Prezados senhores:
 
Gostaria de saber se algu�m tem como esclarecer de modo claro e preciso a diferen�a entre A��o Ordin�ria e Extraordin�ria.
Gratos
Mauro
----- Original Message -----
Sent: Friday, August 29, 2003 12:42 AM
Subject: [Direito Penal] Governo quer manter IR de 27,5% em 2004 - PT ou PSDB??

Governo quer manter IR de 27,5% em 2004
Folha On Line - 28/08/2003


     O governo vai sugerir a manuten��o da al�quota de 27,5% da tabela do Imposto de Renda das pessoas f�sicas em 2004. De acordo com a legisla��o, a al�quota deveria cair para 25% no ano que vem, mas a arrecada��o mantendo a cobran�a atual j� foi inclu�da como receita condicionada no projeto do Or�amento de 2004 que ser� entregue hoje ao Congresso Nacional.
    
     No total, ser�o R$ 22 bilh�es em receitas condicionadas, ou seja, a despesa s� poder� ser realizada caso haja uma autoriza��o legislativa em rela��o � manuten��o dos tributos. Cerca de R$ 20 bilh�es estar�o vinculados � aprova��o da nova CPMF, prevista na reforma tribut�ria.
    
     Como a LDO (Lei de Diretrizes Or�ament�rias) exige que s� pode entrar como receita condicionada no Or�amento de 2004 assunto que j� esteja em discuss�o no Congresso (caso da CPMF, mas n�o da maior al�quota do IR), a proposta de prorroga��o da al�quota de 27,5% vai ser enviada aos congressistas. O texto j� est� pronto, mas aguardava a assinatura do presidente Lula.
    
     Apesar de o Minist�rio da Fazenda j� ter anunciado a inten��o de reformular completamente a tabela do Imposto de Renda, inclusive criando uma al�quota de 35%, isso n�o dever� ser enviado agora com a sugest�o de prorrogar a al�quota de 27,5%.
    
     As demais mudan�as na tabela, que n�o t�m urg�ncia na avalia��o da �rea econ�mica, podem ficar para depois. Hoje a al�quota de 27,5% incide sobre os rendimentos superiores a R$ 2.115 mensais.
    
     Por causa das mudan�as no IR, o governo ainda discute se manter� a al�quota de 27,5% por tempo indeterminado. Mas resolveu garantir a manuten��o dos recursos no Or�amento de 2004.
    
     Antes da elei��o presidencial do ano passado, o PT se posicionava contra as sucessivas prorroga��es da CPMF e da al�quota de 27,5%. A al�quota foi elevada em 1998 como parte de um pacote fiscal e deveria durar at� 1999. A �ltima prorroga��o foi no final do ano passado e j� teve o apoio do PT.
    
     Estados
    
     Na pr�tica, a perda de receita com a redu��o da al�quota ser� de R$ 3,3 bilh�es, mas 44% disso � destinado para Estados e munic�pios. Como o setor p�blico precisa economizar R$ 73,5 bilh�es em 2004 para evitar um aumento da d�vida p�blica, nenhum governo poder� dispensar esses recursos.
    
     No caso da CPMF, se a transforma��o em contribui��o permanente n�o for aprovada, a al�quota cai de 0,38% sobre as transa��es banc�rias para 0,08% em 2004. Os recursos da contribui��o s�o vinculados � seguridade social (previd�ncia social, sa�de). Mas, caso o percentual seja reduzido em 2004, os recursos dever�o ser destinados integralmente ao Fundo de Combate � Pobreza.
    
     O ministro Antonio Palocci Filho (Fazenda) disse que acredita na necessidade de prazo de 90 dias para a vig�ncia da nova CPMF. Assim, teria que ser aprovada at� o final de setembro para que o governo n�o perca dinheiro a partir de janeiro. Se isso n�o ocorrer, disse, a perda di�ria de arrecada��o � de R$ 100 milh�es.
    
     A necessidade da noventena, por�m, n�o tem um parecer conclusivo da �rea jur�dica do governo. Na �ltima prorroga��o da contribui��o, no governo FHC, n�o houve necessidade da noventena para manter a cobran�a.
    
     Os projetos do Or�amento de 2004 e do Plano Plurianual 2004-2007 ser�o entregues hoje ao Congresso. Pela manh�, os n�meros ser�o fechados em uma reuni�o ministerial no Planalto.

http://www.uj.com.br/frame.asp?url="">

 

 

-----------------------------------
Endere�os da lista:
Para entrar:
[EMAIL PROTECTED]
Para sair: [EMAIL PROTECTED]
-----------------------------------

cancelar assinatura - p�gina do grupo

Responder a