----- Original Message -----
Sent: Monday, May 17, 2004 1:09 AM
Subject: [Direito Penal] Re: Re: Concurso para a magistratura em Tocantins-possibilidade de fraude

� caro amigo Carlos. a coisa est� cada vez mais triste e at� mesmo desesperador.
Sabe que esse tipo de not�cia tira as poucas esperan�as de qualquer um...
veja eu mesma, que venho estudando a fim de prestar concuros para a MAgistratura
e Procuradoria, j� pensei por diversas vezzes em mudar de id�ia e voltar
a advogar....mais ideal � ideal !!!!

Agora, estranho mesmo � a nossa t�o querida Ordem, que n�o se manifesta,
visto que por muitas por muitas vezes (talvez s� mesmo qdo se trata de interesse
exclusivo) est� se manifesta de forma t�o veemente, n�o � ?????

Bem, mais acho que isso � assunto para um pr�ximo e-mail, por enquanto vamos
aguardar novas novidades!!!

Sandra 

-- Mensagem original --

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>Pessoal, 
>
>
>
>
>Como diz o Boris: Isso � uma vergonha!!!! 
>
>Merecia uma A��o C�vil P�blica pedindo anula��o do mesmo.Se tivesse feito
>
>esta prova entraria com representa��o no MP. Se bem que n�o ia resolver.
>A 
>n�o ser que fosse julgado pelo STJ. 
>
>Em Belo Horizonte teve um Concurso para o MP que de 3.000 candidatos para
>40 
>vagas, s� tomaram posse 6. Houve press�o at� da imprensa e ent�o no outro
>
>concurso maneiraram. 
>
>Em SP o MP proibia os candidatos de levarem consigo c�pia do gabarito para
>
>poderem conferir depois quantas quest�es tinham acertado. O Atual Procurador
>
>Geral de Justi�a disse que permitir� este direito aos candidatos. Talvez
>
>devido a in�meros Mandados de Seguran�a impetrados. Sendo que nenhum foi
>
>concedido, j� que, no concurso da Magistratura, ou seja TJ, tb � proibido
>
>levar c�pias do gabarito. Isso porque existe uma Lei estadual/SP que 
>determina 
>que os candidatos tenham acesso ao gabarito. � o MP que � fiscal das 
>Leis?????? 
>
>�m qualquer concurso no Brasil � permitido levar o c�pia do gabarito, isso
>
>qdo n�o se permite levar a pr�pria prova. 
>
>Em Bras�lia, na segunda fase do MP, o candidato pode pedir por fax a c�pia
>
>da prova corrigida. Parab�ns!! 
>
>Enfim pessoal n�o � f�cil. Haja paci�ncia. 
>
>Ab�s 
>
>
>Carlos Rodrigues 
>
>
>
>
>Em 13 May 2004, [EMAIL PROTECTED] escreveu: 
>
>>---------- 
>> 
>>Concurso para a magistratura em Tocantins 
>> 
>>A ju�za �ngela Prudente, Secret�ria do Concurso para a Magistratura do

>>TJ-TO, divulgou, no �ltimo dia 29, a rela��o dos candidatos aprovados
na
>3� 
>>etapa do certame e que est�o habilitados para as provas orais. Dentre
quase
>
>>1.600 candidatos inscritos, que concorriam a 18 vagas de Juiz Substituto,
>
>>restaram apenas 6 (seis), que ainda ser�o submetidos ao crivo das provas
>
>>orais. S�o eles: Adelmar Aires Pimenta da Silva, Grace Kelly Sampaio,

>>Jacobine Leonardo, Julianne Freire Marques, L�lian Bessa Olinto e Renata
>
>>Tereza da Silva. E-mails chegados a esta coluna informam que h� estranheza
>
>>no fato de que, com o volume candidatos de todo o Brasil, muitos dos quais
>
>>preparad�ssimos em cursinhos especializados, al�m de advogados 
>>experimentados, apenas seis estejam entre os semifinalistas, e desses
seis,
>
>>cinco sejam de Palmas. Na pr�xima ter�a-feira, este colunista publicar�
>o 
>>artigo ?Concursos p�blicos: solu��o caseira?, que abordar� a quest�o dos
>
>>certames no Estado. 
>> 
>>> > > Concursos p�blicos: solu��o caseira 
>>Liberato P�voa 
>>� desembargador 
>> 
>>A quest�o dos concursos p�blicos no Tocantins, que sempre se enquadravam
>no 
>>faz-de-conta, passou a ser propaganda negativa do Estado, pois n�o s�o

>>poucas as pessoas que se recusam a submeter-se a um certame tocantinense,
>
>>sob alega��o de que o jogo de cartas marcadas sempre esteve envolvido
em
>
>uma 
>>redoma de falta de seriedade. A come�ar pelo famoso concurs�o inicial,
que
>
>>atribu�a pontos extras para os chamados ?pioneiros do Tocantins? (anulado
>
>>pelo Supremo), passando pelo primeiro concurso para a magistratura, que
>
>>esteve vagando pelos tribunais e s� foi definitivamente julgado mais de
>dez 
>>anos depois, nosso Estado sempre foi manchete, por tentar aparentar 
>>legalidade em certames marcados pela inger�ncia pol�tica, o que escorra�a
>
>da 
>>disputa excelentes candidatos, deslustrando o nome do Estado e impedindo
>
>que 
>>pessoas de valor contribuam com o Tocantins. 
>> 
>>No entender dos caciques, a melhor e mais barata forma de premiar a 
>lealdade 
>>de correligion�rios era a seguran�a de um emprego p�blico: al�m de n�o
lhe
>
>>custar um centavo, garantia o permanente reconhecimento. 
>> 
>>Fizeram-se concursos no Tribunal de Contas, no Minist�rio P�blico, na

>>Assembl�ia Legislativa e em outros �rg�os, e a t�nica foi sempre a de

>>?prestigiar os da terra?, assim entendidos aqueles que, no julgamento

>>subjetivo dos detentores do poder, devessem passar n�o por m�rito ou 
>>conhecimentos, mas por serem ligados �s grandorias. Mas todos eles foram
>
>>marcados pela pecha de concursos faz-de-conta: no funil da sele��o n�o

>>vigorava a capacidade, mas as liga��es pol�ticas e amizades. 
>> 
>>No segundo concurso para a magistratura, cuja comiss�o era presidida por
>
>>este articulista, causou esp�cie o fato de ter sido feito um conv�nio
com
>a 
>>Associa��o dos Magistrados do Rio Grande do Sul. Com o dinheiro das 
>>inscri��es, permitiu-se trazer nada menos que vinte integrantes do Tribunal
>
>>de Justi�a e do ent�o Tribunal de Al�ada ga�chos, que elaboraram as provas,
>
>>fizeram as corre��es, atribu�ram as notas e decidiram os recursos. Nenhum
>
>>dos examinadores sequer conhecia Palmas, e todos s� a conheceram no dia
>da 
>>aplica��o das provas. Isto garantiu a lisura e a transpar�ncia do concurso.
>
>>Nem mesmo o GPI, com sua gana de apagar fogo com gasolina, conseguiu achar
>
>>uma brecha para criticar. Se passou algum tocantinense, foi impelido pela
>
>>mais pura compet�ncia. 
>> 
>>Mas, apesar disso, houve tentativas de ?ajeitadeira?: n�o foram poucas
as
>
>>?recomenda��es? de pol�ticos (sumariamente desconsideradas), e pelo menos
>
>>quatro ou cinco nomes ?indicados?, que n�o passaram sequer pelo crivo
do
>
>>?test�o? introdut�rio do certame da magistratura, figuraram como vitoriosos
>
>>no concurso seguinte do Minist�rio P�blico. Hoje, s�o promotores 
>vital�cios. 
>>� que talvez o ?prov�o? do concurso de juiz tivesse sido muito apertado.
>
>> 
>>E falando-se em Minist�rio P�blico, louve-se o atual concurso em andamento,
>
>>que j� � o s�timo, pois, apesar da tentativa de obstruir-lhe o andamento
>
>>atrav�s de uma liminar concedida na und�cima hora (que, diferentemente
das
>
>>anteriores, que eram desconstitu�das aqui mesmo no TJ), foi cassada pelo
>
>>Presidente do STJ j� na manh� do primeiro dia das provas. E, sob a firme
>
>>batuta do Procurador-Geral, Jos� Dem�stenes de Abreu, o concurso 
>>arregimentou mais de 2.000 candidatos, que, duramente sabatinados nas

>>provas, resultaram em apenas 29 aprovados. E - pasmem! - nenhum que reside
>
>>no Tocantins. S� isto prova que a seriedade do certame tornou-se refrat�ria
>
>>�s inger�ncias dos anteriores. M�ritos para o Minist�rio P�blico. 
>> 
>>Enquanto isto, o quarto concurso para a magistratura, cujo edital foi

>>expedido em 23 de agosto de 2002, s� no �ltimo dia 29 de abril teve 
>>homologado o resultado das provas da 3� etapa (provas escritas), 
>habilitando 
>>apenas seis candidatos para as orais. Isto, ap�s sucessivas retifica��es
>de 
>>gabaritos, paralisa��o em raz�o de mandado de seguran�a e outros incidentes
>
>>de percurso, que corroeram a credibilidade perante o p�blico. 
>> 
>>Mas o que mais surpreende � que, dentre quase 1.600 candidatos, de 
>>praticamente todos os Estados, muitos com freq��ncia em cursos 
>>preparat�rios, como o Dam�sio, al�m de carradas de experientes advogados,
>
>>apenas seis se habilitaram para as provas orais, cinco dos quais de Palmas.
>
>>Com isto, n�o se quer dizer que n�o sejam competentes. E tamb�m n�o se
pode
>
>>afirmar que houve ?maracutaia?. Deve ter sido mera coincid�ncia. 
>> 
>>Mas que � muito estranho, isto �. Com tantos concorrentes, muitos dos
quais
>
>>escolados em concursos pelo Brasil afora, parece que se adotou mesmo foi
>
>uma 
>>?solu��o caseira?. Essas ?coincid�ncias? � que desacreditam as 
>institui��es. 
>> 
>>_________________________________________________________ 
>>Voce quer um iGMail protegido contra v�rus e spams? 
>>Clique aqui: http://www.igmailseguro.ig.com.br 
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>>Para entrar: [EMAIL PROTECTED] 
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>Merecia uma A��o C�vil P�blica pedindo anula��o do mesmo.Se tivesse feito
>
>esta prova entraria com representa��o no MP. Se bem que n�o ia resolver.
>A 
>n�o ser que fosse julgado pelo STJ. 
>
>Em Belo Horizonte teve um Concurso para o MP que de 3.000 candidatos para
>40 
>vagas, s� tomaram posse 6. Houve press�o at� da imprensa e ent�o no outro
>
>concurso maneiraram. 
>
>Em SP o MP proibia os candidatos de levarem consigo c�pia do gabarito para
>
>poderem conferir depois quantas quest�es tinham acertado. O Atual Procurador
>
>Geral de Justi�a disse que permitir� este direito aos candidatos. Talvez
>
>devido a in�meros Mandados de Seguran�a impetrados. Sendo que nenhum foi
>
>concedido, j� que, no concurso da Magistratura, ou seja TJ, tb � proibido
>
>levar c�pias do gabarito. Isso porque existe uma Lei estadual/SP que 
>determina 
>que os candidatos tenham acesso ao gabarito. � o MP que � fiscal das 
>Leis?????? 
>
>�m qualquer concurso no Brasil � permitido levar o c�pia do gabarito, isso
>
>qdo n�o se permite levar a pr�pria prova. 
>
>Em Bras�lia, na segunda fase do MP, o candidato pode pedir por fax a c�pia
>
>da prova corrigida. Parab�ns!! 
>
>Enfim pessoal n�o � f�cil. Haja paci�ncia. 
>
>Ab�s 
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>
>Carlos Rodrigues 
>
>
>
>
>Em 13 May 2004, [EMAIL PROTECTED] escreveu: 
>
>>---------- 
>> 
>>Concurso para a magistratura em Tocantins 
>> 
>>A ju�za �ngela Prudente, Secret�ria do Concurso para a Magistratura do

>>TJ-TO, divulgou, no �ltimo dia 29, a rela��o dos candidatos aprovados
na
>3� 
>>etapa do certame e que est�o habilitados para as provas orais. Dentre
quase
>
>>1.600 candidatos inscritos, que concorriam a 18 vagas de Juiz Substituto,
>
>>restaram apenas 6 (seis), que ainda ser�o submetidos ao crivo das provas
>
>>orais. S�o eles: Adelmar Aires Pimenta da Silva, Grace Kelly Sampaio,

>>Jacobine Leonardo, Julianne Freire Marques, L�lian Bessa Olinto e Renata
>
>>Tereza da Silva. E-mails chegados a esta coluna informam que h� estranheza
>
>>no fato de que, com o volume candidatos de todo o Brasil, muitos dos quais
>
>>preparad�ssimos em cursinhos especializados, al�m de advogados 
>>experimentados, apenas seis estejam entre os semifinalistas, e desses
seis,
>
>>cinco sejam de Palmas. Na pr�xima ter�a-feira, este colunista publicar�
>o 
>>artigo ?Concursos p�blicos: solu��o caseira?, que abordar� a quest�o dos
>
>>certames no Estado. 
>> 
>>> > > Concursos p�blicos: solu��o caseira 
>>Liberato P�voa 
>>� desembargador 
>> 
>>A quest�o dos concursos p�blicos no Tocantins, que sempre se enquadravam
>no 
>>faz-de-conta, passou a ser propaganda negativa do Estado, pois n�o s�o

>>poucas as pessoas que se recusam a submeter-se a um certame tocantinense,
>
>>sob alega��o de que o jogo de cartas marcadas sempre esteve envolvido
em
>
>uma 
>>redoma de falta de seriedade. A come�ar pelo famoso concurs�o inicial,
que
>
>>atribu�a pontos extras para os chamados ?pioneiros do Tocantins? (anulado
>
>>pelo Supremo), passando pelo primeiro concurso para a magistratura, que
>
>>esteve vagando pelos tribunais e s� foi definitivamente julgado mais de
>dez 
>>anos depois, nosso Estado sempre foi manchete, por tentar aparentar 
>>legalidade em certames marcados pela inger�ncia pol�tica, o que escorra�a
>
>da 
>>disputa excelentes candidatos, deslustrando o nome do Estado e impedindo
>
>que 
>>pessoas de valor contribuam com o Tocantins. 
>> 
>>No entender dos caciques, a melhor e mais barata forma de premiar a 
>lealdade 
>>de correligion�rios era a seguran�a de um emprego p�blico: al�m de n�o
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>
>>custar um centavo, garantia o permanente reconhecimento. 
>> 
>>Fizeram-se concursos no Tribunal de Contas, no Minist�rio P�blico, na

>>Assembl�ia Legislativa e em outros �rg�os, e a t�nica foi sempre a de

>>?prestigiar os da terra?, assim entendidos aqueles que, no julgamento

>>subjetivo dos detentores do poder, devessem passar n�o por m�rito ou 
>>conhecimentos, mas por serem ligados �s grandorias. Mas todos eles foram
>
>>marcados pela pecha de concursos faz-de-conta: no funil da sele��o n�o

>>vigorava a capacidade, mas as liga��es pol�ticas e amizades. 
>> 
>>No segundo concurso para a magistratura, cuja comiss�o era presidida por
>
>>este articulista, causou esp�cie o fato de ter sido feito um conv�nio
com
>a 
>>Associa��o dos Magistrados do Rio Grande do Sul. Com o dinheiro das 
>>inscri��es, permitiu-se trazer nada menos que vinte integrantes do Tribunal
>
>>de Justi�a e do ent�o Tribunal de Al�ada ga�chos, que elaboraram as provas,
>
>>fizeram as corre��es, atribu�ram as notas e decidiram os recursos. Nenhum
>
>>dos examinadores sequer conhecia Palmas, e todos s� a conheceram no dia
>da 
>>aplica��o das provas. Isto garantiu a lisura e a transpar�ncia do concurso.
>
>>Nem mesmo o GPI, com sua gana de apagar fogo com gasolina, conseguiu achar
>
>>uma brecha para criticar. Se passou algum tocantinense, foi impelido pela
>
>>mais pura compet�ncia. 
>> 
>>Mas, apesar disso, houve tentativas de ?ajeitadeira?: n�o foram poucas
as
>
>>?recomenda��es? de pol�ticos (sumariamente desconsideradas), e pelo menos
>
>>quatro ou cinco nomes ?indicados?, que n�o passaram sequer pelo crivo
do
>
>>?test�o? introdut�rio do certame da magistratura, figuraram como vitoriosos
>
>>no concurso seguinte do Minist�rio P�blico. Hoje, s�o promotores 
>vital�cios. 
>>� que talvez o ?prov�o? do concurso de juiz tivesse sido muito apertado.
>
>> 
>>E falando-se em Minist�rio P�blico, louve-se o atual concurso em andamento,
>
>>que j� � o s�timo, pois, apesar da tentativa de obstruir-lhe o andamento
>
>>atrav�s de uma liminar concedida na und�cima hora (que, diferentemente
das
>
>>anteriores, que eram desconstitu�das aqui mesmo no TJ), foi cassada pelo
>
>>Presidente do STJ j� na manh� do primeiro dia das provas. E, sob a firme
>
>>batuta do Procurador-Geral, Jos� Dem�stenes de Abreu, o concurso 
>>arregimentou mais de 2.000 candidatos, que, duramente sabatinados nas

>>provas, resultaram em apenas 29 aprovados. E - pasmem! - nenhum que reside
>
>>no Tocantins. S� isto prova que a seriedade do certame tornou-se refrat�ria
>
>>�s inger�ncias dos anteriores. M�ritos para o Minist�rio P�blico. 
>> 
>>Enquanto isto, o quarto concurso para a magistratura, cujo edital foi

>>expedido em 23 de agosto de 2002, s� no �ltimo dia 29 de abril teve 
>>homologado o resultado das provas da 3� etapa (provas escritas), 
>habilitando 
>>apenas seis candidatos para as orais. Isto, ap�s sucessivas retifica��es
>de 
>>gabaritos, paralisa��o em raz�o de mandado de seguran�a e outros incidentes
>
>>de percurso, que corroeram a credibilidade perante o p�blico. 
>> 
>>Mas o que mais surpreende � que, dentre quase 1.600 candidatos, de 
>>praticamente todos os Estados, muitos com freq��ncia em cursos 
>>preparat�rios, como o Dam�sio, al�m de carradas de experientes advogados,
>
>>apenas seis se habilitaram para as provas orais, cinco dos quais de Palmas.
>
>>Com isto, n�o se quer dizer que n�o sejam competentes. E tamb�m n�o se
pode
>
>>afirmar que houve ?maracutaia?. Deve ter sido mera coincid�ncia. 
>> 
>>Mas que � muito estranho, isto �. Com tantos concorrentes, muitos dos
quais
>
>>escolados em concursos pelo Brasil afora, parece que se adotou mesmo foi
>
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