2010/1/8 Mozart Hasse <[email protected]>:
>
> A definição que eu indiquei determina que chaves artificiais não devem
> ser visíveis para o usuário

Bom, no artigo há duas definições ao menos, inclusive a que considero
incorreta, e que é a única implementável hoje.

O problema é que não existe nenhum sistema (que eu saiba, em minha
imensa inguinorança sem fundo) que implemente chaves artificiais, a
rigor, nessa definição.  Toda chave artificial em SQL, por definição,
é visível para o usuário.  A menos que o administrador de bases de
dados (ABD) crie um procedimento em que, ao definir um objeto com
chave artificial, ele não dê permissões de leitura no atributo chave
artificial para ninguém mais além de si mesmo — uma vez que toda
aplicação, por definição, constitui-se num usuário da base…

Pensando bem, talvez não seja uma idéia muito ruim.  Para ser mais
rigoroso, haveria como impedir qualquer usuário não ABD (administrador
de bases de dados) de sequer verificar um determinado atributo existe,
pelo catálogo?


>>> Relevante, pois influi no número de tokens
>> Que é irrelavante.
>>> e no número de árvores
>> Que não é afetado.
>
> Com essa vontade toda de interpretar e entender o que você não analisou nem
> testou, só posso concluir que estou perdendo meu tempo.

Neste caso, vai ver é incapacidade minha mesmo.


> Desisto.

Não desista.  Um dia a gente se entende.  Admiro muito sua capacidade,
só acho que neste caso minha capacidade de me expressar não permitiu
que ela se realizasse.


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