Em 12/09/2012 11:12, Eden Cardim escreveu:
> >>>>> "Joao" == Joao Morais writes:
> Joao> Mas qual o problema? É certo que o mapeamento não é e nem tem
> Joao> como ser um para um entre classes e tabelas, mas me parece
> Joao> claro que cada classe no modelo vira uma tabela no banco, que
> Joao> uma hierarquia de classes pode ter uma tabela para cada classe
> Joao> ou uma tabela para N classes, dependendo de que classes no
> Joao> modelo devem ser persistentes, e que composições precisam de
> Joao> tabelas auxiliares. Você vê algo de errado, incompleto ou
> Joao> inconsistente nesse pensamento?
>
> Sim, veja a dificuldade que existe para se implementar herança,
> delegação e polimorfismo usando essa equivalência, até porque dentro de
> um banco relacional, essas abstrações não fazem muito sentido (desvio de
> impedância). É até possível de se fazer, assim como também é possível
> programar orientado a objetos em C, porém vai te dar muito mais
> trabalho. Eu acho mais correto usar o termo "transformar" do que
> "mapear", porque isso deixa a distinção entre tabelas/registros/colunas
> e classes/objetos/atributos.
>
Lendo os artigos enviados pelos amigos, eu trocaria
tabelas/registro/dominio e classes/objetos/Tipos. Estou certo?
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