2009/11/29 Leandro Guimarães Faria Corcete DUTRA <[email protected]>:
> Le dimanche 29 novembre 2009 à 13:47 -0200, Leonardo Cezar a écrit :
>> Paravirtualização é uma tendência, portanto entender, aprender a
>> customizar e otimizar o comportamento do VMM é o novo desafio para o
>> DBA dentro desta tendência.
>
> ¿Mais uma tendência para matar o desempenho?

Infelizmente sim. Redução do desempenho de E/S é o preço que se paga
para adquirir isolamento, consolidação de ambientes, alta
disponibilidade de serviços (sim, controverso), manutenibilidade,
recuperação e utilização de hardware legado. Estas características são
pontos fundamentais (*críticos*) do ponto de vista da *gestão* de TIC.

>        Que eu soubesse, virtualização em x86 mata o desempenho justo no que é
> crítico para dados, E/S de disco de armazenamento em massa.

Eu imaginava que tal lentidão se relacionava com requisições a CPU que
demandam um pouco mais de ciclos na arquitetura CISC do que na RISC.

> Como nunca soube exatamente por quê, não sei se o problema foi corrigido com 
> as
> extensões VT-x.

Em processadores que suportam IOMMU (AMD-v ou Intel Direct-I/O VT-d) a
tradução do acesso a alguns dispositivos é feita de forma "direta",
sem precisar que o hypervisor realize o mapeamento virtual da memória,
por isto, a performance de E/S é, em alguns casos, 30-60% maior para
dispositivos que utilizam SMA.

> Que eu saiba, não existe problema semelhante em RISC
> e /mainframes/.

AFAIK processadores mais atuais utilizam arquiteturas híbridas.

>        Mas adoraria descobrir que estou errado…

Até onde eu sei, não está ...

Abraço!

-Leo
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Leonardo Cezar
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