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Surdez cr�nica, grosseria s�bita e
argumenta��o incoerente
PROTOCOLO DE TRATAMENTO -
FINAL Prezados colegas:
Cheguei a pensar em nada responder,
ou encaminhar esta mensagem somente ao Aur�lio, para evitar pol�mica
maior no grupo, que est� tomando rumos muito desagrad�veis, com uma polarizada
radicaliza��o por alguns colegas. E suponho at� que isto deva
estar chateando a todos, ap�s uma quest�o simples, que foi muito bem
respondida pelo Geraldo Sant�Anna em duas oportunidades.
Mas o fato de estarmos sendo bombardeados com
tanta confus�o trouxe-me uma d�vida:
Ser� que as bobagens proferidas est�o sendo
aceitas como Verdade?
Aparentemente n�o, pois todos que responderam
assinalaram as incoer�ncias do colega. Mas e os demais, ser� poss�vel? Que
significar� seu sil�ncio? Assim, torna-se inevit�vel responder a
cada �tem, pedindo e desejando que todos leiam atentamente o
texto a seguir, de modo a perceberem todas as sutilezas e brutalidades
que est�o contidas nesta recente seq��ncia de e-mails.
Finalmente, sugiro, se for do interesse de
algum colega resolver quest�es com seriedade, que fa�am contato
com a Defesa Profissional da SBORL, atrav�s de [EMAIL PROTECTED], ou direto com o
Marcos Nemetz, Diretor - [EMAIL PROTECTED], com o Paulo Perazzo,
vice-diretor [EMAIL PROTECTED] ou
com o Geraldo Sant' Anna, secret�rio - [EMAIL PROTECTED], que certamente far�o
o que f�r poss�vel (nem mais nem menos) para ajud�-los.
Marcos Sarvat
Observa��es...
Seguir um caminho de Paz exige luta, e negar-se � luta passa por mera covardia
Pois dupla
aten��o, lutar contra homens cheios de ardis exige imagina��o e
valentia
Mas que droga de
poesia! Por que n�o diz logo em prosa, para me poupar a pouca
energia?
Ent�o a� vai,
caro otorrinolaringologista: (Essa n�o! Ai que pregui�a! Tal ironia vai
al�m da medida!)
Entendo e
aceito a manifesta��o do colega Celso atrav�s da cita��o:
"Discordo totalmente dele, mas defenderei at� a morte o seu direito de
diz�-lo", e al�m de servir como oportunidade
para debate, merece, a meu ver, uma s�rie de reparos,
pois mostra-se facciosa e procura gerar
impacto e pol�mica com uma s�rie de sofismas. Pe�o desculpas se me alongo
ou bato mais forte, mas preciso, em prol da Verdade, citar os
seguintes trechos e exemplos:
1. GENERALIZANDO...
Quando diz: "a atitude isolada ou inadequada de
alguns n�o pode servir para generalizar contra todo um SISTEMA, tanto � que no
caso a defesa do colega sai de um membro do SISTEMA" d� um n� mental, pois atribui ao outro uma cr�tica a todo o
sistema, que ele n�o fez, e diz que o sistema � bom pois ele Celso vem
em defesa do cooperado. Ora, o que � isso? E j� com a SBORL ele Celso agora
generaliza severamente a cr�tica, dizendo que "A SBORL pode formalizar um agravo junto a comiss�o de
�tica de sua cooperativa, mas desculpe-me a franqueza, nunca v� nossa sociedade
tomar postura de nos defender realmente, o que vejo s�o poemas e mais poemas.
Prezado Geraldo, neste �tem dispenso sua resposta, � o que sinto".
O Celso � grosseiro (como de h�bito) e
categ�rico ao afirmar que a SBORL nunca tomou postura de nos defender - E
eu pergunto: NUNCA? Haja generaliza��o! E ao se referir a poemas e mais poemas,
n�o � cr�tica, � bobagem e grosseria de algu�m que ignora
totalmente a respeito do que tem sido feito, h� muitos anos, em
Hist�ria feita de muita prosa, verso, posi��es e a��es. Antes de se
falar, deve-se ler. Ainda mais se sabemos que as quest�es fundamentais s�o
pol�ticas, � justamente na conversa e no texto que ser�o resolvidas,
apoiadas em muito trabalho! Ou ser� no bra�o ou na guerra? E mais, bem
mais que uma bobagem, � clara e maldosa generaliza��o a todos os
otorrinolaringologistas envolvidos h� muitos anos com a SBORL, na Revista, no
Jornal, nas Comiss�es (�tica e T�tulo de Especialista, por ex.) e na Defesa
Profissional, muito antes de n�s. E vale citar que o trabalho na SBORL �
gratuito, ao contr�rio de muitos diretores de Unimeds, que ganham
absurdamente bem para um trabalho que deveria ser volunt�rio (ou no m�ximo
com um modesto pr�-labore), para n�o viciar um m�dico em viver sem
pacientes. E vemos hoje quantos est�o mal-acostumados a ganhar a vida como
burrocratas-gerenciadores.
2. COOPERATIVISMOS...
Antes de iniciar minha cr�tica (favor n�o
generalizar), devo situar-me aos colegas como cooperado e uni-militante da Unimed-Rio. Ou
seja, atendo a quaisquer outros planos somente por reembolso, a cargo
do paciente. E portanto, fico bem � vontade para questionar este
multi-facetado (ou fragmentado) sistema, quando e como quiser, da mesma forma
como critico (e muito mais) os planos selvagens de medicina de grupo (ou
patota), de bancos (ou bandos) e pseudo-estatais e
auto-gest�es ricas (basta ver o fundo do fundo de pens�o anexo a cada
uma). E entendo que o Sistema Privado e a profiss�o m�dica est�o se
deteriorando eticamente, e fica cada vez mais dif�cil determinar causa e
efeito neste conjunto. � not�rio que a
grave contradi��o por que passam as Unimeds � quase insol�vel: uma cooperativa
de m�dicos que vende planos de sa�de, que elege m�dicos que v�o ganhar
para controlar os gastos gerados pelos m�dicos (seus donos), para que a
cooperativa (e n�o necessariamente os m�dicos em si) possam ganhar mais. Que
rolo!
3. UNIMEDS, CART�IS E
CONCORR�NCIA...
O Cooperativismo hoje exibe
graves contradi��es, e tamb�m o Celso quando
diz "Sou Diretor da UNIMED
local e tratamos todos os cooperados com seriedade e dignidade"
Hoje questiona-se fortemente esta
"miss�o" da cooperativa (que quando lhe conv�m se confunde com entidade
m�dica), atender somente aos cooperados. Ou o que seja cooperativismo �tico
- ser� aquele que rejeita a entrad ede um m�dico, para garantir o mertcado de
seus "donos"? � c�modo e ego�sta, e perguntamos como ficam os 2/3 de
m�dicos fora das Unimeds, dentre os quais alguns milhares n�o entram
apenas por que n�o s�o aceitos pela cooperativa? A maior parte
delas mant�m-se fechada a novos membros. Ou pior,
cobram 10 a 20 mil reais de taxa (legalmente institu�da...) para
um m�dico entrar, exigem que um m�dico rec�m-formado, sem emprego nem conv�nio,
habite por dois anos na mesma regi�o (vivendo de que?) e fazem, baseando-se
na defesa do cooperado a mais not�vel e hip�crita forma de reserva de
mercado, protegendo os tais que "chegaram antes". Lembram-se da hist�ria de
que no passado incendiava-se o consult�rio do m�dico novo que chegasse
na regi�o sem o "consentimento" dos antigos? Mas hoje estamos bem mais
"civilizados": grande parte das Unimeds (favor n�o generalizar
esta cr�tica), bem fechadinhas, recusam ou postergam indefinidamente a
entrada de m�dicos novos, alegando per�odo de an�lise. E
chegam a admitir que a entrada de um especialista deve ser analisada e
aprovada pelos demais especialistas da �rea! Ora, imaginem se os seus
futuros concorrentes v�o querer arriscar dividir o mercado... E alegam
cinicamente que h� m�dicos demais naquela �rea, e que a Unimed faliria se todos
entrassem! Essa � demais! E mais, se o m�dico tentar ficar na cidade mesmo
sem Unimed, vem a expuls�o final, pois os corpos cl�nicos dos 2 ou 3 hospitais
da �rea recusam este novo m�dico. Para ficar claro, as Unimeds (em geral)
est�o omissas ao grave problema - agrava-se o �xodo m�dico rural para os
grandes centros, pois os filhos da terra que v�o estudar na cidade
maior, n�o tem para onde voltar, pois a coop-med local - feita cartel dos
donos do curral, ao inv�s de se manter aberta � competi��o �tica
entre todos os que queiram l� atuar, fecha-se para que os pacientes da
regi�o sejam mantidos passivamente ordenhados pelo h�bil
monop�lio criado. Finalmente, vale a frase: "Tudo vira m�fia". O cooperativismo,
cuja ess�ncia significa Uni�o de todos para o trabalho,
corrompeu-se (favor n�o generalizar esta cr�tica, repito) em
todos os sentidos (�tico, moral, t�cnico e econ�mico) e passou a ser
confort�vel cabide de emprego muito disputado por alguns (que acham melhor
ganhar dinheiro de palet� do que vestindo jaleco) e tornou-se uma mera
empresa de um grupo de m�dicos contra os demais. Poder e Dinheiro
corrompem tudo, ou quase tudo, n�o �? Sua enorme for�a econ�mica levou �
consolida��o de uma elite sovi�tica em seu controle, e
disseminaram-se por todas as entidades m�dicas, interferindo em consensos e
julgamentos, de forma inaceit�vel. Curiosidade: a origem de muitos poderosos
executivos da Unimed � de correntes pseudo-socializantes que, usando o belo
discurso da divis�o justa de bens e servi�os (anseio ut�pico da
humanidade), fizeram uma rede de empresas que parecem ser de todos
(p�blica seria) mas que terminam sendo deles mesmos (privada �). E ai de
quem tentar tir�-los de l�, a morte pode espreitar... E por nomeadas serem,
ficam caladas a respeito disso as chamadas "comiss�es de �tica das
cooperativas". S� pode ser brincadeira! (favor n�o generalizar esta
cr�tica, repito)
4. BURRROCRATIZANDO...
Da� chega-se ao ponto da sugest�o do
Celso ao Aur�lio, de seguir um tr�mite interno, para que a tal cooperativa
reconhe�a que o pagamento deve ser realizado. Colegas, � mais que �bvio que
se o Aur�lio tem raz�es t�cnicas claras, ir� obter o reconhecimento de seu
direito ao final da quest�o. A Justi�a � cega, mas (dizem), n�o � burra. O que
acontece � que a Justi�a quando tarda, falha. E no Brasil, ela sempre tarda... E
a da Unimed, bem, a� o caso � diferente. O Celso tenta "simplificar"
recomendando gentilmente ao "Aur�lio,
seu problema � outro e chama-se desconhecimento da lei (NORMAS). Vamos ent�o a
elas: O auditor deve..., O auditor n�o pode... VOC� SABIA DISSO? A
UNIMED TEM UM CONSELHO DE ETICA M�DICA! VOC� SABIA DISSO? NENHUM M�DICO PODE
INTERFERIR... Isto posto vamos a resolu��o do seu caso de forma clara e
simples: 1-) A glosa est�
comprovada por escrito?.. 2-) Espere
receber o pagamento... 3-) Isto
feito fale com o AUDITOR E COM O PRESIDENTE... 4-) Se n�o resolveu enderece em duas vias um pedido...
5-) Aguarde a resposta. 6-) Se ultrapassado o prazo n�o vier
resposta... a-) Protocole COM DATA
den�ncia... O CRM N�O ACATA A GLOSA E DETERMINA O PAGAMENTO E PUNE OS
COLEGAS. b-) A partir da� voc� decide o final...
Ora, caros colegas, percebam o total non sense
defendido pelo confuso diretor da Unimed de
Len�ois: O Aur�lio, m�dico otorrinolaringologista e cooperado, �
glosado pela empresa da qual � um dos donos, e tem que passar por
uma via crucis kafkiana para recuperar os honor�rios, e perder� um
tempo enorme, de modo que financeiramente valer� muito mais a pena deixar para
l�. N�o lhes parece impressionante a ousadia dos que s�o eleitos (ou se
fazem eleger) para reger a cooperativa, de imporem uma burrocracia inomin�vel
aos pr�prios cooperados, quando o mais simples, �tico e correto, seria, ao
suspeitarem de alguma irregularidade, e sempre antes de glosar, chamarem
educadamente o colega (e dono) para esclarecimentos?! Mas, n�o! Que fazem os
gerenciadores? Glosam como se fossem planos de sa�de comuns (ser�o?), submetem o
m�dico � humilha��o (sim, quem � honesto tem vergonha de ser suspeitado!) e
contam com que o m�dico estar� inibido de ir l� reclamar com o auditor, com o
presidente, em pedir tudo por escrito, etc., etc, pois ele sabe que ficar� com
fama de "criador de caso", ou pior, de inimigo pol�tico do poder constitu�do, o
que sabemos bem todos n�s, numa cidade menor pode ser fatal. O Aur�lio, se
seguir o caminho do Celso, obter� seus honor�rios, e provavelmente ter� um
desgaste interno significativo, ganhar� inimigos, ser� perseguido ao longo de
alguns anos, e tratado com o maior rigor poss�vel pelo Senhor Sistema e
por Dona Norma (casal cruel, conhecem?)... Ele
certamente conseguir� ter sua raz�o reconhecida, mas ser� que valer� a
pena? Bem, quando a alma n�o �
pequena...
5. E A SBORL NISSO TUDO...
A� o Celso se confunde mais ainda, quando
diz 'Geraldo, a SBORL e quem quer que seja podem ser
acionados mas s�o entidades meramente consultivas e n�o NORMATIVAS"
ignorando a efetiva normatiza��o que significa credenciar
Resid�ncias, gerar T�tulos, elaborar Diretrizes e Consensos, rever a
Tabela AMB 2000, lan�ar Termos de Ci�ncia e Consentimento (quer mais?),
e que se busca justamente ampliar o leque de a��es normativas
pela SBORL - caminhando agora para o Ato M�dico em ORL, em colabora��o
com AMB e CFM (CRMs). Mas o Celso n�o p�ra, e segue com "Mas a Sociedade da Eletronistagmografia, das minhas
primeiras 2.000 ligaduras para o tratamento da Epistaxe , etc. que patrocina
tantos outros eventos sabidamente com interesses n�o muito claros dever�
passar por uma maior transpar�ncia ou ent�o continuar� assim"
Mas o que � isso?! Apenas p�ssima poesia, ou mero
surto? Primeiro, exime a Unimed de sofrer interfer�ncias - � superior �
tudo, e tudo se resolve internamente - � perfeita!. Depois, sugere jogar o
Aur�lio numa trama interna insol�vel. Pois lhes digo, nestes 6 anos de Defesa
Profissional, encerrados na elei��o de 19 de outubro, o que mais percebemos foi
colegas literalmente acuados e coagidos por planos de sa�de, de
toda esp�cie, com queixas abafadas pelo sum�rio medo de descredenciamento
ou repres�lias. E por isso a SBORL tem se metido nisto (e h� de continuar), para
defender o s�cio acuado por patotas que tomaram planos (e v�rias Unimeds). E
curioso, nunca recebemos do Celso queixa, formal ou informal, nem
via internet (sigilos�ssima), sobre conv�nios ou sobre a SBORL, a
qual ele agora revela em 1� m�o "ter sabidamente
interesses n�o muito claros". Pergunto a ele, do que est�
falando? De patroc�nios, passagens, convites e estadias, mordomias iguais �s que
corroem as Unimeds? Por favor, como Diretor de Cursos eleito, gostaria muito de
saber do que se trata, para corrigirmos juntos estes defeitos apontados. Mas
envie tudo por escrito para a SBORL, como deve um s�cio fazer. Agora, desejo
desafi�-lo, pois duvido que o colega apresente qualquer queixa �
SBORL, pois trata-se evidentemente de pessoa que fala muito (s� prosa
grossa, sem poesia), e nada traz de efetiva contribui��o para corrigir
coisa alguma. Criticar � f�cil, assumir parte da solu��o � que � dif�cil... Bem,
sen�o como explicar que algu�m que saiba tanto quanto ele, nada tenha
exposto at� agora? Ser� apenas omisso, guardando informa��es valiosas, ou ser�
simplesmente ele sim pouco transparente, v�o, vazio e leviano?
Vejam algumas quest�es
impl�citas, nas quais filtramos mais sofismas prim�rios
subentendidos:
a) A SBORL defende com
efici�ncia? - Claro que n�o, concordamos todos, e por isso existem propostas
para melhorar.
b) A SBORL est� melhorando
sua efici�ncia na defesa? - Sim, estamos tentando, e precisamos de ajuda de
todos, incluisive do Celso, que at� agora n�o se aproximou, apesar de tantos
convites para F�runs e reuni�es. Todos devem se assumir como donos da
Sociedade, e podem e devem assumir sua parte. Escrever, ligar, reclamar, por
a boca no trombone., por carta, e-mail ou telefone para a
SBORL.
c) Por que n�o est�
tudo resolvido? - H� muito a ser feito, sabemos bem, muitas �reas precisam
ser trabalhadas, e precisamos que mais colegas participem, opinem, e unam
for�as para exigir que seus direitos coletivos e individuais sejam respeitados.
A solu��o total � uma meta, uma utopia completa!
d) Por que mais colegas
n�o participam? - Por que n�o confiam na a��o coletiva e preferem agir
sozinhos.
e) Por que os colegas agem
sozinhos? - Por que n�o l�em hist�rias (que mostram que toda conquista �
coletiva) e insistem em agir como na cirurgia e no consult�rio (onde
agimos isoladamente). Somos ainda predominantemente individualistas e
auto-suficientes, ou pior, somos simplesmente omissos em reagir
juntos ao que ainda (ou aparentemente) n�o est� nos
afetando diretamente. Vivemos ainda um predom�nio cultural de
sub-desenvolvidos, onde cada um luta por si, e no fundo s� nos
interessa levar vantagem, etc. Falta-nos verdadeira
Solidariedade, que aqui � confundida com formar um grupo para se
defender (Unimed, por ex.), ou seja, precisamos priorizar a defesa de
todos, para que cada um seja de fato defendido, em todos os aspectos
sociais. E vemos que ainda estamos longe disto, quando m�dicos t�o
graduados mostram-se t�o voltados para dentro de si mesmos...
6. DEMOCRACIA...
O Celso questiona as elei��es, dizendo ao Geraldo e a
todos n�s que "Espero que sua
atua��o venha a mudar a indefesa profiss�o de Otorrinolaringologista. Vale
lembrar que quase 50% dos s�cios da SBORL n�o votaram na sua chapa, o que mostra
o grau de descontentamento imenso e a dividida sociedade que temos...
quase 66% dos s�cios nem comparecem para votar,
mostrando de forma inquestion�vel o descaso do s�cio pelos destinos de nossa
Sociedade, infelizmente para todos n�s. Da SBORL que temos para a que
queremos, falta muito, muito mesmo!". A campanha eleitoral mostrou-se muito mais elegante e correta, em
todas as suas etapas (pr�, per e p�s) do que a azeda manifesta��o, e
o colega parece propor que a disputa continue. Sua vers�o, se esteve no
Congresso, parece tresloucada de frustra��o, confundindo an�lise, n�meros e
decis�es. Vale frisar que discordo totalmente que tal disputa continue, e porisso estou
poeticamente (permitam!) escrevendo em roxo (mistura de azul e
vermelho), simbolizando que o melhor para todos n�s seja contribuirmos
todos para a ORL, da melhor forma que pudermos, onde pudermos, seja
na SBORL, no servi�o p�blico ou no privado, e que voltemos a nos agrupar de
forma n�o rotulada, por pelo menos mais 2 anos, por uma quest�o de bom senso e
efici�ncia. O resto � papo furado, seja prosa ou poesia de alguns,
ou este tolo e insens�vel totalitarismo verbal que caracteriza alguns.
Mas vamos aos pontos:
a) A
elei��o da SBORL � (era) feita, por decis�o estatut�ria dos
s�cios, com o voto dos presentes na Assembl�ia.
b) Todos os que foram votar, o fizeram por desejo de manifestar sua
opini�o. E nunca tantos votaram em Assembl�ia.
c) Falar
em inquestion�vel descaso � uma
ofensa gratuita, pois podemos supor v�rias explica��es para quem n�o votou. Os
que n�o foram ao Congresso por v�rios motivos, como tempo, problemas,
dinheiro; e os que foram ao Congresso e n�o votaram, para eles qualquer
chapa poderia ser boa (ou ruim!), ou estavam
constrangidos pela press�o pessoal e pol�tica que sofreram, ou por
press�o familiar, ou a praia estava boa naquele dia, etc. Logo, tal
descaso � uma mera suposi��o.
d) Voto obrigat�rio � defendido por muitos, que acham que com o tempo se
adquire consci�ncia. Outros entendem (eu concordo) que obrigar a votar
estraga tudo, � tr�gico, pois at� a consci�ncia chegar s�o eleitos p�ssimos
candidatos (vide Brasil). Assim, o voto, como manifesta��o livre dos mais
interessados, parece ser a mais pr�xima da ideal, e nestas situa��es de n�o
obrigatoriedade raramente obt�m-se presen�a de mais de 50% dos eleitores
(vide EUA). Assim, a afirma��o do Celso a partir do fato de que
quase 66% dos s�cios nem comparecem para
votar, � vazia de sentido, pois este n�mero � o normal em todo o
mundo em que o voto n�o � obrigat�rio. E ainda mais na SBORL, em que
deve-se viajar ao Congresso para votar, 1/3 de s�cios votando � um
fant�stico n�mero, vit�ria das duas chapas!
e) Se empregarmos um
m�nimo de Bom Senso, isto que o Celso aponta como "quase 50% dos s�cios da SBORL n�o votaram na sua chapa, o
que mostra o grau de descontentamento imenso e a dividida sociedade que temos"
� na verdade mero sinal de que existem opini�es diferentes
sobre quem deve dirigir a SBORL, e s�. O resto s�o opini�es pessoais de
um ou de outro, cada um pode ter a sua, ou "achismos" descabidos e
rancorosos como os do Celso, cujo aprofundamento s� leva � divis�es. E mais,
nesta reduzida vis�o de aprova��o irrestrita x recusa total, 20 ou 30%
seria tamb�m grave. Na verdade, tudo o que podemos concluir � que
mais da metade dos s�cios voluntariamente presentes opinaram preferir que
a chapa Unidade (pessoas e sua plataforma) dirigisse a SBORL. E acho
�timo que pouco menos de 50% entendessem que a chapa Renova��o (idem)
pudesse tamb�m dirigir a Sociedade; Ponto para n�s todos, viremos a p�gina e
vamos ao trabalho!
f) E novidade: agora foi aprovado o
voto por correspond�ncia (n�o obrigat�rio) que permite aos s�cios interesados,
independentemente de estarem ou n�o no Congresso, possam se manifestar.
Ser� uma boa experi�ncia, j� adotada por v�rias outras sociedades m�dicas, e em
2 anos saberemos quais sejam as vantagens e desvantagens desta nova
forma de elei��o. 7.
DESAUTORIZANDO....
O Celso encerra seu am�vel texto
com "caso prefira uma "conversa amistosa" para
resolver o problema o que tamb�m � sensato, utilize este mail mostrando-o na
cooperativa. (NOTA: Solicito-lhe a gentileza de
retirar do corpo do mail tudo o que se referir a SBORL - n�o autorizo
divulga��o p�blica de minha opini�o pessoal sobre a SBORL - vale lembrar que
estamos em um site m�dico)" Esta � incr�vel. Sempre entendi que
algu�m que envia uma carta ou um e-mail para centenas de pessoas (como � o caso
deste grupo) est� se manifestando publicamente. E torna-se rid�cula a pretens�o
de autorizar ou n�o a divulga��o p�blica. Ora, eu recebi uma carta sua dizendo
isto ou aquilo, e mostro-a para quem eu quiser! Exatamente como algo publicado,
todos podemos fazer o que quisermos com as informa��es que recebemos, desde que
mantenhamos seu esp�rito - no caso do Celso, totalmente anarquista, vinda de
algu�m que jamais enviou sequer uma cr�tica ou contribui��o � Defesa
Profissional da SBORL, mas que fala como se n�o estivesse sendo atendido em suas
l�cidas demandas e orienta��es! Incr�vel!
8. AGREDINDO...
Finalmente, desejo definir o texto do Celso
como vindo de algu�m brusco e grosseiro, agressivo e desagrad�vel, ao ponto
de que se falasse desta forma pessoalmente, desencadearia uma rea��o intensa do
interlocutor. Ataca a todos de forma desnecess�ria e desmedida, e se
possui alguma raz�o, parece fazer quest�o de logo perd�-la na frase
seguinte. E mais, o colega �
contumaz e reincidente nesta linguagem no grupo, e poderia tornar-se mais
gentil, parando como isso, pois n�s n�o estamos (eu pelo menos) neste
grupo para sermos chocados com jogos teatrais de palavras, e exigimos respeito!
Mais claramente, ele precisa entender que
meus (nossos) ouvidos-computadores n�o s�o penico!
E pe�o perd�o por usar na defesa as feias armas de quem me
ataca
mas � tenho uma mania de (sobre)viver sem levar desaforo para
casa
Dizem que frases mais claras talvez sosseguem
panacas
ou quem semeia chuva de mentiras colhe tempestades verdadeiras...
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