Lívia,
Também prefiro usar as "tabelas de domínio", acho enumerator legal, mas
devemos ser comedidos ao utilizar. Como trabalho em uma grande corporação
que trata os dados como corporativos, temos a mania de tabelar quase tudo,
aqui existe uma área de administração de dados que não deixa passar muita
coisa.

Aqui as tabelas são compartilhadas entre as aplicações e para evitar o
retrabalho centralizamos os dados e evitamos o máximo o uso de enumerator,
arrays etc. Se precisamos preencher um "combobox", preenchemos a partir de
uma ou mais tabelas. Imagine se o conteúdo estivesse em um enumerator?
Teríamos que controlar isso em todas as aplicações.

Outra coisa: o enumerator é unidimensional, ou seja, sua definição tem uma
carga semântica que, se existir, fica explicita em outro lugar do projeto,
talvez só na cabeça do analista.

Atc,

2008/10/13 William Leite Araújo <[EMAIL PROTECTED]>

>    Nunca medi desempenho quanto a esse tipo de abordagem, mas já tive que
> implementar ambas soluções.
>
>    Tenho preferência pelas tabelas porque qualquer tipo de decisão de
> acrescentar alguma coisa no tipo (agora o "chefe" quer que tenha uma opção
> "Hermafrodita" no sexo) nada no sistema precisa ser alterado.
>
> 2008/10/8 Livia Santos <[EMAIL PROTECTED]>
>
>> Olá pessoal,
>>
>> Entrei nessa comunidade após participar da PGCon 2008, aqui na Unicamp
>> (parabéns aos organizadores e envolvidos!).
>>
>> Aqui ainda uso DB2 devido aos sistemas legados e uma decisão da diretoria.
>> Mesmo assim, acredito que vocês possam me ajudar num problema conceitual.
>> Caso essa não seja a lista indicada, por favor desconsiderem a mensagem (e
>> se puderem, me indiquem alguma outra lista :D ).
>>
>> Bom, a dúvida (briga) que temos com a pessoa responsável com os dados aqui
>> é que nós sempre criamos tabelas, mesmo aquelas que convencionamos chamar de
>> apoio Por exemplo, tabela de sexo, que só tem 3 registros (Feminino,
>> Masculino, Indeterminado), ou tabela de tipos, tabela de profissões, tabela
>> de níveis de escolaridade. São aquelas tabelas que quase nunca mudam.
>>
>> A "dona dos dados" acredita que devemos usar enumerações (hoje eles usam
>> isso num ambiente mainframe ou na própria aplicação) e na base deve ser
>> criado um campo com check constraint para aceitar apenas determinados
>> valores.
>>
>> Nós achamos que os joins para esse tipo de tabela são tão mínimos em
>> esforço que não compensa criar enumerações ou qualquer outro tipo de
>> estrutura para lidar com esses dados.
>>
>> Gostaria da opinião de vocês: em suas experiências, quais foram as
>> soluções utilizadas para esse tipo de problema? Será que joins nesses tipos
>> de tabela realmente sobrecarrega o banco? Existe algo para otimizar esse
>> tipo de pesquisa.
>>
>> Hoje ainda usamos DB2, mas existe a possibilidade de fazermos algumas
>> coisas em PostgreSQL. Mas essas dúvidas permanecerão independente do banco
>> (pelo menos aqui).
>>
>> Obrigada,
>>
>> --
>> Lívia Silva Santos
>>
>> _______________________________________________
>> pgbr-geral mailing list
>> [email protected]
>> https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
>>
>>
>
>
> --
> William Leite Araújo
> Analista de Banco de Dados - QualiConsult
>
> _______________________________________________
> pgbr-geral mailing list
> [email protected]
> https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
>
>


-- 
Forte abraço,
Aldemir Vieira
_______________________________________________
pgbr-geral mailing list
[email protected]
https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral

Responder a