GNU/Linux para eles a coisa muda de figura. Ou então acontece de um cara que sempre fala bem do álcool vai à loja e aparece com um carro a gasolina. FIco puto com isso.
Álcool é renovável, quando a cana cresce pega CO2 do ar, com petróleo tira-se carbono das profundezas. Essa é a diferença. Independentemente do preço para mim comprar ou converter o veículo que vier a ter para álcool é uma questão de ética. Como recusar-se a comer carne ou a usar soft. proprietário.
Bem, e o que interessa, a quantidade de recursos naturais gasta na fabricação dos computadores, com referências? Preciso disso para colocar num projeto de extensão universitária.
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