Italo,

O que ficou claro pra mim, durante o curso de C�lculo I, foi o fato do teste
da derivada se aplicar apenas a pontos interiores ao intervalo, i.e., que
n�o estejam em seus extremos. O teorema enuncia "Seja f uma fun��o deriv�vel
em p, onde p � um ponto interior ao dom�nio de f. Uma condi��o necess�ria
para que p seja um ponto de m�ximo ou m�nimo local � que f'(p) = 0". Pelo
menos, foi essa a defini��o que o livro deu a "ponto interior" em um
intervalo [a,b]: um ponto dentro do intervalo ]a,b[.

Isso parece ser ainda mais verdadeiro quando os livros de C�lculo d�o o
"roteiro" para achar m�ximo e m�nimos:
a) Aplicar o teste da primeira derivada para achar os poss�veis pontos
b) Aplicar o teste da segunda derivada para determinar os pontos de inflex�o
c) Comparar os valores da fun��o nos pontos obtidos com os valores que esta
toma nos extremos das fun��es

O terceiro "passo" parece mostrar, realmente, que f'(p) = 0 certamente n�o
encontra todos os extremantes.
No caso da fun��o identidade, realmente tal teste n�o teria nenhum efeito. A
�nica coisa que poder�amos tirar da� � que a fun��o � estritamente
crescente, pois a derivada primeira � sempre positiva.

Espero que ajude.
Grato,
Henrique.

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Sent: Thursday, July 15, 2004 10:02 AM
Subject: Re: [obm-l] Re: [obm-l] [obm-l] M�ximos e M�nimos

Creio que a afirma��o seja inversa. Sempre que a derivada for nula ent�o a
fun��o ter� um m�ximo ou um m�nimo, ou, ainda, um ponto de inflex�o.
Considere, por exemplo, a fun��o f:[a,b]->R,f(x)=x. Temos que ela possui um
m�ximo e um m�nimo em b e a, resp., por�m em nenhum dos dois pontos a
derivada se anula.

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Instru��es para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~nicolau/olimp/obm-l.html
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