pois é... nem me dei conta que respondi à Tati pela lista... mas isso não quer dizer que não estás no elenco principal do gestor do projeto, Patricia, porque ainda estamos no inicio, ou seja, recem agora vamos falar mais seriamente sobre essa possibilidade, até agora as conversas tem rolado em encontros oportunisticos, como no estacionamento do guin sol, e bem na cara dura mesmo, como: ei Assis, tudo bem? pois então me chamo lele, quero trampar no IR, tem um movimento mundial conhecido por Metarecilclagem, penso que SL viabiliza mais a fundo a tal da inclusão digital, trabalhar com tecnologia permite que os horizontes se epandam para além do futebol sem esquecer que grandes jogadores já se utilizam de ferramentas eletronicas e digitais para aprimorar seus lances, como por exemplo, o goleiro andré, que junto com seu trinador re-dimensionam taticas e jogadas com softwares especialmete desenvolvidos para isso...
aproveito prá dizer prá gurizadinha que não era minha intenção ter jogado na lista tal possibilidade... tendo em visat que somos um movimento e não um grupo organizado, o que significa que em não estando autorizada em usar o termo metareciclagem, ele será retirado e, caso o trampo venha a rolar, teremos que fazer como os maristas de sta maria que ficam reciosos em se assumir metarecilceiros por conta de sentirem que ao mesmo tempo que é aberto o movimento, apenas alguns podem se dizer partes... agora, patricia, podes ter certeza que tu estás desde sempre no elenco de autorialidades que se espera ter volta-e-meia por aqui para capacitação continua com monitores que garantiraão a continuidade do projeto, ou seja, tenho confiança que tua participação e presença não se resume em apenas exibir teus conhecimentos, mas especilamente em compartilhar e aprofundá-los... tu e outras mais que sabem que projeto é semnte e não possibildiade de viajar de graça. besos lele 2008/6/30 Patricia Fisch <[EMAIL PROTECTED]>: > Olá !! > > Ajudo no que estiver ao meu alcance, gostaria de participar! > Não tenho $ para contribuir, mas tenho boa vontade e braços, e pernas e > lábios... rsrsrs > > Lele, veja aí se posso te ajudar com algo no projeto que está rolando em > POA ;) > > bjs > Patrícia (Pi) - de Curitiba/Paraná > > 2008/6/30 Tati Wells <[EMAIL PROTECTED]>: > > obrigada pelas respostas! >> >> sim gente toda a ajuda eh bem-vinda.. lele a viabilização do projeto >> implicaria somente na vinda das meninas não? ou seja, não sei como seria >> mais uma de nós indo.. hehe.. até porque acho que não estrei no barsil até >> pelo menos o fim do ano.. mas por favor vamos conversando mais e a gente >> esquematiza se não eu algumas das g2g's ;) >> >> x beijocas! >> >> >> >> >> 2008/6/27 eiabel lelex <[EMAIL PROTECTED]>: >> >> tati, >>> >>> posso ver algumas possibilidades por aqui, mas estou querendo saber se, >>> caso seja aprovado, eu poderia contar contigo algumas vezes aqui em poa no >>> Instituto Ronaldinho, tenho reunião na segunda à tarde com Assi e Valdir >>> para tratarmos disso... >>> >>> o IR conta com 60 pessoas - jovens e crianças em situação de risco - uma >>> estrutura dez... já teve uma pré-liminar com Assis, que é o irmão e >>> empres[ário do Ronaldinho, >>> nesse pré-papo, o cara já "acenou" com a possiblidade de não ficar >>> retrito à restinga, mas tbém correr o mundo... >>> >>> ãnh, pensando mais longe, ou melhor juntando com tua proposta: posso >>> imprimir e apresentar junto com o projeto de inclusão digital metareciclagem >>> que vou entregar na segunda? >>> >>> porque ele agrega ao que já conversamos sobre porque trabalhar com >>> tecnologia no Instituto Ronaldinho. E mais, rtem espanholas na idéia... é >>> que Assis deu uma brecha de que sendo mesmo um projeto(o que estou >>> construindo com ele) inusitado e transformador, a gente estenderia para >>> barcelona, onde o ronaldinho mora e joga. >>> >>> besos >>> >>> >>> >>> 2008/6/27 Tati Wells <[EMAIL PROTECTED]>: >>> >>>> olá lista metarec! >>>> >>>> tenho acompanhado a lista silenciosamente já que não tenho tido muito >>>> acesso direto nem a net nem maquinário, vivendo a vida tech-precária.. >>>> hehe.. mas gostaria de compartilhar com vcs um projeto que estou escrevendo >>>> junto com o coletivo espanhol Bricolaje Sexual. é basicamente uma oficina >>>> de >>>> metarec com brinquedos sexuais unindo sexualidade e tecnologia (abaixo). >>>> >>>> gostaria de saber se alguém saberia de algum apoiador para essa linda e >>>> gostosa diversão entre meninas. o projeto ainda não está finalizado mas as >>>> idéias estão aí e as meninas loucas prá vir. se alguém quiser ajudar >>>> oferecendo espaço tb vale! e ajuda no espanhol tb é mais que bem-vinda! >>>> >>>> por favor me contatem em pvt ou pela lista mesmo tá? >>>> >>>> há-braços! >>>> >>>> xt >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> >>>> Proposta de oficina das meninas do sitio Bricolage Sexual no Brasil >>>> http://www.bricolajesexual.net/ >>>> >>>> 1. contexto bricolage - de onde vem, o que fazem , porque >>>> >>>> A partir de agora, mudou meu olhar, nos disse uma das participantes, o >>>> mundo me parece cheio de brinquedos em potencial! Este é o efeito >>>> Bricolaje, >>>> um olhar que contempla um mundo aberto, cheio de potencial (placentero?), >>>> de >>>> materiais para jogar, hackear e mudar de lugar, para desfrutar e aprender. >>>> >>>> Bricolaje Sexual é um projeto de autoconstrução de brinquedos sexuais, >>>> aonde se encontram novos (fazeres manuais/ manualidades?), o hackear as >>>> tecnolgias domésticas e a sexualidade. Estes três campos, que têm em comum >>>> sua natureza manual, inventiva, livre e imaginativa, têm sido vítimas do >>>> capitalismo e das forças agressivas do mercado. >>>> >>>> As manualidades, um saber tradicionalmente feminino, de código aberto, >>>> sem direitos de autora, têm sofrido múltiplos ataques do capitalismo, mas >>>> também dos movimentos feministas que o consideraram símbolo da mulher >>>> não-emancipada, de nossas avós, que trabalham sem reconhecimento e tomadas >>>> por (supuesto?). Da parte do mercado, a produção massiva e a exploração da >>>> mão-de-obra e de recursos naturais do planeta tem baixado o preço do >>>> produto >>>> final de uma maneira que converte o produto feito a mão em muito mais caro >>>> do que o mais-produzido. A publicidade agressiva a a cultura das marcas >>>> conduz as pessoas a preferir uma roupa de marca prestigiosa, com imagem >>>> elaborada para construir a sua identidade. >>>> >>>> A tecnologia doméstica se (aleja?) cada vez mais de suas usuárias. Não >>>> somente pelos grandes avanços tecnológicos, mas também, por um vontade >>>> explícita de fabricar objetos de usar e tirar, para seguir alimentando a >>>> máquina de sobre-produção (aqui também, explorando o planeta e pessoas). Se >>>> no passado fabricava-se objetos com garantia por todo a vida, agora se >>>> fabrica, expressamente, objetos que durem o tempo mínimo que satisfaça a >>>> consumidora. As usuárias, e sobretudo as mulheres, padecemos de tecnofobia, >>>> um medo de nossos aparatos, um temor de não fazê-lo bem e de quebrá-lo, >>>> (aunque este ya roto?). Neste sentido, a arte de reparar um eletrodoméstico >>>> está tão perdida quanto a arte de remendar um (calcetín?). >>>> >>>> O terceiro eixo (eje?) do projeto, é a sexualidade. Aqui também nos >>>> sentimos restringidas, preprogramadas, consumindo uam sexualidade padrão >>>> que >>>> vem definida pela s indśutrias da imagem, do pornô, da religião. O uso de >>>> objetos de prazer, antigo como o mesmo ( coño?) da mãe, tem sido ao largo >>>> da >>>> história reprimido por um machismo covarde, temeroso por seu lugar; tem >>>> sido >>>> medicalizado para curar padecimentos femininos como a histeria (transtorno >>>> do hístero, o útero) ou a ninfomania (furor uterino), tem sido >>>> ridicularizado como consolo de solteironas, tem sido escondido atrás da >>>> cortina da sexshop, vigiado por um (dependiente baboso?) em um ambiente >>>> sórdido. Com o avanço imparável do capitalismo, o mercado de brinquedos foi >>>> descoberto como um mercado ainda não saturadp, e em seus últimos anos tem >>>> crescido a variedade e se tem ampliado a imagem desses produtos para chegar >>>> a um público mais convencional. Com esse (filo?) duplo de legimitar e >>>> extender um pouco seu uso, os brinquedos também estão nas mãos das grandes >>>> multinacionais, e o que ganhamos em legitimidade, perdemos em consumismo. >>>> >>>> Como projeto, não advogamos nenhum tipo específico de sexualidade, não >>>> decidimos que se (folla?) melhor com os nossos brinquedos, não recomendamos >>>> (reemplazar?) suas amantes por pilhas recarregáveis, ou seus brinquedos >>>> favoritos por (verduras?). A única coisa que queremos é jogar, provar, >>>> inventar nossos pŕoprio prazer, entender um pouco melhor a tecnologia que >>>> nos rodeia e penetra, fazer uso de nossa imaginação e criatividade. >>>> Oferecemos oficinas de uma variedade de brinquedos: dildos, vibradores, >>>> bolas chinesas, mini vibradores, brinquedos anais, todos feitos de uma >>>> combinação de materiais reciclados, e materiais seguros e higiêncicos. As >>>> oficinas são divertidas e fáceis. Segundo o brinquedo e o tempo que se >>>> queira dedicar, pode-se fazer coisas mais ou menos elaboradas. >>>> >>>> 2. intercambio com o brasil - como sugiu o convite, o panorama >>>> brasileiro, realidades locais, a itinerancia >>>> latex, a "árvore que chora" >>>> >>>> O convite surgiu através do contato entre dois coletivos de mulheres >>>> brasileiras e espanholas que trabalham a apropriação tecnológica feminina >>>> através de temas como a sexualidade, a reciclagem e o hackerismo de nossa >>>> sociedade tecno-autoritária. Bricolage e g2g organizaram e participaram >>>> localmente dos dois Carnavais Eclético Tech - oficinas tech, culinárias, >>>> imersões, que aconteceram no ano de 2007 respectivamente em Linz, Áustria e >>>> Salvador, Brasil. >>>> >>>> Assim como na Espanha, o Brasil também questiona o status quo, é campeão >>>> na coleta e reciclagem de alumínio, 80% de sua produção. 150 mil pessoas >>>> vivem exclusivamente da coleta de latinhas de refrigerante e cerveja no >>>> país. Tem também um movimento entitulado metareciclagem que trata entre >>>> outras questões sobre práticas tecnológicas periféricas, que se reutilizam >>>> do material eletro-eletrônico que a sociedade generaliza como descartável - >>>> lixo - para criar conscientização social e arte. Sendo o país do latex, >>>> fruto das seringueiras (Hevea brasiliensis), compulsoriamente catapultados >>>> à >>>> engrenagem do capitalismo internacional, no começo o principal fornecedor >>>> de >>>> uma matéria-prima indispensável na produção de milhares de produtos como >>>> calçados, tecidos emborrachados, apagadores de lápis, pneus, luvas etc, >>>> ajudando entre outras coisas a desenvolver a gigante indústria >>>> automobilística, quando então veio a biopirataria de Kew Gardens, >>>> Inglattera >>>> em 1876 com o roubo de 70 mil sementes de seringueira, originando a >>>> fabricação comercial do latéx sintético e migração corporativa do plantio >>>> comercial para a Ásia. Hoje, segundo a revista veja, estima-se aqui 45 >>>> milhões de pneus abandonados no meio ambiente. Reapropriarmo-nos de nossas >>>> matérias-primas naturais, criando novos usos para nossos brinquedos, nosso >>>> lixo, questionarmos a sociedade do roubo e do supérfluo. Mulheres da Via >>>> Campesina protestam contra a biopirataria, enquanto a pornografia livre é >>>> um >>>> tema que vem sendo muito discutido nas redes feministas e ativistas >>>> brasileiras, uma pornografia feita por mulheres, transgêneros, com uma >>>> sensibilidade múltipla e divertida, resgatando seus corpos e prazeres. A >>>> possibilidade de unir o tema sexualidade e reciclagem despertou no grupo >>>> brasileiro o desejo de conhecer mais a fundo o trabalho realizado na >>>> europa. >>>> >>>> >>>> 3. cronograma - datas, numero de pessoas, necessidades para as oficinas >>>> >>>> 17 de agosto >>>> >>>> chile - carla >>>> >>>> 24 de agosto - 14 de sept >>>> >>>> campinas - lere, dolores >>>> salvador - tininha, tati, goa, tai >>>> >>>> necesidades: >>>> >>>> passagem e diárias para 2 mulheres Barcelona- Brasil >>>> >>>> barcelona - chile >>>> chile - brasil >>>> são paulo - campinas >>>> campinas - salvador >>>> salvador - barcelona >>>> >>>> materiais não recicláveis para as oficians: latex natural (LME) e >>>> motores velhos >>>> preformas? >>>> >>>> 4. possiveis apoiadores >>>> >>>> consulado da espanha >>>> ministério da cultura >>>> itaú cultural / oi futuro >>>> empresa de latéx >>>> metareciclagem >>>> g2g >>>> coletivos feministas >>>> >>>> espanhol >>>> >>>> 1. contexto bricolage - de onde vem, o que fazem , porque >>>> >>>> 1. A partir de ahora, se me ha cambiado la mirada, nos dijo una >>>> participante, el mundo me parece lleno de juguetes potenciales! Este es >>>> el >>>> efecto bricolaje, una mirada que contempla un mundo abierto, lleno de >>>> potencial placentero, de materiales para jugar, hackear, cambiar del >>>> sitio >>>> para disfrutar y aprender. >>>> >>>> Bricolaje sexual es un proyecto de autoconstrucción de juguetes >>>> sexuales, >>>> donde se encuentran las manualidades, el hackeo de tecnología doméstica >>>> y >>>> la sexualidad. Estos tres campos, que tienen en común su naturaleza >>>> manual, inventiva, libre e imaginativa, han sido victimas del >>>> capitalismo >>>> y de las fuerzas agresivas de su mercado. >>>> >>>> Las manualidades, un saber tradicionalmente femenino, de código abierto, >>>> sin derechos de autora, ha sufrido múltiples ataques del capitalismo, >>>> pero >>>> también desde movimientos feministas que lo consideraron un símbolo de >>>> la >>>> mujer no emancipada, de nuestras abuelas, trabajando sin reconocimiento >>>> y >>>> tomadas por supuesto. Por parte del mercado, la producción masiva y >>>> explotación de mano de obra y de recursos naturales del planeta ha >>>> bajado >>>> el precio del producto final de una manera que convierte el producto >>>> hecho >>>> a mano en mucho más caro que el mas-producido. La publicidad agresiva y >>>> la >>>> cultura de marcas conduce a la gente a preferir ropa de una marca >>>> prestigiosa, con imagen elaborada para construir su identidad. >>>> >>>> La tecnología doméstica se aleja cada vez más de sus usuarias. No solo >>>> por >>>> los grandes avances tecnológicos, sino, también, por una voluntad >>>> explicita de fabricar objetos de usar y tirar, para seguir alimentando >>>> la >>>> maquina de sobre-producción (aquí también, explotando planeta y >>>> personas). >>>> Si en el pasado se fabricaba objetos con garantía de por vida, ahora se >>>> fabrica, expresamente, objetos que duren el tiempo mínimo que satisfaga >>>> la >>>> consumidora. Las usuarias, y sobre todo las mujeres, padecemos de >>>> tecnofóbia, un miedo a nuestros aparatos, un temor de no hacerlo bien y >>>> de >>>> romperlo, aunque este ya roto. en este sentido, el arte de reparar un >>>> electrodoméstico esta tan perdido como el de remendar un calcetín. >>>> >>>> El tercer eje del proyecto, es la sexualidad. Aquí también nos sentimos >>>> restringidas, preprogramadas, consumiendo una sexualidad estándar que >>>> viene definida por las industrias de la imagen, del porno, de la >>>> religión. >>>> El uso de objetos de placer, antiguo como el mismo coño de la madre, ha >>>> sido a lo largo de la historia reprimido por un machismo cobarde, >>>> temeroso >>>> por su lugar; ha sido medicalizado para curar padecimientos femeninos >>>> como >>>> la histeria (trastorno del histerus, el útero) o la nimfomanía, (furor >>>> úterino), ha sido ridiculizado como consuelo de solteronas, ha sido >>>> escondido detrás de la cortina del sexshop, vigilado por un dependiente >>>> baboso en un ambiente sórdido. Con el avance imparable del capitalismo, >>>> el >>>> mercado de los juguetes fue descubierto como un mercado aun no saturado, >>>> y >>>> en los últimos años ha crecido la variedad y se ha ampliado la imagen de >>>> estos productos para llegar a un público más convencional. Con el doble >>>> filo de legitimar y extender un poco su uso, los juguetes también están >>>> en >>>> mano de las grandes multinacionales, y lo que ganamos en legitimidad, >>>> perdimos en consumismo. >>>> >>>> Como proyecto, no abogamos ningún tipo especifico de sexualidad, no >>>> decimos que se folla mejor con nuestros juguetes, no recomendamos >>>> reemplazar tus amantes por pilas recargables, o tus juguetes favoritos >>>> por >>>> verduras. Lo único que queremos es jugar, probar, inventar nuestro >>>> propio >>>> placer, entender un poco mejor la tecnología que nos rodea y penetra, >>>> hacer uso de nuestra imaginación y creatividad. >>>> >>>> Ofrecemos talleres de una variedad de juguetes: dildos, vibradores, >>>> bolas >>>> chinas, mini vibradores, juguetes anales, todos hechos de una >>>> combinación >>>> de materiales reciclados, y materiales seguros e higiénicos. Los >>>> talleres >>>> son divertidos y fáciles. Según el juguete y el tiempo que se le quiera >>>> dedicar, se puede hacer cosas más o menos elaboradas. >>>> >>>> 2. intercambio com o brasil - como sugiu o convite, o panorama >>>> brasileiro, >>>> realidades locais, a itinerancia >>>> >>>> 2. en contexto brazil, sería interesante mencionar que el latex se >>>> produce >>>> en brazil...? nueva fabrica de preservativos del govierno brazilero? >>>> >>>> O contexto brasileiro que frutiuficou a ideia de metareciclagem como >>>> simbolica do processo de apropriacao tecnologica presente em muitos >>>> projetos >>>> e oficinas que fazemos ao redor do brasil, alem do movimento de >>>> *pornografia >>>> livre* que busca o lugar de protagonista da mulher em relaçao ao prazer e >>>> ao >>>> seu proprio corpo. >>>> >>>> 3. cronograma - datas, numero de pessoas, necessidades para as oficinas >>>> >>>> 3. tiempo: llegar 24 de agosto >>>> volver - 14 de sept. >>>> a donde iríamos y que talleres hariamos??? >>>> Creemos que eso es mejor que lo sujieran uds. nosotras no conocemos el >>>> contexto. Queremos ir donde les parezca interesante. >>>> >>>> Lugares sugeridos: >>>> >>>> Campinas >>>> Salvador? algum lugar do nordeste.. inferlizmente nao estrei em pipa >>>> nesta data :( >>>> >>>> Datas: >>>> Outubro de 2008 >>>> >>>> incluimos chile en la propuesta?? >>>> >>>> Una de nosotras (Yo,Carla) es chilena, nos gustaría aprovechar la >>>> oportunidad para pasar por Chile y hacer un taller. Hemos pensado que lo >>>> mejor sería ir una semana antes. >>>> Hacer escala en la ciudad que lleguemos, una semana en Chile para llegar >>>> el domingo 24 a Brazil. >>>> >>>> Les parece bien que lo incluyamos en el proyecto? >>>> >>>> necesidades: >>>> Viajes y dietas para 2 mujeres de Barcelona a Brazil y dentro de brazil. >>>> ...Materiales no reciclables para los talleres: latex natural >>>> [a ver si se puede conseguir directamente del productor, ya que el latex >>>> se produce en brazil - sabemos que se puede encontrar, el nombre técnico >>>> de este tipo de latex es LME], motores viejos. [a ver si se puede >>>> conseguir preformas ahí] >>>> >>>> _______________________________________________ >>>> Lista de discussão da MetaReciclagem >>>> Envie mensagens para [email protected] >>>> http://lista.metareciclagem.org >>>> >>> >>> >>> >>> -- >>> "Se você não concordar, não posso me desculpar..." >>> >>> pela sinistra "laotra", sempre! >>> _______________________________________________ >>> Lista de discussão da MetaReciclagem >>> Envie mensagens para [email protected] >>> http://lista.metareciclagem.org >>> >> >> >> _______________________________________________ >> Lista de discussão da MetaReciclagem >> Envie mensagens para [email protected] >> http://lista.metareciclagem.org >> > > > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org > -- "Se você não concordar, não posso me desculpar..." pela sinistra "laotra", sempre!
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