Mozart Hasse escreveu:
> Como assim "pelo menos 1+32+1"?! Tem certeza que o Postgres ainda é tão
> simplório?! O Oracle e SQL Server por exemplo só tocam num índice se a
> atualização se referir a campos pertencentes a ele.
O PostgreSQL também (vide HOT) mas como *não* sei a que versão se refere
preferi afirmar algo conservador...

> Quanto a inserções (em que pelo menos todos os índices *não condicionais*
> são atualizados), obviamente elas serão relativamente mais lentas com
> índices (se você medir com precisão a média em milissegundos), mas isso
> nem de longe pode ser considerado um problema conceitual
Conceito *não*, mas de organização física.

Você *não* mostrou essa tal tabela, os índices dela e, o mais importante, as
estatísticas de uso desses índices. Posso estar errado (pois não vi a sua
estrutura) mas já presenciei vários cenários em que combinei alguns índices e
diminuí consideravelmente o número deles sem prejudicar as consultas que os
utilizam. Assim, eu consegui aumentar o número de DML/s consideravelmente.

> Se eu quisesse gravar mais rápido do que
> consultar, meteria os dados num arquivo TXT, não num banco de dados.
Como tu farias integridade referencial em um TXT? Não menospreze anos de
pesquisa em teoria de SGBDs.

> Já que você acha que conhece jeitos menos "errados" de modelar uma tabela
> que você nem sabe para que serve, nem quantos registros tem, nem a que
> consultas é submetida, manda lá sua sugestão sobre o que faço para tornar
> mais rápidas as gravações sem tornar imprestáveis as consultas à minha
> "tabelinha" de 89 campos, 20 chaves estrangeiras, 44 índices e não menos do
> que 100000 registros.
> 
Ugh? Como vou supor algo que _não_ vi?


-- 
  Euler Taveira de Oliveira
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