Pessoal, 



Como diz o Boris: Isso � uma vergonha!!!! 

Merecia uma A��o C�vil P�blica pedindo anula��o do mesmo.Se tivesse feito 
esta prova entraria com representa��o no MP. Se bem que n�o ia resolver. A 
n�o ser que fosse julgado pelo STJ. 

Em Belo Horizonte teve um Concurso para o MP que de 3.000 candidatos para 40 
vagas, s� tomaram posse 6. Houve press�o at� da imprensa e ent�o no outro 
concurso maneiraram. 

Em SP o MP proibia os candidatos de levarem consigo c�pia do gabarito para 
poderem conferir depois quantas quest�es tinham acertado. O Atual Procurador 
Geral de Justi�a disse que permitir� este direito aos candidatos. Talvez 
devido a in�meros Mandados de Seguran�a impetrados. Sendo que nenhum foi 
concedido, j� que, no concurso da Magistratura, ou seja TJ, tb � proibido 
levar c�pias do gabarito. Isso porque existe uma Lei estadual/SP que 
determina 
que os candidatos tenham acesso ao gabarito. � o MP que � fiscal das 
Leis?????? 

�m qualquer concurso no Brasil � permitido levar o c�pia do gabarito, isso 
qdo n�o se permite levar a pr�pria prova. 

Em Bras�lia, na segunda fase do MP, o candidato pode pedir por fax a c�pia 
da prova corrigida. Parab�ns!! 

Enfim pessoal n�o � f�cil. Haja paci�ncia. 

Ab�s 


Carlos Rodrigues 




Em 13 May 2004, [EMAIL PROTECTED] escreveu: 

>---------- 
> 
>Concurso para a magistratura em Tocantins 
> 
>A ju�za �ngela Prudente, Secret�ria do Concurso para a Magistratura do 
>TJ-TO, divulgou, no �ltimo dia 29, a rela��o dos candidatos aprovados na 3� 
>etapa do certame e que est�o habilitados para as provas orais. Dentre quase 
>1.600 candidatos inscritos, que concorriam a 18 vagas de Juiz Substituto, 
>restaram apenas 6 (seis), que ainda ser�o submetidos ao crivo das provas 
>orais. S�o eles: Adelmar Aires Pimenta da Silva, Grace Kelly Sampaio, 
>Jacobine Leonardo, Julianne Freire Marques, L�lian Bessa Olinto e Renata 
>Tereza da Silva. E-mails chegados a esta coluna informam que h� estranheza 
>no fato de que, com o volume candidatos de todo o Brasil, muitos dos quais 
>preparad�ssimos em cursinhos especializados, al�m de advogados 
>experimentados, apenas seis estejam entre os semifinalistas, e desses seis, 
>cinco sejam de Palmas. Na pr�xima ter�a-feira, este colunista publicar� o 
>artigo �Concursos p�blicos: solu��o caseira�, que abordar� a quest�o dos 
>certames no Estado. 
> 
>> > > Concursos p�blicos: solu��o caseira 
>Liberato P�voa 
>� desembargador 
> 
>A quest�o dos concursos p�blicos no Tocantins, que sempre se enquadravam no 
>faz-de-conta, passou a ser propaganda negativa do Estado, pois n�o s�o 
>poucas as pessoas que se recusam a submeter-se a um certame tocantinense, 
>sob alega��o de que o jogo de cartas marcadas sempre esteve envolvido em 
uma 
>redoma de falta de seriedade. A come�ar pelo famoso concurs�o inicial, que 
>atribu�a pontos extras para os chamados �pioneiros do Tocantins� (anulado 
>pelo Supremo), passando pelo primeiro concurso para a magistratura, que 
>esteve vagando pelos tribunais e s� foi definitivamente julgado mais de dez 
>anos depois, nosso Estado sempre foi manchete, por tentar aparentar 
>legalidade em certames marcados pela inger�ncia pol�tica, o que escorra�a 
da 
>disputa excelentes candidatos, deslustrando o nome do Estado e impedindo 
que 
>pessoas de valor contribuam com o Tocantins. 
> 
>No entender dos caciques, a melhor e mais barata forma de premiar a 
lealdade 
>de correligion�rios era a seguran�a de um emprego p�blico: al�m de n�o lhe 
>custar um centavo, garantia o permanente reconhecimento. 
> 
>Fizeram-se concursos no Tribunal de Contas, no Minist�rio P�blico, na 
>Assembl�ia Legislativa e em outros �rg�os, e a t�nica foi sempre a de 
>�prestigiar os da terra�, assim entendidos aqueles que, no julgamento 
>subjetivo dos detentores do poder, devessem passar n�o por m�rito ou 
>conhecimentos, mas por serem ligados �s grandorias. Mas todos eles foram 
>marcados pela pecha de concursos faz-de-conta: no funil da sele��o n�o 
>vigorava a capacidade, mas as liga��es pol�ticas e amizades. 
> 
>No segundo concurso para a magistratura, cuja comiss�o era presidida por 
>este articulista, causou esp�cie o fato de ter sido feito um conv�nio com a 
>Associa��o dos Magistrados do Rio Grande do Sul. Com o dinheiro das 
>inscri��es, permitiu-se trazer nada menos que vinte integrantes do Tribunal 
>de Justi�a e do ent�o Tribunal de Al�ada ga�chos, que elaboraram as provas, 
>fizeram as corre��es, atribu�ram as notas e decidiram os recursos. Nenhum 
>dos examinadores sequer conhecia Palmas, e todos s� a conheceram no dia da 
>aplica��o das provas. Isto garantiu a lisura e a transpar�ncia do concurso. 
>Nem mesmo o GPI, com sua gana de apagar fogo com gasolina, conseguiu achar 
>uma brecha para criticar. Se passou algum tocantinense, foi impelido pela 
>mais pura compet�ncia. 
> 
>Mas, apesar disso, houve tentativas de �ajeitadeira�: n�o foram poucas as 
>�recomenda��es� de pol�ticos (sumariamente desconsideradas), e pelo menos 
>quatro ou cinco nomes �indicados�, que n�o passaram sequer pelo crivo do 
>�test�o� introdut�rio do certame da magistratura, figuraram como vitoriosos 
>no concurso seguinte do Minist�rio P�blico. Hoje, s�o promotores 
vital�cios. 
>� que talvez o �prov�o� do concurso de juiz tivesse sido muito apertado. 
> 
>E falando-se em Minist�rio P�blico, louve-se o atual concurso em andamento, 
>que j� � o s�timo, pois, apesar da tentativa de obstruir-lhe o andamento 
>atrav�s de uma liminar concedida na und�cima hora (que, diferentemente das 
>anteriores, que eram desconstitu�das aqui mesmo no TJ), foi cassada pelo 
>Presidente do STJ j� na manh� do primeiro dia das provas. E, sob a firme 
>batuta do Procurador-Geral, Jos� Dem�stenes de Abreu, o concurso 
>arregimentou mais de 2.000 candidatos, que, duramente sabatinados nas 
>provas, resultaram em apenas 29 aprovados. E - pasmem! - nenhum que reside 
>no Tocantins. S� isto prova que a seriedade do certame tornou-se refrat�ria 
>�s inger�ncias dos anteriores. M�ritos para o Minist�rio P�blico. 
> 
>Enquanto isto, o quarto concurso para a magistratura, cujo edital foi 
>expedido em 23 de agosto de 2002, s� no �ltimo dia 29 de abril teve 
>homologado o resultado das provas da 3� etapa (provas escritas), 
habilitando 
>apenas seis candidatos para as orais. Isto, ap�s sucessivas retifica��es de 
>gabaritos, paralisa��o em raz�o de mandado de seguran�a e outros incidentes 
>de percurso, que corroeram a credibilidade perante o p�blico. 
> 
>Mas o que mais surpreende � que, dentre quase 1.600 candidatos, de 
>praticamente todos os Estados, muitos com freq��ncia em cursos 
>preparat�rios, como o Dam�sio, al�m de carradas de experientes advogados, 
>apenas seis se habilitaram para as provas orais, cinco dos quais de Palmas. 
>Com isto, n�o se quer dizer que n�o sejam competentes. E tamb�m n�o se pode 
>afirmar que houve �maracutaia�. Deve ter sido mera coincid�ncia. 
> 
>Mas que � muito estranho, isto �. Com tantos concorrentes, muitos dos quais 
>escolados em concursos pelo Brasil afora, parece que se adotou mesmo foi 
uma 
>�solu��o caseira�. Essas �coincid�ncias� � que desacreditam as 
institui��es. 
> 
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