2010/1/8 Mozart Hasse <[email protected]>: > > A definição que eu indiquei determina que chaves artificiais não devem > ser visíveis para o usuário
Bom, no artigo há duas definições ao menos, inclusive a que considero incorreta, e que é a única implementável hoje. O problema é que não existe nenhum sistema (que eu saiba, em minha imensa inguinorança sem fundo) que implemente chaves artificiais, a rigor, nessa definição. Toda chave artificial em SQL, por definição, é visível para o usuário. A menos que o administrador de bases de dados (ABD) crie um procedimento em que, ao definir um objeto com chave artificial, ele não dê permissões de leitura no atributo chave artificial para ninguém mais além de si mesmo — uma vez que toda aplicação, por definição, constitui-se num usuário da base… Pensando bem, talvez não seja uma idéia muito ruim. Para ser mais rigoroso, haveria como impedir qualquer usuário não ABD (administrador de bases de dados) de sequer verificar um determinado atributo existe, pelo catálogo? >>> Relevante, pois influi no número de tokens >> Que é irrelavante. >>> e no número de árvores >> Que não é afetado. > > Com essa vontade toda de interpretar e entender o que você não analisou nem > testou, só posso concluir que estou perdendo meu tempo. Neste caso, vai ver é incapacidade minha mesmo. > Desisto. Não desista. Um dia a gente se entende. Admiro muito sua capacidade, só acho que neste caso minha capacidade de me expressar não permitiu que ela se realizasse. -- skype:leandro.gfc.dutra?chat Yahoo!: ymsgr:sendIM?lgcdutra +55 (11) 3854 7191 gTalk: xmpp:[email protected] +55 (11) 9406 7191 ICQ/AIM: aim:GoIM?screenname=61287803 BRAZIL GMT-3 MSN: msnim:[email protected] Sent from Sao Paulo, SP, Brésil _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
