Só para avisar que eu resolvi criar uma conta no OEIS. Vamos ver no
que isso vai dar...

Em sáb., 26 de abr. de 2025 às 19:24, Anderson Torres
<[email protected]> escreveu:
>
> Em qui., 24 de abr. de 2025 às 02:32, Eric Campos Bastos Guedes
> <[email protected]> escreveu:
> >
> > Obrigado pela dica. Vai ser de quem demonstrar primeiro. Creio que a 
> > conjectura seja verdadeira.
> >
> > Gostaria de relacionar essa conjectura com uma falha sistemática nas 
> > Inteligências Artificiais. Eu peço a elas o seguinte:
> >
> > "Seja a função f(n) que é o piso do produto da constante c = 2,811321611513 
> > pelo quadrado do fatorial de n, para n= 1, 2, 3, até n=10 e diga em cada 
> > caso se f(n) é ou não um número primo."
> >
> > As IA cometem erros grosseiros nos cálculos, coisa absurda para programas 
> > que usam métodos avançados de cálculo.
>
> Elas usam métodos avançados de cálculo para construir um texto, não
> para verificar sua validade.
>
> https://www.youtube.com/watch?v=LPZh9BOjkQs
>
> >
> > Tentem pôr minha conjectura a prova no Copilot da Microsoft ou no DeepSeek 
> > e verão que eu estou certo.
> >
> > Eu acredito que as IA podem auxiliar muito os matemáticos, mas as falhas 
> > grosseiras que cometem em contas que deveriam ser fáceis para um computador 
> > pode por tudo a perder.
> >
> > [EricCBGuedes]
> >
> > Em seg., 21 de abr. de 2025, 13:24, Felipe Giglio <[email protected]> 
> > escreveu:
> >>
> >> se ajuda voces, achar primos em intervalos [a,a+b] dependem fortemente no 
> >> tamanho de a,b. mais especificamente, vc com certeza vai ter exito se a = 
> >> O(b^{3/2-epsilon}), e com certeza nao vai ter exito se b = O(a^{1/2})
> >>
> >> isso se deve ao fato de que é provado que existe um primo entre n³ e 
> >> (n+1)³, mas é um problema em aberto que existe um primo entre n² e (n+1)²
> >>
> >> nao pensei no problema, mas basicamente se o tamanho do seu intervalo é 
> >> (n+1)², e ele o extremo (menor) do intervalo cresce com mais que ordem 
> >> cúbica, vai ser uma tarefa dificil, quase impossivel de provar
> >>
> >> cai na classe de coisas que sao verdadeiras mas ninguem vai provar. se vcs 
> >> quiserem uma intuição pra pelo menos saber se o problema é verdadeiro ou 
> >> nao, como a densidade dos primos é n/logn, e (n/logn)' tem ordem 1/logn, 
> >> vc espera que o proximo primo apareça em O(logn), ou seja, sendo p um 
> >> primo grande, é esperado que o proximo primo nao passe de p+clogp. Dai vcs 
> >> comparam. esse clogp vai ser o (n+1)², desde que o extremo do intervalo 
> >> cresça menos do que e^{n²}, a resposta deve ser sim. Se o extremo do 
> >> intervalo cresce MAIS do que e^{n²}, o problema deve ser falso
> >>
> >> Em seg., 21 de abr. de 2025, 12:35, Eric Campos Bastos Guedes 
> >> <[email protected]> escreveu:
> >>>
> >>> Olá Anderson.
> >>>
> >>> Respondendo a sua pergunta, sim, eu criei esta conjectura, que tenho 
> >>> quase certeza que é verdadeira. Vamos resolver essa proposição (é muita 
> >>> arrogância chamar de Teorema) juntos nós aqui da lista e podemos, assim, 
> >>> fazer uma pequena contribuição à Matemática que será atribuída á lista 
> >>> [obm-l] e às pessoas que participarem!
> >>>
> >>> Anderson, o intervalo [A_n, B_n] que você citou, seria o intervalo [P, 
> >>> P+1], ou errei nas contas? Então temos que garantir que existe pelo menos 
> >>> um primo, num intervalo de comprimento (n + 1)^2. Mas qual a densidade de 
> >>> primos próximo a esse intervalo? Pergunte ao DeepSeek sobre essas 
> >>> questões e isso te ajudará muito.
> >>>
> >>> Em dom., 20 de abr. de 2025, 22:55, Anderson Torres 
> >>> <[email protected]> escreveu:
> >>>>
> >>>> Em sáb., 19 de abr. de 2025 às 19:31, Anderson Torres
> >>>> <[email protected]> escreveu:
> >>>> >
> >>>> > Em sex., 18 de abr. de 2025 às 22:44, Eric Campos Bastos Guedes
> >>>> > <[email protected]> escreveu:
> >>>> > >
> >>>> > > Desafio a demonstrarem o seguinte:
> >>>> > >
> >>>> > > Teorema: existe um real c aproximadamente igual a 2.811321611513 tal 
> >>>> > > que o piso (menor inteiro maior ou igual a) do produto de c pelo 
> >>>> > > quadrado do fatorial de n (que vou escrever como f(n) = [c(n!)^2]) é 
> >>>> > > um número primo para todo natural n = 1, 2, 3, ....
> >>>> > >
> >>>> > > Para n = 1, f(1) = 2 (primo)
> >>>> > > Para n = 2, f(2) = 11 (primo)
> >>>> > > Para n = 3, f(3) = 101 (primo)
> >>>> > > Para n = 4, f(4) = 1619 (primo)
> >>>> > > Para n = 5, f(5) = 40483 (primo) etc
> >>>> > >
> >>>> > > Onde essa lista pode ser estendida indefinidamente, sempre 
> >>>> > > produzindo números primos, sendo que f(n) é o menor inteiro maior ou 
> >>>> > > igual ao produto do real c pelo quadrado do fatorial de n.
> >>>> > >
> >>>> >
> >>>> > A minha ideia é mostrar tal C como um elemento de uma sequência de
> >>>> > intervalos encaixados.
> >>>> >
> >>>> > Começamos com [c] = 2, ou 2<c<3.
> >>>> >
> >>>> > Com isso, temos (2!)^2=4, e
> >>>> > 2<c<3
> >>>> > 8<4c<12
> >>>> >
> >>>> > Podemos escolher [4c]=11.
> >>>> >
> >>>> > Então 11<(2!)^2 c<12.
> >>>> >
> >>>> > Multiplicando por 3^2, temos
> >>>> >
> >>>> > 99 < (3!)^2 c < 108
> >>>> >
> >>>> > Podemos escolher [(3!)^2 c] = 101
> >>>> >
> >>>> > 101 < (3!)^2 c < 102
> >>>> >
> >>>> > 4^2 * 101 < (4!)^2 c < 4^2 * 102
> >>>> >
> >>>> > 1616 < (4!)^2 c < 1632
> >>>> >
> >>>> > Podemos escolher [(4!)^2 c] = 1619
> >>>> >
> >>>> > 1619 < (4!)^2 c < 1620
> >>>> >
> >>>> > 25*1619 < (5!)^2 c < 25*1620
> >>>> >
> >>>> > 40475 < (5!)^2 c < 40500
> >>>> >
> >>>> > Podemos escolher [(5!)^2 c] = 40483
> >>>> >
> >>>> > 40483 < (5!)^2 c < 40484
> >>>> >
> >>>> > 36 * 40483 < (6!)^2 c < 36 * 40484
> >>>> >
> >>>> > 1457388 < (6!)^2 c < 1457424
> >>>> >
> >>>> > Podemos escolher [(6!)^2 c] = 1457389 (testado via
> >>>> > https://www.dcode.fr/primality-test)
> >>>> >
> >>>> > Até aqui, obtivemos 2.81132137345679012345 < c < 2.81132330246913580246
> >>>> >
> >>>> > A ideia é: dado o intervalo [A_n, B_n] com A_n < (n!)^2 * c < B_n,
> >>>> > precisamos garantir que [A_n*(n+1)^2, B_n*(n+1)^2] também contenha um
> >>>> > primo dentro.
> >>>> >
> >>>>
> >>>> Complementando meu próprio e-mail, eu escreveria este problema da
> >>>> forma a seguir:
> >>>>
> >>>> Construa uma sequência f(1), f(2), . . . da seguinte maneira:
> >>>>
> >>>> - f(1) = 2
> >>>> - para todo N>1, seja P o menor primo maior que (N+1)^2 * f(N);
> >>>>   - Se P > (N+1)^2 * (f(N)+1), então f(N+1) não existe e a sequência é 
> >>>> finita
> >>>>   - Se P < (N+1)^2 * (f(N)+1), então f(N+1) = P (e ainda não sabemos
> >>>> se a sequência é finita ou não).
> >>>>
> >>>> O problema se resume a saber se a sequência é ou não finita.
> >>>>
> >>>> P.S.: joguei na OEIS e nada foi retornado. Você inventou esse problema?
> >>>>
> >>>> > Infelizmente eu não conheço boas estimativas para primos em 
> >>>> > intervalos...
> >>>> >
> >>>> > >
> >>>> > > --
> >>>> > > Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> >>>> > > acredita-se estar livre de perigo.
> >>>>
> >>>> --
> >>>> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> >>>>  acredita-se estar livre de perigo.
> >>>>
> >>>>
> >>>> =========================================================================
> >>>> Instru�ões para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
> >>>> http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
> >>>> =========================================================================
> >>>
> >>>
> >>> --
> >>> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> >>> acredita-se estar livre de perigo.
> >>
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> >> Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> >> acredita-se estar livre de perigo.
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> > Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
> > acredita-se estar livre de perigo.

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Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antiv�rus e
 acredita-se estar livre de perigo.


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Instru��es para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
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