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Ol�,
Rodolfo,
Como eu havia dito logo no
in�cio da pol�mica em torno da quest�o do vel�rio, a mensagem n�o foi minha, e
sim de uma advogada de Bras�lia.
No entanto, creio que isso � o
de menos, podendo n�s concluirmos que um exame m�dico-legal fora feito ap�s a
"real morte" da v�tima, exame este que aferiu ter estado a v�tima ainda viva
quando sofreu os disparos.
Espero que, agora, tudo esteja
esclarecido...
Abra�os,
Guilherme da
Rocha Ramos
Ol�, Eu ainda n�o compreendi um pequeno detalhe: em que momento descobriu-se que o cidad�o n�o estava morto? Falou-se, smj, que o "defunto" estava sofrendo de catalepsia. Chegou um desafeto e efetuou diversos disparos contra o corpo. Bem, afirmou-se, ent�o, que n�o estava realmente morto. Como se descobriu isto? Abra�os,
Rodolfo Carlos Costa Gon�alves http://rodolfo.cjb.net [EMAIL PROTECTED] ------------------------------ Subscribe: [EMAIL PROTECTED] Unsubscribe: [EMAIL PROTECTED] P�gina: http://www.mail-archive.com/[email protected] ------------------------------ http://www.welcome.com.br ------------------------------ Subscribe: [EMAIL PROTECTED] Unsubscribe: [EMAIL PROTECTED] P�gina: http://www.mail-archive.com/[email protected] ------------------------------ http://www.direitobrasil.com.br |
