Prezado Geraldo e demais integrantes do departamento de defesa profissional 
da SBORL

Aproveito para perguntar o que h� de errado com os termos de ci�ncia e 
consentimento.  Faz mais de 2 meses que venho solicitando os blocos dos 
termos junto ao Rio de Janeiro, j� enviei fax com a solicita��o preenchida e 
at� hoje n�o recebi os termos, nem sequer alguma explica��o do que est� 
ocorrendo.  Tenho usado xerox dos termos que comprei Porto Alegre.  Acho que 
para realmente implementarmos seu uso, os termos devem ser mais facilmente 
adquiridos.
Espero que a resolu�ao para este problema seja breve.
Obrigada
Viviane


>From: "Geraldo Druck Sant'Anna" <[EMAIL PROTECTED]>
>Reply-To: [EMAIL PROTECTED]
>To: "Lista de ORL" <[EMAIL PROTECTED]>
>Subject: [otorri.] Defesa Profissional e SBORL
>Date: Mon, 17 Jul 2000 20:15:37 -0300
>
>
>----- Original Message -----
>From: Marcos Sarvat
>To: [EMAIL PROTECTED]
>Sent: Friday, July 14, 2000 8:48 PM
>Subject: Defesa Profissional e SBORL
>
>
>Prezados Ana Maria Braga e Ricardo Bento, e demais colegas de grupo:
>(Mensagem enviada em 8/7 e por n�o ter entrado, segue repetida hoje, 14/7)
>
>Em nome dos diretores do Depto. de Defesa Profissional da SBORL, desejo 
>manifestar nossa inteira concord�ncia com seu clamor por mais espa�o, tempo 
>e reuni�es sobre Defesa Profissional, a��o que realmente vai muito al�m de 
>defender honor�rios. Eu diria at� (heresia?) que esse conceito engloba 
>todas as a��es da Sociedade, e de cada um de n�s, mais ou menos 
>explicitamente.
>
>Vale a frase: todo ato � pol�tico, e se omitir j� � tamb�m uma pos���o 
>(lament�vel, acho eu).
>Ali�s, omiss�o ainda � um problema s�rio de nossa especialidade e classe, e 
>precisamos nos re-unir mais, e propormos e executarmos nossas solu��es. E 
>para isso, temos que estarmos informados, lermos boletins, jornais de 
>classe, enviarmos coment�rios, sugest�es, cartas e participarmos mais e 
>mais da elabora��o conjunta de tais propostas concretas, t�o desejadas por 
>todos. E sermos h�beis para filtramos os interesses pessoais e econ�micos 
>que permeiam, invadem e corroem todas as estruturas de conv�vio social - 
>colegas mais novos: n�o se iludam, essa cloaca eu j� vi!
>
>Por exemplo, a seguir est�o as Resolu��es do �ltimo Congresso: a Carta de 
>Porto Alegre, e pergunto a todos n�s, que deliberamos por esse texto em 
>longas reuni�es que envolveram 117 colegas, e que todos n�s aprovamos em 
>Assembl�ia: quem de n�s realmente se empenhou em seguir e aplicar em seu 
>dia-a-dia, cada detalhe dessa bela Carta - tirar do papel e por na pr�tica?
>
>Vale frisar que muito foi e vem sendo feito, pelos diretores e pelos 
>s�cios, e a SBORL hoje encontra-se numa posi��o bastante avan�ada em termos 
>de conscientiza��o e mobiliza��o - ainda n�o t�o bem quanto a 
>Anestesiologia, mas bem melhor do que a maioria das especialidades, mesmo 
>considerando os muitos problemas que ainda temos a resolver.
>
>E para colaborar nessa luta n�o � necess�rio convite, basta ligar e se 
>dispor a debater, comparecer, dedicar enfim algum tempo a esses temas, que 
>a maioria ainda acha desinteressantes... Mas sentimos que a corda vai 
>apertando e essa no��o vai mudando, e professores, chefes de servi�os, 
>"formadores de opini�o" e os colegas em geral v�o questionando o "porque as 
>coisas est�o como est�o, (ou como achamos que estejam) e o que fazer para 
>mud�-las?"
>
>Bem, mas de qualquer modo, convido a todos os componentes desse formid�vel 
>grupo da USP justamente para debatermos tudo isso, participando do 2� F�rum 
>de �tica e Defesa Profissional em ORL, cujo Programa base est� aqui a 
>seguir.
>
>Teremos o dia 16 de outubro, 2a feira de 9.30 �s 18 horas, na v�spera do 
>Congresso de Natal, justamente para "amolarmos nosso bisturi" juntos - 
>lembro a historinha do lenhador e seu serrote sem corte, como suava e nada 
>cortava, e que dizia que n�o tinha tempo para amolar o serrote, e com isso 
>se cansava mais e era muito menos eficiente...igual � m�dico atendendo, 
>atendendo, e pouco rendendo, e por a� vai...
>
>Agrade�o as sugest�es (ainda h� tempo) e as inscri��es para o F�rum 
>(gratuitas) via [EMAIL PROTECTED] e envio forte abra�o aos colegas que 
>sinceramente falam e participam !
>
>Marcos Sarvat (RJ) [EMAIL PROTECTED]
>Diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
>Marcos Nemetz (SC) [EMAIL PROTECTED]
>Vice-diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
>Paulo Perazzo (BA) [EMAIL PROTECTED]
>Secret�rio - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
>Geraldo Druck Sant'Anna(RS) [EMAIL PROTECTED]
>
>
>2� F�rum Nacional de �tica e Defesa Profissional
>em Otorrinolaringologia
>16 de outubro de 2000 - Natal RN
>Convidados:
>
>Eleuses Paiva - Presidente da Associa��o M�dica Brasileira
>Eduardo Vaz - Diretor de Defesa Profissional da AMB
>
>Projeto e contexto:
>
>Ser�o 5 mesas simult�neas, em salas separadas, pr�ximas, de 9.30 �s 12 e de 
>13.30 �s 15.30 h, seguidas de Sess�o Plen�ria conclusiva, de 16.00 �s 18.00 
>horas, aberta e divulgada a todo os congressistas. (neste hor�rio, muitos 
>j� dever�o ter chegado e poder�o desejar acompanhar as conclus�es e 
>delibera��es).
>
>Cada Mesa ter� 2 coordenadores, e participam 20 a 25 colegas - 1 convidado 
>pela SBORL de cada estado, em c�rculo, como foi em Porto Alegre, e se 
>iniciam com palestra sobre o tema a cargo dos dois coordenadores, que devem 
>nomear 1 secret�rio que deva auxili�-los a registrar as sess�es, e redigir 
>(entre 15.30 e 16 horas) em computador suas sugest�es e delibera��es do 
>grupo sobre o tema, para a "Carta de Natal", a ser publicada e distribu�da 
>a todos os ORLs brasileiros, da forma como for aprovada em Assembl�ia 
>ordin�ria da SBORL.
>
>A Plen�ria se iniciar� com apresenta��es em 5 m�dulos: cada grupo ter� 5 
>minutos para apresentar sua an�lise, seguida de 10 minutos de coment�rios e 
>esclarecimentos, totalizando 1h 15 minutos. A seguir teremos 20 minutos 
>para vota��es e Conclus�es Finais do F�rum, e mais 20 a 25 minutos para o 
>pronunciamento do presidente e do diretor de Defesa Profissional da AMB.
>
>Obs: A fun��o dos 2 convidados e dos 3 coordenadores ser� de circular 
>continuamente entre as 5 mesas, participando eventualmente (� vontade, sem 
>respeitar inscri��o) das discuss�es, com interfer�ncias pontuais, curtas e 
>objetivas, frisando pontos ou esclarecendo d�vidas ou perspectivas - 
>enquadrando vis�es de especialidade �s quest�es mais amplas da Medicina e 
>da classe como um todo - fun��o de "guia geral".
>
>Realiza��o:
>SBORL - Departamento de Defesa Profissional e Comiss�o de �tica e 
>Julgamento
>
>Presidentes do F�rum � Pres. da SBORL Dr. Luc Weckx (SP) e Pres. do 
>Congresso Dr. Pedro Cavalcanti (RN)
>Coordena��o Geral: Marcos Sarvat (RJ), Iliam Cardoso (GO) e Luiz Ubirajara 
>Sennes (SP)
>
>Mesa 1 - "Evitando a��es e suas complica��es"
>coord. Marcos Nemetz (SC) e Get�lio Camporez (ES)
>Aspectos jur�dicos - Avalia��o dos Termos de Ci�ncia e Consentimento 
>(TCCs); como anda em cada estado a quest�o de processos contra m�dicos e em 
>especial contra ORLs - levantamento nacional; aspectos de responsabilidade 
>civil e penal; Manual de Medicina Defensiva: utilidade e repercuss�o; a 
>quest�o da assessoria jur�dica da SBORL: sim ou n�o?, luxo ou necessidade?, 
>nacional, por regi�es, formas de contrato.
>
>Mesa 2 - "Descuidando da casa?"
>coord. Agr�cio Crespo (SP) e Reginaldo Fujita (SP)
>Aspectos administrativos - efici�ncia e produtividade; administra��o e 
>chefia de servi�o p�blico; como obter aux�lio e doa��es; e no setor 
>privado, como perder menos tempo; como gastar menos e ganhar mais na 
>atividade privada de cl�nica e consult�rio; aspectos legais, cont�beis, 
>fiscais, pessoa f�sica e jur�dica, cl�nica e consult�rio; vantagens e 
>desvantagens; troca de experi�ncias, dicas, sugest�es e formas de 
>organiza��o interna do trabalho m�dico e de outros profissionais; t�cnicas 
>de motiva��o em trabalho, pesquisa - como organizar seu tempo; como incluir 
>empregados: registrar, contratar, assinar carteira, remunerar por 
>percentual, participa��o nos lucros, produtividade, etc.
>
>Mesa 3 - "Concorr�ncia �tica ou guerra?
>coord. Paulo Perazzo (BA) e Alfredo Dell'Aringa (SP)
>Aspectos de concorr�ncia e propaganda - Onde estamos e o que propomos. As 
>atividades que fazem fronteira com a ORL - a��es,rea��es, conflitos 
>esolu��es; pacificar ou guerrear; �reas m�dicas e n�o-m�dicas; �tica m�dica 
>x �tica comercial; credenciamento x mercado aberto; como se lan�ar no 
>mercado: ci�ncia, trabalho ou propaganda?; A��es de servi�o p�blico, 
>sociedade cient�fica, cl�nica e pessoas; ve�culos de comunica��o de massa: 
>usar ou abusar?; informa��o de interesse p�blico x promo��o pessoal; a��es 
>da SBORL: contradizer, advertir, coibir, punir, expulsar?
>
>Mesa 4 - "A Uni�o faz a for�a?"
>coord. Geraldo Sant'Anna (RS) e Jo�o Deodato (CE)
>Mobiliza��o dos m�dicos em Centrais - Departamentos e/ou cooperativas para 
>centralizar a negocia��o com planos de sa�de e com o Estado; Ser� essa a 
>melhor forma de equilibrar for�as com os planos e defender o m�dicos? 
>Cr�ticas a cada um dos modelos existentes nos diversos estados. Aspectos 
>legais e pol�ticos, vantagens e desvantagens, solu��es e problemas; 
>Mecanismos de mobiliza��o de m�dicos ORL: motivos, formas, t�cnicas e 
>experi�ncias de agrega��o de profissionais; Os Termos de Ades�o-Procura��o: 
>como obter assinaturas e apoio de fato; como coibir que uma minoria que 
>avilta a classe se favore�a da luta coletiva; como pressionar a favor de 
>regras �ticas de concorr�ncia: a��o pol�tica, legal ou �tica - atrav�s dos 
>CRMs? Deliberar a��es da SBORL: advertir, coibir, punir, expulsar?
>
>Mesa 5 - "Evitando abusos, por auto-controle ou controle externo?"
>coord. Alberto Nudelman (RS) e Francisco Paula Lima (DF)
>Auditoria e Per�cia em ORL - Controle da atividade do 
>otorrinolaringologista; Cr�tica e auto-cr�tica: o reflexo da qualidade da 
>forma��o do m�dico no gerenciamento da Medicina; Vis�o p�blica e privada; 
>Existe forma �tica de gerenciamento?; Casos cl�nicos de per�cia em 
>Otorrinolaringologia; Como avaliar insalubridade e atestar doen�a 
>ocupacional em ORL; Perito: nomeado pelo juiz ou indicado pela SBORL (ou 
>Sociedade local); Per�cia gratuita: � obrigat�rio aceitar nomea��o?
>
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