Em 14-10-2011 16:05, Alexsander Rosa escreveu:
> Em 14 de outubro de 2011 15:58, Shander Lyrio
> A tabela de CEP tem a grande utilidade de padronizar dados. Não se
> trata de armazenar um endereço como CEP mais alguma coisa, mas sim
> usar a tabela de CEPs para PREENCHER o endereço corretamente. Sem
> isso, uma rua com a palavra WASHINGTON acabaria sendo cadastrada com
> diversas grafias. O mesmo vale para os bairros: aqui em Porto Alegre
> tem um bairro chamado MONT SERRAT que, sem um cadastro de CEP (ou
> equivalente), seria preenchido de diversas maneiras criativas pelos
> usuários.

        Entendo bem isso e utilizo, mas sempre deixo aberto para o meu cliente 
poder mudar, até porque ruas mudam de nome e bairros também. Meu cep 
hoje 29092170 antes estava como sendo bairro Santa Terezinha, mas um 
outro bairro cresceu muito e os correios resolveram juntar todo mundo. 
Hoje este cep é do bairro Jardim Camburi.

        A discussão é sobre o cep ser uma chave natural e eu estou tentando 
mostrar ele não é porque o significado dele muda toda a hora.

        Uma entidade com um único atributo faz com que ela se confunda com os 
valores atribuídos.

        Colocar M para Masculino e F para feminino é tão feio quanto 0 para 
Masculino e 1 para Feminino, porque em ambos os casos você criou um id 
para indicar o sexo, apenas mudou o tipo deste id. O fato de ser a 
primeira letra facilita a visualização do DBA, mas não aumenta ou reduz 
a complexidade das query's a não ser que você vá apresentar para o 
usuário final apenas a letra M ou F.

--
Shander Lyrio
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