Title: Untitled Document
-----------------------------------
Endere�os da lista:
Para entrar: [EMAIL PROTECTED]
Para sair: [EMAIL PROTECTED]
-----------------------------------

  
 

Tomar o Rumo do Crescimento, J�!

 

 

           O Partido dos Trabalhadores esteve unido na campanha eleitoral e essa foi uma das raz�es da nossa vit�ria. Agora, no governo, o partido precisa mais do que nunca da unidade para enfrentar a dura travessia. N�o apenas para quebrar o engessamento da fase inicial da transi��o, com seus rem�dios amargos, mas para enfrentar os obst�culos estruturais ao projeto de mudan�a que nos levou ao governo da Rep�blica.

 

Construir a unidade de a��o, como sempre, depende da pol�tica. Mas a unidade s� se afirma na vitalidade do amplo e respeitoso debate democr�tico. Neste momento, passada a fase inicial de enorme cautela, a bancada, o partido e o pr�prio governo est�o diante de uma nova fase, onde se cobram alternativas de fundo nos caminhos da urgente mudan�a.

 

No governo, no PT, nos partidos aliados, nos movimentos da cidadania, nos formadores de opini�o de variadas proced�ncias fica cada dia mais patente a necessidade de acelerar a transi��o  rumo a uma nova fase da  pol�tica econ�mica.  Cresce o n�mero dos que se apercebem da impossibilidade de combinar pol�tica econ�mica conservadora com pol�tica social progressista.

 

A fragilidade financeira do pa�s vem do fato dele ter se tornado importador de capital.  Submetendo-se � l�gica do capital financeiro, o Brasil fica ref�m de uma armadilha recessiva, sem poder livrar-se dela. Da� decorre a necessidade de um �ajuste fiscal definitivo�, que exige sempre mais aperto financeiro, super�vits fiscais e juros siderais para ganhar confiabilidade dos rentistas e esperar compreens�o do insaci�vel e especulativo mercado financeiro internacional.

 

 As consequ�ncias  dessa pol�tica s�o desastrosas para a na��o e para o nosso povo: a recess�o econ�mica amea�a, o desemprego sobe e a renda cai, como j� mostram todos os indicadores. Aumenta a capacidade ociosa da ind�stria, amarra-se qualquer planejamento estrat�gico. Os cortes or�ament�rios inviabilizam o investimento produtivo e o atendimento a direitos universais da cidadania. Com esse arrocho, nem pol�ticas compensat�rias voltadas para os mais pobres t�m viabilidade. Super�vit prim�rio m�ximo � sin�nimo de estado m�nimo, funcionalismo desmotivado, educa��o e sa�de com verbas cortadas e cultura sem recursos.

 

Est� na hora de retornar ao compromisso central da campanha. Real�ar  no governo, os pontos da agenda que mobilizou a sociedade na busca de um novo ciclo de desenvolvimento, com distribui��o de renda e inclus�o social. Est� na hora de baixar os juros, investir na produ��o, atacar os gargalos da infra-estrutura que impedem a retomada do crescimento, abrir cr�dito para os m�dios, pequenos e micros empreendimentos nacionais, gerar empregos, redistribuir renda. O BNDES e outros bancos oficiais de fomento, especialmente, ser�o instrumentos dessa nova pol�tica.

 

Cumpre discutir o superavit�rio or�amento da Seguridade Social, o Estado de que necessitamos para garantir qualidade nos servi�os prestados � popula��o e a Previd�ncia como pacto solid�rio entre gera��es.  Sua Reforma precisa ter marca substantiva de inclus�o social e amplia��o de direitos, para n�o  se tornar mero ajuste de caixa. O mote do necess�rio combate aos supersal�rios e a alguns privil�gios no servi�o p�blico n�o deve penalizar os servidores em atividade, aposentados e pensionistas. N�o podemos, sob risco de navegar no senso comum e jogar pobres contra remediados, promover uma reforma  fiscalista e cont�bil.

 

A vit�ria popular na elei��o resultou do deslocamento de for�as sociais profundas e pede a ampla avenida da mobiliza��o social. Se a esperan�a que venceu o medo se metamorfosear em expectativa, perplexidade, decep��o e, da�, retornar o medo, o  custo social e pol�tico ser� alt�ssimo.

 

 Sinais sens�veis da mudan�a precisam contagiar a cultura pol�tica, a cren�a e a vontade das pessoas, pois este �nimo molda nossa identidade e estimula as bases sociais do nosso partido. � hora, pois, de  resgatar a  agenda da esperan�a, significado maior da elei��o de Lula a Presid�ncia da Rep�blica, e construir na unidade o novo modelo de desenvolvimento. Segunda fase j�!

 

Bras�lia, 29 de maio de 2003

 

Sauda��es petistas

 

Ad�o Pretto - RS

Ant�nio Carlos Biffi � MS

Ary Vanazzi � RS

Cesar Medeiros � MG

Chico Alencar � RJ

Dr. Rosinha � PR

Francisca Trindade � PI

Gilmar Machado � MG

Guilherme Meneses - BA

Henrique Fontana � RS

Iara Bernardi � SP

Iriny Lopes � ES

Ivan Valente � SP

Jo�o Alfredo � CE

Jo�o Grand�o � MS

Lindberg Farias � RJ

Luciano Zica � SP

Luiz Alberto � BA

Luci Choinacki - SC

Maninha � DF

Mauro Passos � SC

Orlando Desconsi � RS

Orlando Fantazzini � SP

Paulo Rubem � PE

Tarcisio  Zimmermann � RS

Terezinha Fernandes � MA

Vignatti � SC

Walter Pinheiro � BA

Wasny de Roure � DF

Zico Bronzeado - AC

 

 

 
  
Ir para o Site "www.iarabernardi.org.br"

Expediente: Este boletim eletrônico é produzido pelo gabinete da deputada federal Iara Bernardi (PT-SP). Editor: Marcos Tenório. Jornalista Responsável: Marcia Dias, Mtb 21.760. Endereço: Gab. 360 - Anexo IV - Câmara dos Deputados, Brasília DF - CEP: 70160-900. Fones: (61) 318.5360 e 318.3360. Fax: (61) 318.2360. Caso não queria receber mais este boletim, entre aqui. Para acompanhar o mandato da deputada Iara Bernardi, visite a nossa página na Internet: www.iarabernardi.org.br.
cancelar assinatura - p�gina do grupo

Responder a