Para saber mais sobre o filme Magn�lia - onde esta est�ria aparece - veja http://www.ptanderson.com/featurefilms/magnolia/secrets.htm
 
 
                       Celso F. Rocca
                          Advogado
                        S�o Carlos - SP


De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Jacar� da Silva
Enviada em: 20 de abril de 2004 00:36
Para: [EMAIL PROTECTED]
Assunto: [Direito Penal] Re: Re: Re: Re: Homicida suicida.

 � uma bela quest�o de direito penal.
No resumo houve um auto homicidio involunt�rio, ou seja, um suicidio n�o planejado, como se ele filho botasse veneno num copo de caf� e por engano ele mesmo o tomasse.
O Pai atirando na m�e, sabendo que a arma estava descarregada era um crime imposs�vel (pela �tica do casal que a sabia descarregada).  Seria a hip�tese da tentativa.
O pai deveria ser absolvido pois a sua inten��o era somente de assustar a esposa e n�o o resultado morte.
Como a arma estava descarregada, sabia que n�o ocorreria a morte.
Abra�os
Ot�vio

Est� certo, mesmo que a morte de C tenha sido de alguma forma culposa, se a inten��o, dolosa, de A era matar B, e errou, matando C, responde por Homic�dio Doloso. Isto na legisla��o Brasileira. O fato narrado ao que parece ocorre em outro pais, e diga-se de passagem, parece uma pe�a de fic��o. Se ao inv�s do tiro ter acertado o filho que carregou a arma enquanto este caia do pr�dio, o tivesse acertado por erro do pai, quando este,  achando a arma estar descarregada, puxa o gatilho em dire��o da m�e, errando e acertando o filho que carregou a arma, at� eu acreditaria, mas mesmo assim o autor do disparo incorreria em homic�dio culposo. Na legisla��o Brasileira.
Mas � claro que � uma pe�a de fic��o, pois se o filho morreu como que souberam as inten��es do mesmo e ter sido ele quem carregou a arma?
 
Afonso.'.
 
----- Original Message -----
From: Neofito
Sent: Saturday, April 17, 2004 3:49 PM
Subject: [Direito Penal] Re: Re: Homicida suicida.

Ol� Pessoal,
Ainda estou no segundo ano de Direito no Mackenzie - SP, ent�o se eu falar alguma bobeira, por favor, corrijam-me.
abra�os...
 
 
Bom, para completar a hist�ria, acho que:
Quando A mata C tentando matar B, A � culpado da morte de C, mas responde como se tivesse matado B. N�o � isso?
 
A prop�sito, acho e espero que seja uma coincid�ncia. rissssss
 
abra�os,
----- Original Message -----
Sent: Friday, April 16, 2004 9:11 PM
Subject: [Direito Penal] Re: Homicida suicida.

 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, April 15, 2004 5:50 PM
Subject: [Direito Penal] Homicida suicida.

No jantar de premia��o anual de ci�ncias forenses, em 1994, o Presidente Dr. Don Harper Mills impressionou o p�blico com as complica��es legais de uma morte bizarra.

 

Aqui est� a hist�ria:

 

Em 23 de mar�o de 1994, o m�dico legista examinou o corpo de Ronald Opus e concluiu que a causa da morte fora um tiro de espingarada na cabe�a.

O sr. Opus pulara do alto de um pr�dio de 10 andares, pretendendo se suicidar.

Ele deixou uma nota de suic�dio confirmando sua inten��o. Mas quando estava caindo, passando pelo nono andar, Opus foi atingido por um tiro de espingarada na cabe�a, que o matou instantaneamente.

O que Opus n�o sabia era que uma rede de seguran�a havia sido instalada um pouco abaixo, na altura do oitavo andar, a fim de proteger alguns trabalhadores, portanto Ronald Opus n�o teria sido capaz de consumar seu suic�dio como pretendia.

"Normalmente," continuou o Dr. Mills, "quando uma pessoa inicia um ato de suic�dio e consegue se matar, sua morte � considerada suic�dio, mesmo que o mecanismo final da morte n�o tenha sido o desejado."

Mas o fato de Opus ter sido morto em plena queda, no meio de um suic�dio que n�o teria dado certo por causa da rede de seguran�a, tranformou o caso em homic�dio. O quarto do nono andar, de onde partiu o tiro assassino, era ocupado por um casal de velhos. Eles estavam discutindo em altos gritos, e o marido amea�ava a esposa com uma espingarda. O homem estava t�o furioso que, ao apertar o gatilho, o tiro errou completamente sua esposa, atravessando a janela e atingindo o corpo que ca�a.

Quando algu�m tenta matar a v�tima A mas acidentalmente mata a v�tima B, esse algu�m � culpado pelo homic�dio de B.

Quando acusado de assassinato, tanto o marido quanto a esposa foram enf�ticos, ao afirmar que a espingarda deveria estar descarregada. O velho disse que ele tinha o h�bito de costumeiramente amea�ar sua esposa com a espingarada descarregada durante suas discuss�es. Ele jamais tivera a inten��o de mat�-la. Portanto, o assassinato do sr. Opus parecia ter sido um acidente; quer dizer, ambos achavam que a arma estava descarregada, portanto a culpa seria de quem carregara a arma.

A investiga��o descobriu uma testemunha que vira o filho do casal carregar a espingarda um m�s antes.

Foi descoberto que a senhora havia cortado a mesada do filho e ele, sabendo das brigas constantes de seus pais, carregara a espingarda na esperan�a que seu pai matasse sua m�e. O caso passa a ser portanto do assassinato do sr. Opus pelo filho do casal.

Agora vem a reviravolta surpreendente. As investiga��es descobriram que o filho do casal era, na verdade, Ronald Opus. Ele encontrava-se frustrado por n�o ter at� ent�o conseguido matar sua m�e. Por isso, em 23 de mar�o, ele se atirou do d�cimo andar do pr�dio onde morava, vindo a ser morto por um tiro de espingarada quando passava pela janela do nono andar.

Ronald Opus havia efetivamente assassinado a si mesmo, por isso a pol�cia encerrou o caso como suic�dio.

 

Coincid�ncia ou Sincronicidade ???

Se for coincid�ncia, � demais para qualquer intelig�ncia !!!!

Se for sincronicidade, talvez a vida n�o passe de uma ilus�o planejada.

Qual sua opini�o?

Alex Oivane

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