Prezada Viviane e demais colegas:
Concordo que tais dificuldades n�o devem ocorrer, e j� solicitei hoje � SBORL que lhe envie seus TCCs, pois ao que nos consta a distribui��o est� fluindo normalmente, a pre�o de custo.
Al�m disso, recentemente obtivemos o apoio de um laborat�rio que est� fornecendo tamb�m, agora sem custo, uma boa quantidade de blocos.
Aproveito para saber se mais colegas est�o tendo este problema, que � claro, temos todo o interesse em resolver, pois recomendamos que o uso dos TCCs se torne f�cil e habitual: "antes prevenir do que tentar remediar".
E os colegas que estejam usando, quais s�o suas impress�es?
� sua disposi��o
Marcos Sarvat
Diretor de Defesa Profissional da SBORL
 
----- Original Message -----
From: viviane marques <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Tuesday, July 18, 2000 11:48 PM
Subject: Re: [otorri.] Defesa Profissional e SBORL

> Prezado Geraldo e demais integrantes do departamento de defesa profissional
> da SBORL
>
> Aproveito para perguntar o que h� de errado com os termos de ci�ncia e
> consentimento.  Faz mais de 2 meses que venho solicitando os blocos dos
> termos junto ao Rio de Janeiro, j� enviei fax com a solicita��o preenchida e
> at� hoje n�o recebi os termos, nem sequer alguma explica��o do que est�
> ocorrendo.  Tenho usado xerox dos termos que comprei Porto Alegre.  Acho que
> para realmente implementarmos seu uso, os termos devem ser mais facilmente
> adquiridos.
> Espero que a resolu�ao para este problema seja breve.
> Obrigada
> Viviane
>
>
> >From: "Geraldo Druck Sant'Anna" <[EMAIL PROTECTED]>
> >Reply-To: [EMAIL PROTECTED]
> >To: "Lista de ORL" <[EMAIL PROTECTED]>
> >Subject: [otorri.] Defesa Profissional e SBORL
> >Date: Mon, 17 Jul 2000 20:15:37 -0300
> >
> >
> >----- Original Message -----
> >From: Marcos Sarvat
> >To: [EMAIL PROTECTED]
> >Sent: Friday, July 14, 2000 8:48 PM
> >Subject: Defesa Profissional e SBORL
> >
> >
> >Prezados Ana Maria Braga e Ricardo Bento, e demais colegas de grupo:
> >(Mensagem enviada em 8/7 e por n�o ter entrado, segue repetida hoje, 14/7)
> >
> >Em nome dos diretores do Depto. de Defesa Profissional da SBORL, desejo
> >manifestar nossa inteira concord�ncia com seu clamor por mais espa�o, tempo
> >e reuni�es sobre Defesa Profissional, a��o que realmente vai muito al�m de
> >defender honor�rios. Eu diria at� (heresia?) que esse conceito engloba
> >todas as a��es da Sociedade, e de cada um de n�s, mais ou menos
> >explicitamente.
> >
> >Vale a frase: todo ato � pol�tico, e se omitir j� � tamb�m uma pos���o
> >(lament�vel, acho eu).
> >Ali�s, omiss�o ainda � um problema s�rio de nossa especialidade e classe, e
> >precisamos nos re-unir mais, e propormos e executarmos nossas solu��es. E
> >para isso, temos que estarmos informados, lermos boletins, jornais de
> >classe, enviarmos coment�rios, sugest�es, cartas e participarmos mais e
> >mais da elabora��o conjunta de tais propostas concretas, t�o desejadas por
> >todos. E sermos h�beis para filtramos os interesses pessoais e econ�micos
> >que permeiam, invadem e corroem todas as estruturas de conv�vio social -
> >colegas mais novos: n�o se iludam, essa cloaca eu j� vi!
> >
> >Por exemplo, a seguir est�o as Resolu��es do �ltimo Congresso: a Carta de
> >Porto Alegre, e pergunto a todos n�s, que deliberamos por esse texto em
> >longas reuni�es que envolveram 117 colegas, e que todos n�s aprovamos em
> >Assembl�ia: quem de n�s realmente se empenhou em seguir e aplicar em seu
> >dia-a-dia, cada detalhe dessa bela Carta - tirar do papel e por na pr�tica?
> >
> >Vale frisar que muito foi e vem sendo feito, pelos diretores e pelos
> >s�cios, e a SBORL hoje encontra-se numa posi��o bastante avan�ada em termos
> >de conscientiza��o e mobiliza��o - ainda n�o t�o bem quanto a
> >Anestesiologia, mas bem melhor do que a maioria das especialidades, mesmo
> >considerando os muitos problemas que ainda temos a resolver.
> >
> >E para colaborar nessa luta n�o � necess�rio convite, basta ligar e se
> >dispor a debater, comparecer, dedicar enfim algum tempo a esses temas, que
> >a maioria ainda acha desinteressantes... Mas sentimos que a corda vai
> >apertando e essa no��o vai mudando, e professores, chefes de servi�os,
> >"formadores de opini�o" e os colegas em geral v�o questionando o "porque as
> >coisas est�o como est�o, (ou como achamos que estejam) e o que fazer para
> >mud�-las?"
> >
> >Bem, mas de qualquer modo, convido a todos os componentes desse formid�vel
> >grupo da USP justamente para debatermos tudo isso, participando do 2� F�rum
> >de �tica e Defesa Profissional em ORL, cujo Programa base est� aqui a
> >seguir.
> >
> >Teremos o dia 16 de outubro, 2a feira de 9.30 �s 18 horas, na v�spera do
> >Congresso de Natal, justamente para "amolarmos nosso bisturi" juntos -
> >lembro a historinha do lenhador e seu serrote sem corte, como suava e nada
> >cortava, e que dizia que n�o tinha tempo para amolar o serrote, e com isso
> >se cansava mais e era muito menos eficiente...igual � m�dico atendendo,
> >atendendo, e pouco rendendo, e por a� vai...
> >
> >Agrade�o as sugest�es (ainda h� tempo) e as inscri��es para o F�rum
> >(gratuitas) via [EMAIL PROTECTED] e envio forte abra�o aos colegas que
> >sinceramente falam e participam !
> >
> >Marcos Sarvat (RJ) [EMAIL PROTECTED]
> >Diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
> >Marcos Nemetz (SC) [EMAIL PROTECTED]
> >Vice-diretor - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
> >Paulo Perazzo (BA) [EMAIL PROTECTED]
> >Secret�rio - Departamento de Defesa Profissional da SBORL
> >Geraldo Druck Sant'Anna(RS) [EMAIL PROTECTED]
> >
> >
> >2� F�rum Nacional de �tica e Defesa Profissional
> >em Otorrinolaringologia
> >16 de outubro de 2000 - Natal RN
> >Convidados:
> >
> >Eleuses Paiva - Presidente da Associa��o M�dica Brasileira
> >Eduardo Vaz - Diretor de Defesa Profissional da AMB
> >
> >Projeto e contexto:
> >
> >Ser�o 5 mesas simult�neas, em salas separadas, pr�ximas, de 9.30 �s 12 e de
> >13.30 �s 15.30 h, seguidas de Sess�o Plen�ria conclusiva, de 16.00 �s 18.00
> >horas, aberta e divulgada a todo os congressistas. (neste hor�rio, muitos
> >j� dever�o ter chegado e poder�o desejar acompanhar as conclus�es e
> >delibera��es).
> >
> >Cada Mesa ter� 2 coordenadores, e participam 20 a 25 colegas - 1 convidado
> >pela SBORL de cada estado, em c�rculo, como foi em Porto Alegre, e se
> >iniciam com palestra sobre o tema a cargo dos dois coordenadores, que devem
> >nomear 1 secret�rio que deva auxili�-los a registrar as sess�es, e redigir
> >(entre 15.30 e 16 horas) em computador suas sugest�es e delibera��es do
> >grupo sobre o tema, para a "Carta de Natal", a ser publicada e distribu�da
> >a todos os ORLs brasileiros, da forma como for aprovada em Assembl�ia
> >ordin�ria da SBORL.
> >
> >A Plen�ria se iniciar� com apresenta��es em 5 m�dulos: cada grupo ter� 5
> >minutos para apresentar sua an�lise, seguida de 10 minutos de coment�rios e
> >esclarecimentos, totalizando 1h 15 minutos. A seguir teremos 20 minutos
> >para vota��es e Conclus�es Finais do F�rum, e mais 20 a 25 minutos para o
> >pronunciamento do presidente e do diretor de Defesa Profissional da AMB.
> >
> >Obs: A fun��o dos 2 convidados e dos 3 coordenadores ser� de circular
> >continuamente entre as 5 mesas, participando eventualmente (� vontade, sem
> >respeitar inscri��o) das discuss�es, com interfer�ncias pontuais, curtas e
> >objetivas, frisando pontos ou esclarecendo d�vidas ou perspectivas -
> >enquadrando vis�es de especialidade �s quest�es mais amplas da Medicina e
> >da classe como um todo - fun��o de "guia geral".
> >
> >Realiza��o:
> >SBORL - Departamento de Defesa Profissional e Comiss�o de �tica e
> >Julgamento
> >
> >Presidentes do F�rum - Pres. da SBORL Dr. Luc Weckx (SP) e Pres. do
> >Congresso Dr. Pedro Cavalcanti (RN)
> >Coordena��o Geral: Marcos Sarvat (RJ), Iliam Cardoso (GO) e Luiz Ubirajara
> >Sennes (SP)
> >
> >Mesa 1 - "Evitando a��es e suas complica��es"
> >coord. Marcos Nemetz (SC) e Get�lio Camporez (ES)
> >Aspectos jur�dicos - Avalia��o dos Termos de Ci�ncia e Consentimento
> >(TCCs); como anda em cada estado a quest�o de processos contra m�dicos e em
> >especial contra ORLs - levantamento nacional; aspectos de responsabilidade
> >civil e penal; Manual de Medicina Defensiva: utilidade e repercuss�o; a
> >quest�o da assessoria jur�dica da SBORL: sim ou n�o?, luxo ou necessidade?,
> >nacional, por regi�es, formas de contrato.
> >
> >Mesa 2 - "Descuidando da casa?"
> >coord. Agr�cio Crespo (SP) e Reginaldo Fujita (SP)
> >Aspectos administrativos - efici�ncia e produtividade; administra��o e
> >chefia de servi�o p�blico; como obter aux�lio e doa��es; e no setor
> >privado, como perder menos tempo; como gastar menos e ganhar mais na
> >atividade privada de cl�nica e consult�rio; aspectos legais, cont�beis,
> >fiscais, pessoa f�sica e jur�dica, cl�nica e consult�rio; vantagens e
> >desvantagens; troca de experi�ncias, dicas, sugest�es e formas de
> >organiza��o interna do trabalho m�dico e de outros profissionais; t�cnicas
> >de motiva��o em trabalho, pesquisa - como organizar seu tempo; como incluir
> >empregados: registrar, contratar, assinar carteira, remunerar por
> >percentual, participa��o nos lucros, produtividade, etc.
> >
> >Mesa 3 - "Concorr�ncia �tica ou guerra?
> >coord. Paulo Perazzo (BA) e Alfredo Dell'Aringa (SP)
> >Aspectos de concorr�ncia e propaganda - Onde estamos e o que propomos. As
> >atividades que fazem fronteira com a ORL - a��es,rea��es, conflitos
> >esolu��es; pacificar ou guerrear; �reas m�dicas e n�o-m�dicas; �tica m�dica
> >x �tica comercial; credenciamento x mercado aberto; como se lan�ar no
> >mercado: ci�ncia, trabalho ou propaganda?; A��es de servi�o p�blico,
> >sociedade cient�fica, cl�nica e pessoas; ve�culos de comunica��o de massa:
> >usar ou abusar?; informa��o de interesse p�blico x promo��o pessoal; a��es
> >da SBORL: contradizer, advertir, coibir, punir, expulsar?
> >
> >Mesa 4 - "A Uni�o faz a for�a?"
> >coord. Geraldo Sant'Anna (RS) e Jo�o Deodato (CE)
> >Mobiliza��o dos m�dicos em Centrais - Departamentos e/ou cooperativas para
> >centralizar a negocia��o com planos de sa�de e com o Estado; Ser� essa a
> >melhor forma de equilibrar for�as com os planos e defender o m�dicos?
> >Cr�ticas a cada um dos modelos existentes nos diversos estados. Aspectos
> >legais e pol�ticos, vantagens e desvantagens, solu��es e problemas;
> >Mecanismos de mobiliza��o de m�dicos ORL: motivos, formas, t�cnicas e
> >experi�ncias de agrega��o de profissionais; Os Termos de Ades�o-Procura��o:
> >como obter assinaturas e apoio de fato; como coibir que uma minoria que
> >avilta a classe se favore�a da luta coletiva; como pressionar a favor de
> >regras �ticas de concorr�ncia: a��o pol�tica, legal ou �tica - atrav�s dos
> >CRMs? Deliberar a��es da SBORL: advertir, coibir, punir, expulsar?
> >
> >Mesa 5 - "Evitando abusos, por auto-controle ou controle externo?"
> >coord. Alberto Nudelman (RS) e Francisco Paula Lima (DF)
> >Auditoria e Per�cia em ORL - Controle da atividade do
> >otorrinolaringologista; Cr�tica e auto-cr�tica: o reflexo da qualidade da
> >forma��o do m�dico no gerenciamento da Medicina; Vis�o p�blica e privada;
> >Existe forma �tica de gerenciamento?; Casos cl�nicos de per�cia em
> >Otorrinolaringologia; Como avaliar insalubridade e atestar doen�a
> >ocupacional em ORL; Perito: nomeado pelo juiz ou indicado pela SBORL (ou
> >Sociedade local); Per�cia gratuita: � obrigat�rio aceitar nomea��o?
> >
> >
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