Bom dia!

1) Você cálcula a derivadada função y = x^2 em relação a x. Aplica a
derivada no ponto x =2.
Sendo assim: Você define a tangente do ângulo θ que a reta tangente a
parábola no ponto (2,4) fará com o eixo OX. O vetor vai ser paralelo a essa
reta e também fará o mesmo ângulo. Logo será um vetor sobre a hipotenusa de
um triângulo retângulo, cujo comprimento é 1 (vetor unitário), senθ como
medida do cateto oposto e cosθ como medidada do cateto adjacente. Aí você
encontrará duas soluções, uma com sentido ascendente (cosθ;senθ) e outro
descendente. Ai você acha P1 = (2+cosθ , 4 + senθ) como a extremidade do
vetor ascendente e troca os sinais do vetor (cosθ, senθ) e obtem P2= (2-cos
θ;4-senθ)

2) Como é o mesmo ponto, basta trocar de posições a ordenada e abcissa do
vetor (cosθ ; senθ) e trocar o sinal de um deles e obtém (senθ, -cosθ)
rotação no sentido trigonométrico, apontando para o centro de curvatura da
curva (para a concavidade) obtendo: P3 = (2+senθ , 4 - cosθ) e trocando o
sinal do vetor (senθ, -cosθ) com sentido oposto e aplicando em (2,4)
tem-se  P4 =(2-senθ , 4+ cosθ)

Saudações,
PJMS

Em 14 de março de 2015 13:13, Richard Vilhena <ragnarok.liv...@gmail.com>
escreveu:

> Ficaria grato por qualquer sugestão que me ajude a resolver essas duas
> questões.
> Obrigado.
>
> 1)Ache dois vetores unitários, cada um deles tendo uma representação
> posicional cujo ponto inicial é (2,4) e sendo tangente à parábola y = x^2
> nesse ponto.
>
> 2)Ache dois vetores unitários, cada um deles tendo uma representação
> posicional cujo ponto inicial é (2,4) e sendo normal à parábola y = x^2
> nesse ponto
>
> [[ ]]'s
>
> --
> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> acredita-se estar livre de perigo.

-- 
Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antiv�rus e
 acredita-se estar livre de perigo.

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