Em 14 de outubro de 2011 15:58, Shander Lyrio
<[email protected]> escreveu:
> Em 14-10-2011 15:08, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro escreveu:
>> 2011/10/14 Marcal Hokama<[email protected]>:
>>>> From: [email protected]
>>>>
>>>> Mas aí é uma tabela de endereços, não de CEPs.
>>>
>>> Exato. Na tabela de CEPs cada CEP é único. O que não se pode confundir é a 
>>> relação entre CEP e logradouro, onde um único CEP pode ser referenciado por 
>>> mais de um logradouro (como mostrado acima), no caso de CEPs com sufixo 000 
>>> em algumas localidades (vide [1]).
>>
>> Ou seja, poderíamos dizer que é CEP n:m logradouros, certo?
>
>        Lindo na teoria e péssimo na prática. Um cep que termine com a faixa de
> 990 à 998 não está associada a um logradouro. Se quiser forçar a barra
> deste jeito você teria que ter relacionamentos n:m para caixas postais,
> bairros, logradouros, cidades, estados, além de grandes usuários e cep's
> promocionais que são usados ao gosto dos correios.
>
>        Você acha que isto é usável?

A tabela de CEP tem a grande utilidade de padronizar dados. Não se
trata de armazenar um endereço como CEP mais alguma coisa, mas sim
usar a tabela de CEPs para PREENCHER o endereço corretamente. Sem
isso, uma rua com a palavra WASHINGTON acabaria sendo cadastrada com
diversas grafias. O mesmo vale para os bairros: aqui em Porto Alegre
tem um bairro chamado MONT SERRAT que, sem um cadastro de CEP (ou
equivalente), seria preenchido de diversas maneiras criativas pelos
usuários.

-- 
Atenciosamente,
Alexsander da Rosa
http://rednaxel.com
_______________________________________________
pgbr-geral mailing list
[email protected]
https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral

Responder a