Bravo! Mas, cá entre nós, minha opnião pessoal: maior cara dura, hehehehe. Bravíssimos!!! muito bom lê-los no Le Monde... quem sabe essa gente oxigena os neuronios... nénão?
e, por falar em "onde andam seus olhos que a gente não vê", http://www.sinpro-ba.org.br/conteudo.php?ID=236 - O aprendizado como experiência cultural - mas que tal? estou aqui atucanada estudando os "direitos da personalidade" e me entra o Dalton, com essa, assim, como que não quer nada: Redes sociais - por trás dos links, as pessoas... então que, não mandei cutucar a onça com vara curta, hehehe, vou compartilhar aqui um pouco do que está andando, numas de agregar conhecimentor ao artigo dos guris, Dalton e HD, coisa de quem gosta de entender o todo... afinal é de pessoas que trata a função... o mais louco é que nesse estudo o debate rola que é impossível "julgar" sujeito e objeto como sendo um só... para os juristas não tem essa de que ser humano pode ser também objeto, ou seja, no final é a pessoa humana quem responde por tudo... mas isso já é outro papo. bem, quem não tem interesse, delete agora ou cale-se para sempre. copy&paste - direitos personalissímos: a palavra "pessoa" deriva do latim "persona", que significa máscara. Em português coloquial pessoa é sinônimo de ser humano. Persona, tbém personare, era uma espécie de máscara com lâminas de metal, que, em Roma, os antigos atores teatrais usavam (a cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega., os romanos "copiaram" muito os gregos) capazes de gerar um efeito acústico possibilitando a ressonância cristalina da voz do ator no espaço amplo do teatro. Isso era para distingüir as vozes dos deuses com as dos homens comuns, para serem reconhecidas teriam que soar diferente, assim como havia a necessidade de uma máscara para cada papel. Pão e circo, o vocábulo 'persona' passou a designar o papel representado pelo ator. Persona, personare: para ressoar, fazer eco. E foi com esse significado que ela introduziu-se na linguagem filosófica, pelo estoicismo popular, para designar os papéis representados pelo homem, na vida. Como o ser humano, como um ator, desempenha vários papéis durante a sua vida, "pessoa" passou a designar o feixe de papéis desempenhados por um indivíduo. Este conjunto de papéis compõem uma unidade, e cada um dos papéis interagem e afetam uns aos outros: um mesmo indivíduo desempenha os papéis sociais de pai, filho, pagador de impostos, membro de uma categoria profissional, membro de um clube recreativo etc. E cada um desses papéis é determinado por uma série de qualidades institucionalizadas. No sentido mais comum do termo, pessoa é o ser humano em suas relações com o mundo ou com ele próprio. A partir de Descartes, ao mesmo tempo em que se enfraquece ou diminui o reconhecimento do caráter substancial da pessoa, acentua-se a sua natureza de relação, especialmente no que pertine a relação do homem consigo mesmo. Locke afirma que a pessoa "é um ser inteligente e pensante que possui razão e reflexão, podendo observar-se (ou seja, considerar a própria coisa pensante que ele é) em diversos tempos e lugares; e isso ele faz somente por meio da consciência, que é inseparável do pensar e essencial a ele". A relação do homem consigo mesmo torna-se, dessa forma, a característica fundamental da pessoa. Hegel entendia por pessoa o sujeito auto-consciente enquanto "simples referência a si mesmo na própria individualidade." Contra tais interpretações, encontramos as posições filosóficas que se recusam a reduzir o ser do homem à consciência e fazem polêmica contra a forma mais radical dessa interpretação, que é o hegelnianismo. Neste sentido, a antropologia de esquerda hegliana e do marxismo, constitui o início de uma renovação desse conceito ou a evidenciação de um aspecto sobre o qual a tradição filosófica se calara, a de que a pessoa humana é constituída ou condicionada essencialmente pelas "relações de produção e trabalho", de que o homem participa com a natureza e com os outros homens para satisfazer às suas necessidades. Kant, entretanto, já caracterizara o conceito de pessoa como heterorrelação. Quando Kant afirmava que "os seres racionais são chamados de pessoas porque a natureza deles os indica já como fins em si mesmos, como algo que não pode ser empregado unicamente como meio", declarava ele, que a natureza da pessoa, do ponto de vista moral, consiste na relação intersubjetiva. Esse conceito de pessoa que não coincide com o eu, foi formulado em termos análogos e é geralmente empregado nas ciências sociais. A definição de que, habitualmente, valem-se nessas ciências, de pessoa como o indivíduo provido de status social, refere-se à rede de relações sociais que constituem o status da pessoa. A consideração da pessoa como unidade individual,corresponde à mesma determinação conceitual do termo como agente moral, sujeito de direitos civis e políticos ou membro de um grupo social. O ser humano é pessoa porque, nos papéis que desempenha, é essencialmente definido por suas relações com os outros. Se formos buscar o conceito clássico de pessoa, encontraremos, em nossa doutrina a definição de que pessoa é o ser ou o ente coletivo, dotado de personalidade civil, que nada mais é do que a aptidão para ser sujeito de direitos e obrigações. Ou então, podemos usar a conceituação que nos é fornecida pelo mestre Clóvis Beviláqua, segundo o qual "pessoa é o ser a que se atribuem direitos e obrigações. Eqüivale, assim, a sujeito de Direitos." Pontes de Miranda afirma que "pessoa é quem pode ser sujeito de direito..." E continua: "Certamente, o ser sujeito do direito a, em concreto portanto, é diferente de ser pessoa, que é em plano acima, abstrato; mas não se há de levar muito a fundo a diferença, porque a pessoa já nasce com titularidade concreta, que é a do direito de personalidade como tal, o direito a ser sujeito de direitos. Tal direito ressalta aos nossos olhos quando pensamos em terem existido, e ainda existirem em sistemas jurídicos destoantes da civilização contemporânea, seres humanos sem capacidade de direito... (...)a personalidade em si não é direito; é qualidade, é o ser capaz de direitos, o ser possível estar nas relações jurídicas como sujeito de direito." Dessa forma, podemos afirmar que Pessoa e Personalidade não são palavras sinônimas. Personalidade é a aptidão para ser sujeito de direitos e obrigações. O sujeito de direitos, todos sabemos, é a pessoa, de forma que ser sujeito de direitos, é ser pessoa. Tratam-se, dessa forma, de conceitos equivalentes, uma vez que personalidade, vem a ser a aptidão para ser pessoa. Walter Moraes afirma que a personalidade é "o que" ou seja, "o quid", que faz com que algo seja pessoa. No significado técnico da psicologia contemporânea, personalidade é a organização que a pessoa imprime à multiplicidade de relações que a constituem. É nesse sentido que Nietzche falava de pessoa, observando que "alguns homens compõem-se de várias pessoas e a maioria não é pessoa. Onde predominarem as qualidades medianas importantes para que um tipo se perpetue, ser pessoa será luxo (...) trata-se de representantes ou de instrumentos de transmissão". Em 08/10/07, Dalton Martins <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > "REDES SOCIAIS > Por trás dos links, as pessoas <http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1939> > Há dois séculos, a ciência descobriu e passou a analisar as redes. Há > vinte anos, elas estão revolucionando o jeito de a sociedade se relacionar > consigo mesma > Dalton Martins <http://diplo.uol.com.br/_Dalton-Martins_>, Hernani > Dimantas <http://diplo.uol.com.br/_Hernani-Dimantas_> " > > ;-) > abs, > dalton > > -- > ---- > http://www.ecommunita.com > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org > -- http://www.youtube.com/watch?v=3-agfy39hHY&mode=related&search= quem tem consciência para ter coragem quem tem a força de saber que existe e no centro da própria engrenagem inventa a contra-mola que resiste quem não vacila mesmo derrotado quem já perdido nunca desespera e envolto em tempestade decepado entre os dentes segura a primavera. «Os outros detestam em mim o que me distingue deles.» "Se você não concordar, não posso me desculpar..."
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