Olá, Não me parece que com desqualificações pessoais se consegue convencer pessoas. Deveríamos debater ideias, concepções e ter em vistas as normas pactuadas para superar conflitos.
Trabalho com a Gisele há dez anos e posso certificar que ela é exatamente o contrário do descrito na mensagem: uma pessoa competente, séria, aberta, franca e excelente professora e pesquisadora. O trabalho dela na OKBr conta muito pouco para ela na carreira acadêmica - para a CAPES e USP não conta nada. Ela faz isso por que realmente acredita. Se o fracasso dos Gastos Abertos a prejudica, com certeza não é pela carreira, mas como ativista da abertura dos dados abertos, com os financiadores da própria OKBr. Isso prejudica o trabalho que ela faz na linha de frente pela organização. Feita provavelmente no calor da emoção, a mensagem foi extremamente grosseira com uma pessoa que tem um trabalho muito importante e de LONGO TEMPO pelos movimentos "open". Em minha opinião, ela merece um pedido de desculpas. Jorge ----- Mensagem original ----- > De: "Edgar Zanella Alvarenga" <[email protected]> > Para: "Grupo de interesse em conhecimento livre no Brasil, > especialmente dados abertos" <[email protected]> > Enviadas: Quarta-feira, 3 de Junho de 2015 0:59:37 > Assunto: [okfn-br] Sobre a "quase" implosão do projeto Gastos Abertos > Não vou entrar na discussão sobre modelo organizacional e decisório > que aparentemente todo mundo está disposto a discutir. Não sei o que > discutiram no retreat, nem o que foi definido e sinceramente, não > tenho vontade de saber neste momento. Meus problemas resumem-se ao > projeto Gastos Abertos que é um dos projetos que estava participando > de perto. > Por isso vou comentar um trecho do email do Oda: > > O GA, nosso maior projeto e que envolve mais a OKBR quase implodiu > > por > > > descuido do gestor anterior, coincidentemente, nosso DE. > > O que exatamente você quer dizer com "quase implodiu"? Esse tipo de > comentário é extremamente leviano se não dar o mínimo de contexto ou > métrica a qual está avaliando. Algum prazo que não foi cumprido? Os > resultados e trabalhos realizados até o momento não foram > satisfatórios? Se não foram, por quê? Perguntas objetivas, respostas > objetivas. Sem achismos, sem desvios quanto ao que estou > perguntando. Me aponte o que era esperado, onde estão os prazos e > mostre o que não foi alcançado. > Eu trabalhei em diversos projetos da okfn-br, Mosaico Orçamentário, > VaiMudar, EuVoto, MIRA, Dialogando, Queremos Saber, e até hoje nunca > vi um projeto que sofresse tamanha análise "minuciosa/rigorosa" como > o Gastos Abertos. > Todos os outros projetos ou as opiões por parte da famosa > "comunidade" foram inexistentes, ou com comentários pontuais. E > argumentar que o projeto Gastos Abertos merece um acompanhamento > mais de perto por ser um projeto do Google ou ter uma orçamento > maior que o resto vai levantar mais questões. > Quem quiser se contextualizar sobre em que pé o projeto Gastos > Abertos se encontrava antes de ter ocorrido o "boicote" (sim > boicote, mais sobre isso em breve), existe: > * O vídeo do Andres: > https://devcolab.each.usp.br/owncloud/public.php?service=files&t=d6a461b3050aabd1cb468796c666351b > * Resumo do que foi alcançado até o momento: > https://github.com/okfn-brasil/documents/blob/master/gastos_abertos/gastos_abertos_historico.md > * Esboço do plano de trabalho do projeto: > https://github.com/okfn-brasil/documents/blob/master/gastos_abertos/gastos_abertos.md > Ou vejam as discussões que passaram pela lista do Gastos Abertos Dev > como: > * [Gastosabertos-dev] O que focar? > https://lists.okfn.org/pipermail/gastosabertos-dev/2015-March/000167.html > Esse último email foi enviado no dia 24 de Março e tudo que foi > proposto para > ser discutido aí simplesmente morreu, não existiu feedback fora o dos > desenvolvedores. > E eu sugeri para que a "zeladora" do projeto, Gisele da Silva > Craveiro, lesse esse email > e opinasse e a resposta dela foi nula, como esperado de uma parasita > organizacional (ou carreirista). > Sim, aqui eu chego na questão que me acompanha a tempos e que > provavelmente não > vou obter nenhuma resposta objetiva nesta lista. > A Gisele da Silva Craveiro claramente boicotou o projeto, claramente > com todos seus > movimentos políticos conseguiu convencer diversas pessoas que o > projeto estava indo > pro buraco, correndo todo tipo de risco e que isso poderia prejudicar > a imagem dela. > Aliás, ela explícitamente falou isso em uma da reuniões (Jonaya > presente, com certeza > não esqueceu): "o que me preocupa com esse projeto é o meu nome, > falei pra muita gente > X e Y e não quero sujar meu nome". > Mas qual imagem é essa senhora Gisele? Qual imagem é essa que tanto > tenta preservar? > Você é pra mim um símbolo dos maiores problemas que existe no > terceiro setor e nas > instituições públicas do Brasil. Criaturas incompetentes mas que > paradoxalmente conseguem continuar a existir. > Alguém que é formado em Ciências da Computação mas demonstrou em > inúmeras situações simplesmente desconhecer o mínimo esperado da > área (se alguém duvida, veja o currículo Lattes da "exímia" > pesquisador, ou simplesmente analise a tecnologia utilizado no > projeto Cuidando do Meu Bairro. Como alguém deixou um aluno tão > desamparado a ponto de não questionar minimamente as escolhas > tecnológicas feitas? E não! Não estou falando de detalhes > insignificantes, escolha de linguagem ou frameworks, estou falando > de escolhas tecnológicas fundamentalmente erradas. Quer saber mais? > Eu posso explicar, nas não vou entrar neste email em detalhes > técnicos). > Alguém que participa de um projeto tecnológico e simplesmente até o > momento não conseguiu agregar em nada com seu suposto conhecimento > na área, pelo menos o conhecimento esperado de alguém que > surpreendentemente possui um cargo que exigiria isso. Alguém que não > consegue responder às perguntas mais básicas como "se fizermos uma > API com esses dados de execução orçamentária, você pode vir a > utilizar no seu projeto"? > E alguns que chegaram até aqui devem estar pensando que isto é uma > acusação, um ataque baixo ad hominen. Mas sei que muitos que estão > aqui compartilham dessa opinião. Cansei de ouvir pessoas comentarem > a mesma coisa que estou falando aqui, mas nunca ouvi um comentário > público. Aqui surge mais uma dúvida, como alguém tão claramente > incompetente consegue se safar de uma crítica mais rigorosa? Como > consegue convencer as outras pessoas de que projeto tecnológico está > com problemas? Como alguém ouve a opinião de um qualquer numa área a > qual essa pessoa claramente não possui o menor domínio? > Acho que aqui o Brasil é um habitat natural para essas criaturas a > qual eu denomino parasitas organizacionais, pessoas incompetentes e > inseguras que utilizam-se puramente de política e manipulações do > sistema para continuarem a existir. Mas uma coisa eu tenho certeza, > esses parasitas sabem o que são, sabem que estão em cargos errados e > talvez por isso mesmo lutem com tanta força e de forma tão vil para > manterem-se no poder. Pois no final talvez isso seja a única coisa > que elas sabem, que no Brasil não é necessário mérito, não é > necessário sabedoria, é necessário saber jogar e manipular. > É Gisele... só tenho pena dos seus alunos, dos que infelizmente > cairem sobre sua orientação. > E. > _______________________________________________ > okfn-br mailing list > [email protected] > https://lists.okfn.org/mailman/listinfo/okfn-br > Unsubscribe: https://lists.okfn.org/mailman/options/okfn-br
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