Bruno,
Você tem razão - a correção está abaixo:
Proposição que deve ser admitida como possivelmente verdadeira:
"Existe A tal que [A pertence a {A}] e [A={A}]"
Ou
"Existe A tal que [A pertence a {A}] e [A está contido em {A}]"
I.e.:
É necessário admitir como verdadeira a possibilidade de U ser ELEMENTO de U (U
= Conjunto Universo).
Obs.: - Percebi que você não abandonou o 666. Por curiosidade, faça a=100,
b=101, c=102... (considere o "k") e veja quanto vai dar a soma de "Hitler". Se
não der certo, faça a=101, b=102...
Sds.,
Albert Bouskela
[email protected]
> -----Mensagem original-----
> De: [email protected] [mailto:[email protected]] Em
> nome de Bruno França dos Reis
> Enviada em: 2 de janeiro de 2011 22:01
> Para: [email protected]
> Assunto: Re: [obm-l] Teoria dos Conjuntos
>
> Albert,
>
> Essa proposicao, tal qual voce a enunciou, me pareceu ser trivial, a partir
> das
> nocoes fundamentais de elemento e conjunto, alem da relacao de pertinencia,
> nao?
>
> Em outras palavras, a proposicao diz que "existe uma entidade A que eh
> elemento do conjunto {A}".
>
> Isso nao eh uma trivialidade, sempre verdadeira para qualquer A?
>
>
> Bruno
>
> On 02/01/2011, Albert Bouskela <[email protected]> wrote:
> > Olá! Feliz 2011!
> >
> >
> >
> > Lá vai:
> >
> >
> >
> > Bem, no âmbito da Teoria dos Conjuntos somos forçados a admitir que a
> > seguinte proposição:
> >
> >
> >
> > "Existe A tal que [A pertence a {A}] e [A={A}]" pode (pode!) ser verdadeira.
> > Particularmente se A=U (U = Conjunto Universo).
> >
> >
> >
> > Exemplo: Na Geometria Plana (Euclidiana), U = plano e plano pertence a U.
> >
> >
> >
> > Não obstante, a proposição acima acarreta alguns paradoxos, tais como
> > o do “Barbeiro” (Bertrand Russel) -
> > http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxo_do_barbeiro .
> >
> >
> >
> > Esse paradoxo é melhor explicado na versão “Biblioteca”:
> >
> >
> >
> > Considere uma biblioteca. Nessa biblioteca, dentre todos os livros,
> > existem, particularmente, dois:
> >
> >
> >
> > O primeiro contém a lista de todos os livros que fazem referência a si
> > mesmos. O segundo contém a lista de todos os livros que não fazem
> > referência a si mesmos.
> >
> >
> >
> > O paradoxo: em qual lista deve ser colocado o segundo livro supracitado?
> >
> >
> >
> > Albert Bouskela
> >
> > <mailto:[email protected]> [email protected]
> >
> >
> >
> > De: [email protected] [mailto:[email protected]]
> Em
> > nome de Fernando Oliveira Enviada em: 2 de janeiro de 2011 16:50
> > Para: [email protected]
> > Assunto: Re: [obm-l] Teoria dos Conjuntos
> >
> >
> >
> > A meu ver, o único jeito de termos x∈x seria se x fosse um conjunto
> > "infinito". Por exemplo, seja B = {B}. Daí temos B = {{B}} = {{{B}}} =
> > {{{{B}}} = {{{...}}}.
> > Então A = R e B = ∅, ou estou simplificando demais as coisas?
> >
> > Fernando
> >
> >
> >
> >
>
>
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