Ol� Fontoura, obrigada por me retransmitir a mensagem
do M�rio Vaz, tem um artigo dele de nome Ataque a
Stark, que foi publicado na T&D a uns anos atras que �
um dos mais equilibrados que j� li, contando o celebre
incidente.

Eu editorei os mails originais, o meu primeiro sobre o
PIRANHA, e o dele com os coment�rios, agora vou
colocar alguns pontos sobre os coment�rios dele, na
mesma editora��o, como o YAHOO MAIL � horr�vel para
editorar mails, vou fazer da seguinte forma, os
coment�rios pertencentes ao meu primeiro mail,
colocarei Elizabeth 1 no inicio do par�grafo, os
coment�rios dele, colocarei M�rio, e as minhas
treplicas chamarei de Elizabeth 2, ai sugiro quem 
queria ler o mail completo copie ele no WORD e editor
de modo a que fique mais leg�vel os di�logos.        

 


Elizabeth 1

Bom estes s�o os dados que consegui em publica��es, eu
chamei de fornecidos, oque que tive que calcular
matematicamente chamei de calculado, e os que tive que
intuir seja pelas analises das fotos dele, ou pelos
padr�es de outros m�sseis do mesmo porte.  

De uma maneira bem geral o projeto do piranha �
bastante modesto, n�o tem nenhum item que represente
um novo conceito ou que seja algum diferencial em
rela��o a outro m�ssil.



M�rio Vaz

� verdade, mas isso logicamente � intencional. Inovar
seria absurdo. O custo envolvido seria enorme, s�
superado  pelo risco tecnol�gico. E, sendo o primeiro
m�ssil ar-ar que, a duras penas, o Brasil consegue
desenvolver, partir  para f�rmulas n�o testadas seria
tolice.

Elizabeth 2
Concordo, com o M�rio, esta formula de projeto
chamados de back to basic



Elizabeth 1
O projeto aerodin�mico � praticamente o mesmo do
SIDEWINDER modelo L, sendo o PIRANHA com um peso fixo,
(c�lula + OGIVA) maior que o m�ssil americano � seguro
afirmar que ele n�o tem uma capacidade de manobra
maior que o AIM-9L. 


M�rio Vaz.
A configura��o � a mesma do AIM-9. Mas existem
diferen�as substanciais, entre elas o fato de que o
di�metro do  corpo � maior, o que significa maior
arrasto, mas por outro lado pode significar mais
propelente. Acredito  que a  capacidade de manobra n�o
seja maior que o AIM-9L.


Elizabeth 2.
Vou voltar nesta quest�o do aumento de di�metro da
fuselagem, da para tirar algumas analises
interessantes da�.

Elizabeth 1 
Quando a capacidade all aspect estar presente ou n�o
no modelo minha opniao � a seguinte:


Apesar do sistema sensor empregar a mesma t�cnica e
material presentes no AIM-9L, ou seja sensor IR de
InSb nada indica que uma capacidade all aspect tenha
sido atingida. 


M�rio Vaz
Creio que existe alguma capacidade all-aspect. Talvez
n�o t�o grande quanto a do -9L, mas acho que ela
existe. O  pr�prio diretor da MECTRON me disse (na
presen�a de um oficial superior) que o MAA-1 "equivale
de uma  maneira geral ao -9L, mas h� coisas que o -9L
faz melhor e h� coisas que o Piranha faz melhor".
Seria loucura ele  afirmar que "equivale, etc., etc."
se n�o houvesse uma certa medida de capacidade
all-aspect. E o cara foi muito  sincero. "Agora, �
preciso pendurar nos avi�es e DISPARAR, para analisar
o que precisa ser melhorado".


Elizabeth 2. 

Eu havia escrito no capitulo 12 do meu mail original
que ele teria sim alguma capacidade frontal, com um
DEEP GROND, favor�vel mas que n�o seria algo muito
expressivo ainda, e todas as analises de projeto que
fiz foi para mostrar esta tese de que ainda o PIRANHA
� um m�ssil para ser lan�ado pelo quadrante de tr�s.  




Elizabeth 1.
A pista que sustenta esta hip�tese � o tamanho da
ogiva ser de 20Kg, um valor quase o dobro dos
similares.


M�rio Vaz
Um dos motivos da cabe�a de guerra ser maior pode ser
o maior di�metro (seis polegadas, contra cinco). Isso
d�  uma se��o 44% maior, portanto num trecho de mesmo
comprimento do corpo, o volume � 44% maior. 


Elizabeth 2.

O di�metro de fuselagem n�o determina a quantidade de
explosivo, pois ele pode ser acomodado com uma menor
profundidade longitudinal, o SHAFIR tinha o mesmo
di�metro do PIRANHA e tem 11Kg de ogiva. 

A analise por de tr�s de uma ogiva � a seguinte,
quanto menor o potencial de manobra na fase final de
aproxima��o, maior o raio letal necess�rio, logo maior
a ogiva. A capacidade de manobra e dada pelo projeto
aerodin�mico, que eq�ivale aproximadamente ao do LIMA
e  tamb�m pelo peso de c�lula que no PIRANHA � maior
devido ao maior di�metro.        


Elizabeth 1 

O que determina o alcance de um m�ssil IR � a
quantidade de combust�vel que ele pode transportar e
que tem reflexos no peso final, ou a distancia m�xima
que o sistema de busca pode adquirir o alvo. 

O aumento de combust�vel traz reflexos sobre o peso da
c�lula e tamb�m sobre a capacidade de manobra, logo
indica a necessidade de uma ogiva maior para compensar
o problema da manobra e por consseguencia mais peso de
c�lula.. at� o ponto que isto atinge seu ponto de
equil�brio.  

M�rio Vaz 
O alcance deve ser compar�vel ao do -9L. O arrasto �
maior, mas como o di�metro tb. � maior, num trecho de 
mesmo comprimento do corpo o MAA-1 pode transportar
cerca de 40% a mais em combust�vel. Se o propelente 
for eficaz ( e eu n�o tenho raz�o para achar que n�o
�)... Quanto � efici�ncia do sistema de busca, � uma 
inc�gnita.

Elizabeth 2.

O di�metro de fuselagem do P�RANHA � de 15cm, o do
SIDEWINDER, � de 12,5cm, pode parecer pouca coisa para
um leigo, mas isto tr�s uma �rea frontal de 176,62 cm
quadrados e de 122,65cm quadrados, respectivamente, o
que da algo com 44% de �rea frontal, como a �rea
frontal � diretamente proporcional ao arrasto, temos
somando as �reas das aletas que � igual para os dois
m�sseis algo como 20% a mais de arrasto para o
PIRANHA.

Logo conclu�mos que o alcance do piranha �
significativamente menor que os LIMA, pois mesmo o
m�ssil brasileiro podendo levar mais combust�vel em
seu corpo ele n�o o faz pois tornaria o seu peso muito
grande comprometendo sua capacidade de manobra de
forma indireta, pois traria uma c�lula mais pesada
ainda para ag�entar a combust�o deste motor com os
te�ricos at� 44% de propergol a mais.

Exemplo num�rico:
 AIM-9L. Peso 85.3, ogiva 11.4Kg C�lula + combust�vel
72.1Kg

MAA-1. Peso 90Kg, ogiva 20Kg , c�lula + combust�vel
70Kg

Ainda admitido que a c�lula do Piranha seja do mesmo
peso que a do AIM-9L, ( o que n�o e verdade devido ao
maior di�metro) ter�amos menos combust�vel no m�ssil
brasileiro, o que somado com seu arrasto pelo menos
20% maior temos um alcance significativamente mais
curto que oAIM9-L.

� importante ainda dizer uma coisa. Porque a fuselagem
ficou mais larga? 

A resposta � a seguinte, basicamente dificuldade de
colocar subsistemas do m�ssil em uma fuselagem de
menor di�metro, o M�rio no par�grafo de baixo que ele
escreveu concorda tamb�m com esta tese.  Isto j�
aconteceu com o SAHFIR, na d�cada de 60, e a Rafael
tratou logo de dizer que isto aumentava a letalidade,
quantidade de combust�vel etc. .. Argumentos que n�o
se sustentam diante dos efeitos sobre o projeto que
isto tr�s.

No Piranha o principal vil�o pelo aumento de di�metro
seguramente foi o sistema �tico, ele precisou de um
maior di�metro para que a sua capacidade de
intensifica��o �tica de radia��o torna-se o sistema
sensor sens�vel o necess�rio para o rastreamento.

Argumentar que isto torna o m�ssil mais sens�vel n�o �
valido pois os malef�cios em alcance, peso e
capacidade de manobra que isto tr�s justificariam o
congelamento do di�metro em torno de 13cm caso o
sistema sensor tivesse com a sensibilidade adequada.  
       



Elizabeth 1. 
A melhoria do sistema de busca � o grande objetivo da
equipe de desenvolvimento.

No caso do PIRANHA com um ogiva de 20Kg, caso ela
fosse reduzida para 12, poderiam ser acrescidos 
mais 8 Kg no combust�vel melhorando a capacidade de
manobra e ainda assim a ogiva seria 8% maior que a do
PHYTON III por exemplo,  com o alcance subindo para 
at� 9Km. 


Mas o porque isto n�o foi feito, basicamente porque o
sistema de busca n�o tem uma resposta adequada para um
alvo a 9Km logo esta sobra de combust�vel n�o se
justifica, ou entao a precis�o de busca � menor a tal
ponto de requerer  uma ogiva de raio letal maior,
sendo esta segunda hip�tese menos prov�vel.

Elizabeth 2. 
Bem, para mim parece claro que a id�ia � que no
momento � que o sistema de busca est� aqu�m do
conjunto  combust�vel/cabe�a de guerra. Parece l�gico
que, com o tempo, se adote uma cabe�a de busca mais
eficiente, que  possa usar todo o potencial de
combust�vel/explosivo, e a� n�o se ter� que mexer no
projeto do m�ssil.  Simplesmente adotar a nova cabe�a
de busca. Parece ter sido uma coisa consciente e
inteligente: j� que n�o  conseguimos miniaturizar tudo
a ponto de usar um corpo de 5 polegadas, vamos colocar
tudo que der e depois,  quando conseguirmos um melhor
sistema de busca, teremos um m�ssil melhor, sem mexer
no projeto b�sico.

Perfeito M�rio, voc� de maneira bem clara neste
par�grafo disse o que tentei dizer com todos estes
malabarismos de an�lise do projeto, o sistema de busca
ainda tem defici�ncias, e isto para mim � sinal de uma
coisa, n�o existe capacidade de engajamento frontal a
distancias maiores que algo como 3Km. N�o tem como um
sistema de busca ser all aspect pela metade, primeiro
cobre todo o envelope pela cauda a at� uns 15Km (
coisa que seguramente hoje ele n�o faz) e depois um
envelope de engajamento frontal.       



Elizabeth I
Posso afirmar que o PIRANHA possa ter alguma
possibilidade de engajamento frontal porem a uma
distancia muito menor, de no m�ximo uns 3 - 3.5 Km
ainda assim em condi��es de sol pela costas e com um
DEEP GROND (cen�rio IR de fundo) muito frio, coisa que
s� ocorre a grande altura.

M�rio Vaz.
Aqui n�o posso dizer que sim nem que n�o. N�o sei, e
estou com o tal diretor: tem que montar no avi�o e
usar...

Elizabeth 2.

Uma sugest�o � perguntar ao diretor em que avi�o ele
gostaria de estar. (risos) desculpem n�o resisti a
brincadeira.

Elizabeth 1
O argumento de que uma ogiva de 20Kg � uma escolha
desej�vel para aumentar o raio letal n�o se sustenta,
pois ela acaba comprometendo muitos outros par�metros
mais  importantes como capacidade de manobra e 
alcance. Um sistema de guiagem que se prop�e a ser all
aspect tem que garantir uma distancia do alvo
suficientemente pequena para que uma ogiva de 10 - 12
Kg tenha efici�ncia letal, como tem sido em m�sseis
como o PHYTON, MAGIC, SIDEWINDER, n�o estamos em
hip�tese alguma reinventando a roda com esta historia
de colocar ogiva grande. 



M�rio Vaz 
O tamanho da cabe�a de guerra n�o foi, ao que eu
saiba, o fator determinante para o projeto, ou seja,
n�o � por  isso que o m�ssil tem seis polegadas de
di�metro. Mas n�o vejo mal nenhum numa ogiva de 20kg.
Ao contr�rio.  Se um dia se conseguir uma cabe�a de
busca t�o capaz quanto a do Python, Magic ou
Sidewinder, teremos um  m�ssil muito mais destrutivo.
O problema � que TIVEMOS QUE REINVENTAR A RODA sim,
pois ningu�m  nos quis passar a tecnologia de como
fazer a roda. Esse � o verdadeiro X do problema. Seria
il�gico esperar que, em sua primeira tentativa (e uma
tentativa t�o demorada e cheia de problemas)
fiz�ssemos um m�ssil t�o bom quanto os melhores
m�sseis israelenses, franceses ou  americanos. O fato
� que, apesar do pesares, pelo menos temos um m�ssil.
O �timo � o inimigo do bom. 


Estes argumentos de que ogiva de 20Kg, faz o m�ssil
mais letal, ou que o maior di�metro de fuselagem torna
o piranha melhor � o que chamo de reinventar a roda.

Um m�ssil com o dobro de ogiva tem maior dificuldade
em manobrar, e o que � importante ser dito � que o
piloto manobra n�o para escapar da explos�o do m�ssil,
mas sim do seu envelope de busca.  Logo um m�ssil
menos manobravel n�o chega a nem detonar sua ogiva
pois o alvo escapou do seu sistema de rastreamento. 

Se 20Kg fosse um di�metro de ogiva que oferecesse
vantagens, m�sseis como o SIDEWINDER, MAGIC, PHYTON,
que tem projeto muito mais equilibrado que o PIRANHA
teriam dobradas as suas ogivas. A ogiva do piranha s�
� deste tamanho para corrigir algumas defici�ncia de
projeto apenas isto.     

Elizabeth 1
Como falei em um outro mail o PIRANHA �
estruturalmente independente (sec��o de controle, de 
ogiva e de  propulsor) oque presumisse casar com a
seguinte estrat�gia: Desenvolver a capacidade de
engajamento frontal com o tempo, e mudar a os m�dulos
b�sicos com o tempo para conciliar as necessidades de
ogiva - combust�vel, conforme o sistema de guiagem vai
se tornando melhor. 

M�rio Vaz.

S� confirma o que eu disse at� agora.

Elizabeth 2.

Voc� mandou para ele aquele primeiro texto que junto
com uma foto do piranha fiz um monte de setas e
indiquei alguns pontos do projeto Fontoura?
Foi atrav�s daquela foto que detectei a estrat�gia de
projeto estruturalmente independente, inteligent�ssima
por sinal.   

Elizabeth 1.

Uma estrat�gia bastante interessante j� que em 1993
quando o programa caiu na m�o da MECTRON e esta vendo
que o programa estava sendo tocado a 17 anos,
precisava de colocar o m�ssil no mercado mesmo que a
capacidade de engajamento ainda n�o fosse a ideal,
buscando depois com o tempo uma melhoria continuada
que pudesse ser  incorporada no produto de forma
condicente com a t�cnica de engenharia. 

M�rio Vaz
Concordo com quase tudo.

Elizabeth 1
Para concluir sobre o PIRANHA eu diria o seguinte, ele
� apenas mediano, tem limita��es aerodin�micas e de
eletr�nica. A culpa disto foi n�o s� da falta de
dinheiro, o programa em 1982 foi parar na m�o da DF
VASCONCELOS que simplesmente n�o teve capacidade para
continuar, depois fio para o grupo engenha no final da
d�cada de 80, mas este com os problemas financeiros
que teve n�o pode acrescentar muito ao programa, vindo
ele parar na MECTRON em 93, esta sim adotou uma
postura bastante pragm�tica e entregou o produto com
uma serie de limita��es mas entregou, agora resta o
desenvolvimento de meia vida. 

Oque pesa contra o PIRANHA ao meu ver � um projeto de
aerodin�mica muito atrasado para um m�ssil que chegou
agora, mas muito adequado em 1976 quando ele foi
imaginado, como todo mundo que pegou o programa n�o
tinha nem muito tempo nem dinheiro tudo oque j� foi
feito foi mantido e o resultado � que temos nele uma
salada bem temperada das t�cnicas de engenharia usadas
nos �ltimos 23 anos.


M�rio Vaz. 
Contradi��o. Se no 3o. par�grafo se diz aque "o
projeto aerodin�mico � praticamente o mesmo do
Sidewinder  modelo L" (que, afinal, � basicamente o
par�metro utilizado mundialmente para compara��o
quando se trata de  m�sseis ar-ar de curto alcance),
como � que se afirma que � "um projeto de aerodin�mica
muito atrasado para um m�ssil que chegou agora"?. 
Eu diria que o projeto aerodin�mico � satisfat�rio
para a nossa realidade, e tanto � assim que � o
utilizado por praticamente todos os m�sseis ar-ar de
curto alcance ocidentais -- inclusive alguns bem
recentes. No final do par�frafo, h� o reconhecimento
de que ele � "uma salada bem temperada, etc. etc.". O
MAA-1 � o m�ssil poss�vel. Se quis�ssemos fazer um
m�ssil equivalente ao Python IV, ou ao ASRAAM,
levar�amos mais 50 anos trabalhando no projeto, para
s� depois descobrirmos que, quando o m�ssil ficou
pronto, os ca�as (se � que ainda v�o existir) n�o
emitem mais calor... � melhor um p�ssaro na m�o que
dois voando. Pelo menos, com o Piranha, temos ALGUMA
coisa, que � sempre melhor do que NADA (que era a
situa��o at� bem pouco tempo)."

Elizabeth 2.

Vou tentar explicar oque o M�rio chamou de
contradi��o. O projeto aerodin�mico foi congelado a
mais de 20 anos, naquela �poca poder�amos dizer que
era oque melhor t�nhamos no ocidente, mas ele acabou
sendo colocado mercado agora, quando temos coisas como
o AIM-9X, Python IV, DARTER, etc..  isto apenas
refor�a oque o M�rio colocou  � o piranha � o m�ssil
poss�vel�  O projeto aerodin�mico do LIMA � atual? Sim
oque n�o � atual � que um m�ssil chegue hoje no
mercado com um projeto aerodin�mico de 20 anos atras,
� esta a contradi��o, mas que n�o � minha, e sim de
uma for�a a�rea que demora 20 anos para colocar um
projeto de menos de US$ 30mi em pratica, por falta de
compet�ncia pol�tica


Para quem teve a paci�ncia de ler at� o final este
texto, e quiser imprimir para ler e analisar melhor,
acho que vai dar para aprender um pouco mais sobre o
PIRANHA que, apesar de alguns defeitos, � sem duvida
alguma um passo muito importante para o pais. 

Obrigada Fontoura, por mandar o mail do M�rio para
mim, e sinta-se a vontade para dar meu mail a ele, ou
para mandar este mail a ele tamb�m.

Um abra�o a todos.       




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