Tudo isto por causa de um jornalista, e as centenas de pessoas que morreram antes disso, policiais, cidad�os, etc, os quais n�o tiveram a mesma notoriedade que o senhor Tim Lopes. Fica-se a pergunta, se ele n�o tivesse levado a c�mera escondida (como um guerrilheiro como menciona a reportagem) talvez o desfecho fosse outro. � a hist�ria da vitimiza��o, se uma mulher anda em local ermo com roupas provocantes em uma madrugada qualquer, h� uma probabilidade muito maior de ocorrer um crime sexual do que se ela estiver com roupas normais no centro da cidade ao meio dia. Quem procura acha.
 
Giulian      
----- Original Message -----
From: KHETLYNN
Sent: Monday, June 10, 2002 10:57 PM
Subject: [Direito Penal] O combatente e a patrulha do reconhecimento

 
 
recebi o mesmo e estou repassando ............
khetlynn
 
   
    Pois bem, estamos em pleno combate. Todos combatemos e alguns, apenas alguns, muitas vezes em fun��o de comando, se omitem. Outros, apesar de serem apenas soldados lutam e se arriscam. E as armas? S�o teclados, microfones, c�meras e micro-c�meras, c�tedras e p�lpitos e armas de guerra mesmo, como pistolas, facas, granadas e metralhadoras.
    Mas h� combatentes de dois lados e eles se enfrentam diuturnamente. Uma linha de contato os separa e para ultrapass�-la h� que se tomar extrema cautela.
    Dias atr�s um soldado numa patrulha de reconhecimento a ultrapassou. Seu armamento era uma micro-c�mera. Sabia que corria risco, como todo soldado que parte para reconhecer as linhas inimigas corre. Seu armamento era poderoso e iludiu-se pensando que n�o seria tomado como soldado, mas um observador.
    Os observadores n�o portam armas e apenas bandeiras brancas. Todavia, que rem�dio! Era a sua miss�o e seu comandante havia lhe determinado que a cumprisse da melhor maneira poss�vel.
    O inimigo tamb�m n�o � bobo e estava preparado. O soldado, que se julgava um neutro agente da paz, mas uma paz armada e insidiosa, pois at� entre os inimigos a trai��o � um grave crime, pensava em surpreend�-lo com sua arma poderosa,  que o exporia para toda a na��o e o mundo. Foi capturado e descoberto seu armamento, foi executado pelo inimigo, o qual ele subestimou.  
   Como qualquer um que morre, lamenta-se, mas morreu em combate, no cumprimento de seu trabalho, de seu dever e devemos olh�-lo como uma baixa dessa guerra,  em que o Brasil est� mergulhado, merc� da incompet�ncia e omiss�o premeditada dos governantes.
     Morreu heroicamente, mas n�o foi uma v�tima e nem um coitado.     Foi um soldado que tombou, merece as honras militares, mas n�o comisera��o. merece que seus aliados continuem a sua luta, mas nunca pensem que s�o neutros, pois nessa luta n�o h� essa op��o covarde de ficar no muro.
     n�o justifica a revolta que agora brotou na m�dia, merc� da morte de um de seus guerreiros, pois muitos outros j� feneceram e suas trag�dias foram noticiadas simplesmente como not�cias e nada mais do que isso.
    Nosso respeito ao soldado morto em combate, mas reconhe�amos, que ele estava na zona de a��o do inimigo e estava armado com uma arma devastadora, e agiu como guerrilheiro, pois dissimulou seu equipamento e n�o estava "fardado" para o combate. Estava portando, furtivamente, uma arma que exporia ao mundo rostos e pr�ticas do inimigo.
    � a cruel lei da guerra, que s� os n�scios e hip�critas teimam em dizer que n�o h� e que vivemos no gozo das del�cias de um Estado de Direito e Democracia Plena.
Renato Penteado Teixeira
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