> Boa noite pessoal, > > Imaginem a seguinte situação: tenho que registrar em um banco de dados > dados relativos à análises químicas, de um ou mais elementos, em uma ou mais > unidades. Existem "dois" *approachs* para esta situação: > > CREATE TABLE amostra( > id_amostra serial not null, > foo1 foo, > foo2 foo, > constraints...); > > CREATE TABLE resultado( > id_resultado serial not null, > id_amostra references amostra(id_amostra), > au_ppm double, > au_ppb double, > au_pct double, > ag_ppm double, > ag_ppb double, > ag_pct double, > ..., > constraints...); > > OU > > CREATE TABLE resultado( > id_resultado serial not null, > id_amostra references amostra(id_amostra), > id_elemento integer references elementos(id_elemento), > id_unidade integer references unidades(id_unidade), > valor double, > constraints...) > > No primeiro caso, terei um monte de colunas (o padrão das análises químicas > são 31 elementos, mas nem sempre o resultado sai com 3 unidades ppm, ppb e > pct - ou seja, 93 colunas) e no outro terei geralmente entre 31 registros > (garantidos, não importa a unidade) à 40 registros (em casos muito > especiais). > > Não sei se conseguiram entender como seria a tabela de resultados no > primeiro exemplo...mas me digam aí, o que acham mais viável? Estou advogando > a segunda alternativa, onde repito um id_amostra diversas vezes, mas > flexibilizando a entrada do elemento e da unidade de medida. > > O que acham? > > Obrigado pela ajuda.
PS: pediram para confirmar o envio com CAPTCHA, então não tenho certeza se a mensagem já foi. Me desculpem se é duplicata. -- George R. C. Silva Desenvolvimento em GIS www.sextantegeo2.blogspot.com
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