Pessoal, eu já passei por isso!!!

Algum tempo atrás eu postei algo bem parecido na lista. Na oportunidade lembro de um outro colega que tinha o mesmo problema.

O problema não ocorre apenas na 8.0, talvez nela seja pior, mas ocorre também na 8.2. Depois de muita discussão sem resultado prático cheguei a conclusão que o vacuum não faz bem o seu trabalho. Como nenhuma luz se fez o jeito é fazer um backup e um restore de tempos em tempos. Observe o tamanho do seu banco antes e depois. A diferença chegou a 50% menor no meu caso. Inclusive o tempo de vacuum que estava em 10 horas passou para 30 minutos. Depois ... com o tempo ... a coisa vai degenerando até que um novo backup seguido de restore restaura a sanidade.

Estou fazendo testes com a 8.4 para ver se isto foi resolvido, mas ainda não tenho nenhuma conclusão.

Abraços,

Sergio Medeiros Santi
Em 03/02/2010 13:11, Euler Taveira de Oliveira escreveu:
Ricardo escreveu:
  
Alguém teria uma explicação técnica para isso? Seria um problema ou uma 
incompatibilidade entre o sistema de arquivos do Windows com o tipo de 
armazenamento que o postgres faz?

    
Porque foi a primeira versão do PostgreSQL para esta plataforma. Existem
diversos problemas que foram resolvidos nas versões subsequentes; por isso,
não recomendamos [1] o uso de uma versão inferior a 8.2 nesta plataforma.

Eu lhe aconselharia utilizar no mínimo a 8.2.x no Windows. Não só por questões
de performance mas por questões de suporte também. É claro que você deve
testar e homologar a aplicação para isso.

Quanto a explicação técnica, é porque a API base (fork, sinais, pipe, etc) da
arquitetura do PostgreSQL é emulada naquele SO; além disso, a abertura de
processos no Windows é custosa.


[1] http://www.postgresql.org/about/news.865


  

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