Suponhamos que um professor estude as notas de seus alunos, num dado curso, nos
seus testes das primeiras duas horas. Se ele selecionar, digamos, as cinco
melhores provas do primeiro teste e calcular a nota m�dia para aqueles cinco
estudantes em ambos os testes, possivelmente descobrir� que a m�dia do segundo
teste � inferior � do primeiro. Do mesmo modo, se calcular a nota m�dia em
ambos os testes para os cinco estudantes que tiverem as notas mais baixas no
primeiro teste, sem d�vida descobrir� que a m�dia se elevou. Assim, poderia
concluir que os bons estudantes est�o relaxando, enquanto os estudantes fracos
est�o melhorando. A explica��o se baseia, em parte, na rea��o de estudantes
quanto � nota de testes e tamb�m parcialmente na variabilidade natural das
notas de testes estudantis. Mesmo que os estudantes n�o variassem de um teste
para outro em seus h�bitos de estudo e em seu conhecimento relativo total da
mat�ria, a imprecis�o de um teste para medir este conhecimento iria causar
varia��o consider�vel no desempenho desses estudantes, de teste para teste.
Como resultado, alguns dos 5 melhores estudantes do primeiro teste poder�o
assim estar classificados devido a circunst�ncias fortuitas; contudo, pode-se
esperar que o segundo teste os traga de volta ao seu n�vel natural, fazendo
decair com eles a m�dia desse grupo de cinco estudantes. O mesmo tipo de
racioc�nio aplica-se aos cinco estudantes mais fracos no primeiro teste para
dar a raz�o da melhora de sua m�dia.

A prop�sito! Explique a fal�cia da regress�o na afirmativa de que os ases do
esporte parecem decair de produ��o ap�s terem estabelecido um recorde....



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