Sou muito de pessoa também não;
mais caeiro,
é

efe

On 10/9/07, eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> Bravo!
>
> Mas, cá entre nós, minha opnião pessoal:  maior cara dura, hehehehe.
> Bravíssimos!!!
> muito bom lê-los no Le Monde... quem sabe essa gente oxigena os neuronios...
> nénão?
>
> e, por falar em "onde andam seus olhos que a gente não vê",
> http://www.sinpro-ba.org.br/conteudo.php?ID=236  - O
> aprendizado como experiência cultural -
>
> mas que tal?
>
> estou aqui atucanada estudando os "direitos da personalidade" e me entra o
> Dalton, com essa, assim, como que não quer nada: Redes sociais - por trás
> dos links, as pessoas...
>
> então que, não mandei cutucar a onça com vara curta, hehehe, vou
> compartilhar aqui um pouco do que está andando, numas de agregar
> conhecimentor ao artigo dos guris, Dalton e HD, coisa de quem gosta de
> entender o todo... afinal é de pessoas que trata a função... o mais louco é
> que nesse estudo o debate rola que é impossível "julgar" sujeito e objeto
> como sendo um só... para os juristas não tem essa de que ser humano pode ser
> também objeto, ou seja, no final é a pessoa humana quem responde por tudo...
> mas isso já é outro papo. bem, quem não tem interesse, delete agora ou
> cale-se para sempre.
>
> copy&paste - direitos personalissímos:
>
> a palavra "pessoa" deriva do latim "persona", que significa máscara. Em
> português coloquial pessoa é sinônimo de ser humano.  Persona, tbém
> personare, era uma espécie de máscara com lâminas de metal, que, em Roma, os
> antigos atores teatrais usavam (a cultura romana foi muito influenciada pela
> cultura grega., os romanos "copiaram" muito os gregos) capazes de gerar um
> efeito acústico possibilitando a ressonância cristalina da voz do ator no
> espaço amplo do teatro. Isso era para distingüir as vozes dos deuses com as
> dos homens comuns, para serem reconhecidas teriam que soar diferente, assim
> como havia a necessidade de uma máscara para cada papel.  Pão e circo, o
> vocábulo 'persona' passou a designar o papel representado pelo ator.
> Persona, personare: para ressoar, fazer eco. E foi com esse significado que
> ela introduziu-se na linguagem filosófica, pelo estoicismo popular, para
> designar os papéis representados pelo homem, na vida. Como o ser humano,
> como um ator, desempenha vários papéis durante a sua vida, "pessoa" passou a
> designar o feixe de papéis desempenhados por um indivíduo. Este conjunto de
> papéis compõem uma unidade, e cada um dos papéis interagem e afetam uns aos
> outros: um mesmo indivíduo desempenha os papéis sociais de pai, filho,
> pagador de impostos, membro de uma categoria profissional, membro de um
> clube recreativo etc. E cada um desses papéis é determinado por uma série de
> qualidades institucionalizadas.
>
> No sentido mais comum do termo, pessoa é o ser humano em suas relações com o
> mundo ou com ele próprio.
>
> A partir de Descartes, ao mesmo tempo em que se enfraquece ou diminui o
> reconhecimento do caráter substancial da pessoa, acentua-se a sua natureza
> de relação, especialmente no que pertine a relação do homem consigo mesmo.
>
> Locke afirma que a pessoa "é um ser inteligente e pensante que possui razão
> e reflexão, podendo observar-se (ou seja, considerar a própria coisa
> pensante que ele é) em diversos tempos e lugares; e isso ele faz somente por
> meio da consciência, que é inseparável do pensar e essencial a ele". A
> relação do homem consigo mesmo torna-se, dessa forma, a característica
> fundamental da pessoa.
>
> Hegel entendia por pessoa o sujeito auto-consciente enquanto "simples
> referência a si mesmo na própria individualidade."
>
> Contra tais interpretações, encontramos as posições filosóficas que se
> recusam a reduzir o ser do homem à consciência e fazem polêmica contra a
> forma mais radical dessa interpretação, que é o hegelnianismo. Neste
> sentido, a antropologia de esquerda hegliana e do marxismo, constitui o
> início de uma renovação desse conceito ou a evidenciação de um aspecto sobre
> o qual a tradição filosófica se calara, a de que a pessoa humana é
> constituída ou condicionada essencialmente pelas "relações de produção e
> trabalho", de que o homem participa com a natureza e com os outros homens
> para satisfazer às suas necessidades.
>
> Kant, entretanto, já caracterizara o conceito de pessoa como heterorrelação.
> Quando Kant afirmava que "os seres racionais são chamados de pessoas porque
> a natureza deles os indica já como fins em si mesmos, como algo que não pode
> ser empregado unicamente como meio", declarava ele, que a natureza da
> pessoa, do ponto de vista moral, consiste na relação intersubjetiva.
>
> Esse conceito de pessoa que não coincide com o eu, foi formulado em termos
> análogos e é geralmente empregado nas ciências sociais. A definição de que,
> habitualmente, valem-se nessas ciências, de pessoa como o indivíduo provido
> de status social, refere-se à rede de relações sociais que constituem o
> status da pessoa. A consideração da pessoa como unidade
> individual,corresponde à mesma determinação conceitual do termo como agente
> moral, sujeito de direitos civis e políticos ou membro de um grupo social. O
> ser humano é pessoa porque, nos papéis que desempenha, é essencialmente
> definido por suas relações com os outros.
>
> Se formos buscar o conceito clássico de pessoa, encontraremos, em nossa
> doutrina a definição de que pessoa é o ser ou o ente coletivo, dotado de
> personalidade civil, que nada mais é do que a aptidão para ser sujeito de
> direitos e obrigações. Ou então, podemos usar a conceituação que nos é
> fornecida pelo mestre Clóvis Beviláqua, segundo o qual "pessoa é o ser a que
> se atribuem direitos e obrigações. Eqüivale, assim, a sujeito de Direitos."
>
> Pontes de Miranda afirma que "pessoa é quem pode ser sujeito de direito..."
> E continua: "Certamente, o ser sujeito do direito a, em concreto portanto, é
> diferente de ser pessoa, que é em plano acima, abstrato; mas não se há de
> levar muito a fundo a diferença, porque a pessoa já nasce com titularidade
> concreta, que é a do direito de personalidade como tal, o direito a ser
> sujeito de direitos. Tal direito ressalta aos nossos olhos quando pensamos
> em terem existido, e ainda existirem em sistemas jurídicos destoantes da
> civilização contemporânea, seres humanos sem capacidade de direito... (...)a
> personalidade em si não é direito; é qualidade, é o ser capaz de direitos, o
> ser possível estar nas relações jurídicas como sujeito de direito."
>
> Dessa forma, podemos afirmar que Pessoa e Personalidade não são palavras
> sinônimas. Personalidade é a aptidão para ser sujeito de direitos e
> obrigações. O sujeito de direitos, todos sabemos, é a pessoa, de forma que
> ser sujeito de direitos, é ser pessoa. Tratam-se, dessa forma, de conceitos
> equivalentes, uma vez que personalidade, vem a ser a aptidão para ser
> pessoa. Walter Moraes afirma que a personalidade é "o que" ou seja, "o
> quid", que faz com que algo seja pessoa.
>
> No significado técnico da psicologia contemporânea, personalidade é a
> organização que a pessoa imprime à multiplicidade de relações que a
> constituem. É nesse sentido que Nietzche falava de pessoa, observando que
> "alguns homens compõem-se de várias pessoas e a maioria não é pessoa. Onde
> predominarem as qualidades medianas importantes para que um tipo se
> perpetue, ser pessoa será luxo (...) trata-se de representantes ou de
> instrumentos de transmissão".
>
>
> Em 08/10/07, Dalton Martins <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> >
> >
> > "REDES SOCIAISPor trás dos links, as pessoas
> > Há dois séculos, a ciência descobriu e passou a analisar as redes. Há
> vinte anos, elas estão revolucionando o jeito de a sociedade se relacionar
> consigo mesma
> > Dalton Martins, Hernani Dimantas "
> >
> > ;-)
> > abs,
> > dalton
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