Oi Jorge, que bom que o artigo lhe foi útil...Fico contente em poder retribuir alguma coisa, já que várias das respostas que você dá ao grupo de discussão são muito úteis para mim também.
Quanto às emissões, elas não são fundamentais para o diagnóstico nesse caso (principalmente analisando o custo/benefício para sua paciente na sua cidade), e sim a suspeita clínica com o UCL. As otoemissões podem ajudar nos casos de dúvida quando o UCL está no limite da normalidade. Acho que não seria necessário testá-las agora.
Quando tiver mais notícias, mande-as, OK? Se preferir, meu e-mail é [EMAIL PROTECTED].
Um abraço
 
Tanit
-----Mensagem original-----
De: Jorge Henrique Arrais de Alencar Pierre <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Segunda-feira, 4 de Setembro de 2000 13:04
Assunto: [otorri.] otagia - hiperacusia

Prezada Dr. Tanit,
 
        Excelente o artigo enviado!
        Esta semana providenciarei para que seja testada o UCL e farei também uma anamnese mais detalhada para diferenciar se a paciente apresenta fonofobia ou hiperacusia (que é o diagnóstico mais provável).
        Em relação as emissões otoacústicas, gostaria de uma orientação prática, pois como falei, estamos a 560 Km do aparelho mais próximo. É imprescindível que a paciente faça este exame, ou vale a pena iniciar o tratamento de habituação sem o resultado do mesmo? 
 
       Atenciosamente, 
        Jorge Pierre, Crato-CE.   
       
         
 
       

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