2008/7/12 Ribamar Sousa <[EMAIL PROTECTED]>:
>
> Aí tem algumas informações básicas úteis. Como conheço ainda pouco sobre o
> assunto não posso avaliar sua crítica, em especial por você não ter citado
> nenhum dos erros.

Não vou ler para fazer uma crítica detalhada, até por estar mal
traduzido — mas, no modelo relacional, usamos relações.  Tabelas são
apenas uma representação aproximada de relações.


> Mas veja que a coisa não é tão simples, pois o tão badalado Date também tem
> leitura não recomendada por outros autores (a exemplo do Flávio Soares
> Corrêa da Silva em seu livro Bancos de Dados), pelo fato de considerar
> relacionamentos como entidades e outros.

Não faz sentido.  Relacionamentos nem são um conceito relacional.  No
modelo relacional temos relações representando entidades e
relacionamentos n:m, e chaves estrangeiras representando
relacionamentos 1:n.

O que tenho visto é gente não entendendo o Date.  Infelizmente, tenho
visto mesmo autores prestigiados no Brasil escrevendo coisas que
considero indefensáveis, inclusive gente da USP — e não somente sobre
o Date.  Chego ao ponto de não recomendar a leitura de autores
brasileiros — gostaria que alguém provasse que estou errado, seria um
alívio poder recomendar um brasileiro.  Para já me defender, também há
estrangeiros estranhos, como o Celko e seu modelo de conjuntos
aninhados, sem contar alguns malucos propondo SGBDs OO, MV, ou outras
modas.

Há muitas críticas interessantes ao Date, e mesmo algumas bem fortes,
até dentro da comunidade PostgreSQL.  Mas essa que você relata aí, à
primeira vista, parece muito estranha.


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