2008/7/12 Leandro DUTRA <[EMAIL PROTECTED]>:

> 2008/7/12 Ribamar Sousa <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> > Aí tem algumas informações básicas úteis. Como conheço ainda pouco sobre
> o
> > assunto não posso avaliar sua crítica, em especial por você não ter
> citado
> > nenhum dos erros.
>
> Não vou ler para fazer uma crítica detalhada, até por estar mal
> traduzido — mas, no modelo relacional, usamos relações.  Tabelas são
> apenas uma representação aproximada de relações.


Aqui faço uma pergunta: não são fases da modelagem, relação (fase
conceitual)  e tabela (fase de implementação)?

>
> > Mas veja que a coisa não é tão simples, pois o tão badalado Date também
> tem
> > leitura não recomendada por outros autores (a exemplo do Flávio Soares
> > Corrêa da Silva em seu livro Bancos de Dados), pelo fato de considerar
> > relacionamentos como entidades e outros.
>
>
> Não faz sentido.  Relacionamentos nem são um conceito relacional.  No
> modelo relacional temos relações representando entidades e
> relacionamentos n:m, e chaves estrangeiras representando
> relacionamentos 1:n.
>

Bem, para que fique claro, pois posso ter feito alguma confusão, vou citar o
livro:

Página 109:
--- começo citação ---
Um livro que não recomendo é o de C.J.Date (Introdução a Sistemas de Bancos
de Dados, 8a. edição, 2004), pois não concordamos com várias de suas
afirmações e enfoque. Por exemplo, nessa edição, na página 366, ele afirma
que "o melhor modo de ver os 'relacionamentos' é simplesmente considerá-los
um tipo especial de entidade. ... qualquer abordagem que insista em fazer
tal distinção [entre entidades e relacionamentos] tem um grave defeito,
porque... o mesmo objeto pode, de forma bastante legítima, ser visto como
uma entidade por alguns usuários e como um relacionamento por outros" [sua
ênfase]... Por outro lado sua extensa bibliografia comentada pode ser
bastante útil.
--- final citação ---

Veja que nem tudo são flores nem o diabo é tão feio como o pintam.
Resumindo: sabendo ler, podemos tirar algo útil de várias fontes.

Apenas para relatar uma discussão recente:

Página 77

... Infelizmente, UML e outros modelos de análise OO aparentemente não foram
desenvolvidos por pessoas que tivessem boa experiência com o MER e o
conceito de modelagem conceitual de dados.


> O que tenho visto é gente não entendendo o Date.  Infelizmente, tenho
> visto mesmo autores prestigiados no Brasil escrevendo coisas que
> considero indefensáveis, inclusive gente da USP — e não somente sobre
> o Date.  Chego ao ponto de não recomendar a leitura de autores
> brasileiros — gostaria que alguém provasse que estou errado, seria um
> alívio poder recomendar um brasileiro.  Para já me defender, também há
> estrangeiros estranhos, como o Celko e seu modelo de conjuntos
> aninhados, sem contar alguns malucos propondo SGBDs OO, MV, ou outras
> modas.
>


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