Pessoal, é com enorme alegria que informo que nossa biblioteca recebeu a doação de mais 3 livros! São eles:
- Livro Copyfight <http://copyfight.me/livro-copyfight/>, doado pela Bia Martins, do GT de Ciência Aberta - Autoria em Rede: os novos processos autorais através das redes eletrônicas <https://autoriaemrede.wordpress.com/>, também doado pela Bia Martins - Ciência Aberta, Questão Abertas <http://br.okfn.org/2015/08/08/ciencia-aberta-questoes-abertas-lancamento-do-livro/>, doado pela professora Sarita Albagli ontem no lançamento do livro aqui em São Paulo! Já temos 6 livros! São eles: - Hacktivismo, por Santiago Siri, doado pelo próprio autor - Orçamento e Cidadania, por Odilon Guedes, doado por mim - Manual do Terceiro Setor, Instituto Proboni, doado por esse instituto Os livros de ciência aberta e hacktivismo tem até dedicatória! :D Obrigado, Sarita e Bia! Everton Em 31 de julho de 2015 10:17, Everton Zanella Alvarenga <[email protected]> escreveu: > Caros, > > quarta-feira que vem, às 10h, discutiremos sobre a biblioteca da Open > Knowledge Brasil. Como vimos no recente mapeamento do Ministério da > Cultura, o Brasil possui em torno de 6000 mil bibliotecas, muitos em > situações terríveis descritas aqui na lista. Lembro de já ter lido > comparações entre o número de bibliotecas per capita no Brasil, Chile e > Argentina, ficando nós muito atrás. > > É uluante discutirmos sobre nossas bibliotecas e o estímulo à leitura > (vamos pensar em algo em breve em relação a isso?). > > Sem leitores, nosso trabalho será em vão. Todos estão gentilmente > convidados a participar. > > Tom > > Em 26 de julho de 2015 23:52, Neide De Sordi <[email protected]> escreveu: > >> Tom, >> Posso contribuir também na definição da arquitetura e na redação do >> projeto, tenho mestrado em Ciência da Informação. >> Alem de títulos adquiridos pode-se reunir títulos de documentos digitais >> de interesse da OKFN-BR disponíveis nos diversos repositórios das >> universidades e instituições de pesquisa e formar um acervo que possa >> apoiar as atividades da organização. >> Att. >> Neide >> >> >> Enviado do meu celular >> >> Em 26/07/2015, às 11:17, Everton Zanella Alvarenga <[email protected]> >> escreveu: >> >> Olá Marcos! >> >> Em 24 de julho de 2015 12:35, MarcosCarvalho < >> [email protected]> escreveu: >> >> Compareci ao evento realizado ontem: "Democracia e Internet". Há anos eu >>> estou procurando um espaço para atuar mais significativamente nas >>> necessidades da nossa sociedade. Não conhecia o Open Knowledge Brasil. >>> Gostaria de obter mais informações sobre o grupo. Ao navegar pelo fórum >>> percebi que posso dar alguma contribuição. >>> >> >> >> Que bom seu interesse em colaborar com a organização! Como você disse que >> está mais interessado na ideia da biblioteca da Open Knowledge Brasil, vou >> responder mais sobre esse projeto. >> >> >>> >>> Como poderia me auxiliar? Quem devo contatar? >>> >> >> >> Em relação ao projeto da bilbioteca, eu posso auxiliar. Como falei no >> início, só vou tocar o projeto com financiamento se alguém me auxiliar na >> coordenação. No momento ele está sendo tocado de forma voluntária por mim, >> mas a idea é expandir o projeto. Atualmente temos 2 livros, o sobre >> orçamento e cidadania, do Odilon Guedes, e recebemos na última sexta-feiro, >> do Santiago Siri, o livro 'Hacktivismo, la red y su alcance para >> revolucionar el poder'. >> >> Eu gostaria de usar o sistema de subsídios da Wikimedia Foundation < >> https://meta.wikimedia.org/wiki/Grants:Start> para pedirmos verba para a >> compra de mais livros e outros gastos que teríamos com esse projeto. Se >> alguém quiser ficar responsável pelo projeto (coordená-lo), tanto melhor! >> Posso ajudar a escrever o pedido de recursos mais para a segunda metade de >> agosto. >> >> A Neide já mostrou disponibilidade para contribuir >> <http://open-knowledge-foundation-brasil-rede-pelo-conhecimento-livre.50579.x6.nabble.com/okfn-br-Bibliotecas-OKFN-td4942.html> >> com sua experiência como bibliotecária, o que seria fundamental para a >> catologação dos nossos livros e visão sistêmica do projeto. >> >> Você quer ajudar a escrever o projeto para captarmos recursos? A OKBR é >> muito nova, não temos nem dois anos. Até o momento quem captou a maior >> parte dos recursos fui eu (o que faz todo sentido, tenho mais tempo e é meu >> papel), muitas vezes em colaboração com outras pessoas interessadas em >> executar projetos através da nossa organização. Outras pessoas também >> contribuiram com a captação de recursos, a Gisele Craveiro < >> [email protected]>, o Marco Túlio <[email protected]>, o Tel >> Amiel <[email protected]>, a Heloisa Pait <[email protected]>, a Daniela >> Mattern e, mais recentemente, o Alexandre Abdo <[email protected]>. >> >> Então fica minha sugestão para uma primeira contribuição. Você também >> pode falar com os coordenadores dos projetos da OKBR e ver se pode >> contribuir de alguma forma. A melhor forma é acompanhar o projeto por um >> tempo, se for do seu interesse, entender sua dinâmica e entrar em contato >> direto com seu coordenador, pois ele ou ela será a pessoa que melhor >> conseguirá explicar como você pode envolver-se diante de suas expectativas. >> >> Em tempo, li esses dias uma matéria sobre por que o brasileiro lê tão >> pouco >> <http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2015/04/por-que-os-brasileiros-leem-tao-pouco-4735112.html>. >> As estatísticas, apesar de péssimas, não espantam. Mas acho interessante o >> que dizem sobre nossa cultura oral para a transmissão de informação e o >> fato de começarmos a alfabetizar nosso povo muito tarde, na décade de 60, >> quando o audiovisual começou a ser mais disseminado no país, ou seja, >> passamos de um país analfabeto para um país vendo TV. E se formos pensar no >> contexto histórico, foi justamente na década em que uma ditadura militar se >> instaurou no país, que usava muito a TV para amansar sua população (vide o >> papel da rede Globo de televisão). Não só isso, me parece que além de >> começarmos a alfabetizar muito tarde, os livros começaram a circular no >> país também muito tarde, pois antes eram proibidos pelo império português. >> Se não me engano, não faz nem 2 séculos que livros começaram a circular por >> aqui, enquanto em outros locais já tínhamos o movimento iluminista entre a >> elite intelectual europeia fazia muito tempo. >> >> Pensando agora no nosso trabalho de abrir o conhecimento trancado para >> ampliar o seu acesso, acho que a ideia da biblioteca pode ir além de uma >> mera coleção de livros (eletrônicos ou impressos). Pode ser um símbolo para >> o que queremos fazer sabendo da importância do acesso ao conhecimento. E >> temos que ir além, promovendo debates e grupos de estudos além dos muros >> das escolas. >> >> Abraços, >> >> Tom >> >> >
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