Em Seg, 2007-10-01 às 17:41 -0300, Cabral escreveu:
> Sobre o X agora entendi o que vc quis dizer.  Enterpretei errado.  
> 
> Mesmo em fps o linux perde,
> http://www.phoronix.com/scan.php?page=article&item=860&num=1

Hum... eu tinha feito um teste desses com quake 3 num redhat 8 vs
Windows 2k, o linux tinha ganhado (75 a 68, coisa assim), a placa era
NVIDIA. Mas se tratando de SLI,  talvez o problema seja com o suporte
PCI-Express do linux... De qualquer forma, bom saber que o linux tá
rodando SLI.

> Eu não achei graça no mac, tem coisas nele que acho estranhas. Por
> exemplo, como que um top pode comer 10% de processamento ?

Só 10 ? As vezes pega mais :P Tem várias causas, uma delas com certeza é
a forma como se mede o consumo de tempo de processamento... Eu reparei
que o mac tem um jeito diferente de medir o consumo de RAM também. 

No linux ao abrir um vídeo com o mplayer parte vc gasta com a
decodificação do vídeo, tipo uns 10%, e outra parte com a exibição do
vídeo, uns 40% talvez. Então no top, vai aparecer que o processo Xorg tá
usando 40% e o mplayer com 10%.
No mac quando vc abre um vídeo com o mplayer os 40% que são dedicados à
exibição são somados ao de decodificação, então no mac o mplayer
apareceria com 50% do processamento.
Com a memória também funciona assim, enquanto linux ele separa o que o
aplicativo ta usando das bibliotecas compartilhadas (memória shared), no
mac ele soma tudo.
Talvez, talvez mesmo, seja esse o caso do top. Como no mac tudo é
openGL, pra exibir um top se gasta processamento adicional para
atualizar a tela, no linux isso cai na conta do Xorg, no mac entra na
conta do top.
Pra tirar essa duvida fiz um teste, e recomendo que também o faça, ao
bootar o mac os X , logo que aparecer a maça cinza aperte Option+s (ou
alt+s se for um hackosx), ele vai te levar a um console, igual ao do
linux, e abra o top. No meu mac (powerbook Ti 800Mhz), no modo gráfico
(terminal maximizado) o top consumia em média 7% da cpu, já no modo
console 1% ... não tenho outra explicação pra isso além a que eu já dei
acima.

> O particionador dele deixa areas livres entre as partições, eu
> formatei meu ipod no mac, ele não cria ponto de montagem, partição no
> linux, por exemplo, so existe o /dev/sdb . 

Os espaços livres tem uma explicação matemática pra elas, as partições 
no mac são calculadas sempre em cilindros , cabeças e o escambau, mesmo 
der o tamanho em GigaBytes ele converte e arredonda pra cilindros e nesse 
processo
aparecem esses espaços, o conectiva 6 fazia isso comigo :(
Já o sdb não te mostrar as partições a explicação é simples, os macs e os ipods 
formatados no mac usam o sistema de partições da apple, que é diferente do DOS 
que 
normalmente estão presentes nos PCs. Pra resolver isso vc tem que recompilar 
seu kernel
com suporte a partições mac (por razões obvias as distros  linux x86 não 
reconhecem esse sistema), e instalar o programa chamado mac-fdisk para 
gerenciar 
essas partições.

O mac não é legal pra todo mundo, nem pra mim dependendo do que eu quero fazer,
mas é uma ponte entre o software livre e o não livre que vem agradando muitos
(ex-)usuários linux , o Aurélio (verde), Alfredo Kojima(windowmaker), Rudá 
Moura, AngusYoung
Gentoobr) etc... O problema é que pra gostar vc tem que entender e se submeter 
a lógica da maça, e ela te aprisiona a uma série de vícios que depois são 
dificeis  de largar, e muitas vezes essa lógica é cruel e ilógica... Enquanto o 
meu ipod era um aparelhinho fantástico quando eu era usuário mac, hoje não 
passa d
e um ipobre com 80 Gb de memória, a ponto que estou pensando em vende-lo já 
que muita coisa legal não funciona no linux.
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