Não vou entrar na discussão sobre modelo organizacional e decisório que aparentemente todo mundo está disposto a discutir. Não sei o que discutiram no retreat, nem o que foi definido e sinceramente, não tenho vontade de saber neste momento. Meus problemas resumem-se ao projeto Gastos Abertos que é um dos projetos que estava participando de perto.
Por isso vou comentar um trecho do email do Oda: O GA, nosso maior projeto e que envolve mais a OKBR quase implodiu por > descuido do gestor anterior, coincidentemente, nosso DE. > O que exatamente você quer dizer com "quase implodiu"? Esse tipo de comentário é extremamente leviano se não dar o mínimo de contexto ou métrica a qual está avaliando. Algum prazo que não foi cumprido? Os resultados e trabalhos realizados até o momento não foram satisfatórios? Se não foram, por quê? Perguntas objetivas, respostas objetivas. Sem achismos, sem desvios quanto ao que estou perguntando. Me aponte o que era esperado, onde estão os prazos e mostre o que não foi alcançado. Eu trabalhei em diversos projetos da okfn-br, Mosaico Orçamentário, VaiMudar, EuVoto, MIRA, Dialogando, Queremos Saber, e até hoje nunca vi um projeto que sofresse tamanha análise "minuciosa/rigorosa" como o Gastos Abertos. Todos os outros projetos ou as opiões por parte da famosa "comunidade" foram inexistentes, ou com comentários pontuais. E argumentar que o projeto Gastos Abertos merece um acompanhamento mais de perto por ser um projeto do Google ou ter uma orçamento maior que o resto vai levantar mais questões. Quem quiser se contextualizar sobre em que pé o projeto Gastos Abertos se encontrava antes de ter ocorrido o "boicote" (sim boicote, mais sobre isso em breve), existe: * O vídeo do Andres: https://devcolab.each.usp.br/owncloud/public.php?service=files&t=d6a461b3050aabd1cb468796c666351b * Resumo do que foi alcançado até o momento: https://github.com/okfn-brasil/documents/blob/master/gastos_abertos/gastos_abertos_historico.md * Esboço do plano de trabalho do projeto: https://github.com/okfn-brasil/documents/blob/master/gastos_abertos/gastos_abertos.md Ou vejam as discussões que passaram pela lista do Gastos Abertos Dev como: * [Gastosabertos-dev] O que focar? https://lists.okfn.org/pipermail/gastosabertos-dev/2015-March/000167.html Esse último email foi enviado no dia 24 de Março e tudo que foi proposto para ser discutido aí simplesmente morreu, não existiu feedback fora o dos desenvolvedores. E eu sugeri para que a "zeladora" do projeto, Gisele da Silva Craveiro, lesse esse email e opinasse e a resposta dela foi nula, como esperado de uma parasita organizacional (ou carreirista). Sim, aqui eu chego na questão que me acompanha a tempos e que provavelmente não vou obter nenhuma resposta objetiva nesta lista. A Gisele da Silva Craveiro claramente boicotou o projeto, claramente com todos seus movimentos políticos conseguiu convencer diversas pessoas que o projeto estava indo pro buraco, correndo todo tipo de risco e que isso poderia prejudicar a imagem dela. Aliás, ela explícitamente falou isso em uma da reuniões (Jonaya presente, com certeza não esqueceu): "o que me preocupa com esse projeto é o meu nome, falei pra muita gente X e Y e não quero sujar meu nome". Mas qual imagem é essa senhora Gisele? Qual imagem é essa que tanto tenta preservar? Você é pra mim um símbolo dos maiores problemas que existe no terceiro setor e nas instituições públicas do Brasil. Criaturas incompetentes mas que paradoxalmente conseguem continuar a existir. Alguém que é formado em Ciências da Computação mas demonstrou em inúmeras situações simplesmente desconhecer o mínimo esperado da área (se alguém duvida, veja o currículo Lattes da "exímia" pesquisador, ou simplesmente analise a tecnologia utilizado no projeto Cuidando do Meu Bairro. Como alguém deixou um aluno tão desamparado a ponto de não questionar minimamente as escolhas tecnológicas feitas? E não! Não estou falando de detalhes insignificantes, escolha de linguagem ou frameworks, estou falando de escolhas tecnológicas fundamentalmente erradas. Quer saber mais? Eu posso explicar, nas não vou entrar neste email em detalhes técnicos). Alguém que participa de um projeto tecnológico e simplesmente até o momento não conseguiu agregar em nada com seu suposto conhecimento na área, pelo menos o conhecimento esperado de alguém que surpreendentemente possui um cargo que exigiria isso. Alguém que não consegue responder às perguntas mais básicas como "se fizermos uma API com esses dados de execução orçamentária, você pode vir a utilizar no seu projeto"? E alguns que chegaram até aqui devem estar pensando que isto é uma acusação, um ataque baixo ad hominen. Mas sei que muitos que estão aqui compartilham dessa opinião. Cansei de ouvir pessoas comentarem a mesma coisa que estou falando aqui, mas nunca ouvi um comentário público. Aqui surge mais uma dúvida, como alguém tão claramente incompetente consegue se safar de uma crítica mais rigorosa? Como consegue convencer as outras pessoas de que projeto tecnológico está com problemas? Como alguém ouve a opinião de um qualquer numa área a qual essa pessoa claramente não possui o menor domínio? Acho que aqui o Brasil é um habitat natural para essas criaturas a qual eu denomino parasitas organizacionais, pessoas incompetentes e inseguras que utilizam-se puramente de política e manipulações do sistema para continuarem a existir. Mas uma coisa eu tenho certeza, esses parasitas sabem o que são, sabem que estão em cargos errados e talvez por isso mesmo lutem com tanta força e de forma tão vil para manterem-se no poder. Pois no final talvez isso seja a única coisa que elas sabem, que no Brasil não é necessário mérito, não é necessário sabedoria, é necessário saber jogar e manipular. É Gisele... só tenho pena dos seus alunos, dos que infelizmente cairem sobre sua orientação. E.
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