Olá pessoal,

Entrei nessa comunidade após participar da PGCon 2008, aqui na Unicamp
(parabéns aos organizadores e envolvidos!).

Aqui ainda uso DB2 devido aos sistemas legados e uma decisão da diretoria.
Mesmo assim, acredito que vocês possam me ajudar num problema conceitual.
Caso essa não seja a lista indicada, por favor desconsiderem a mensagem (e
se puderem, me indiquem alguma outra lista :D ).

Bom, a dúvida (briga) que temos com a pessoa responsável com os dados aqui é
que nós sempre criamos tabelas, mesmo aquelas que convencionamos chamar de
apoio Por exemplo, tabela de sexo, que só tem 3 registros (Feminino,
Masculino, Indeterminado), ou tabela de tipos, tabela de profissões, tabela
de níveis de escolaridade. São aquelas tabelas que quase nunca mudam.

A "dona dos dados" acredita que devemos usar enumerações (hoje eles usam
isso num ambiente mainframe ou na própria aplicação) e na base deve ser
criado um campo com check constraint para aceitar apenas determinados
valores.

Nós achamos que os joins para esse tipo de tabela são tão mínimos em esforço
que não compensa criar enumerações ou qualquer outro tipo de estrutura para
lidar com esses dados.

Gostaria da opinião de vocês: em suas experiências, quais foram as soluções
utilizadas para esse tipo de problema? Será que joins nesses tipos de tabela
realmente sobrecarrega o banco? Existe algo para otimizar esse tipo de
pesquisa.

Hoje ainda usamos DB2, mas existe a possibilidade de fazermos algumas coisas
em PostgreSQL. Mas essas dúvidas permanecerão independente do banco (pelo
menos aqui).

Obrigada,

-- 
Lívia Silva Santos
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