2012/9/12 Eden Cardim <[email protected]>:
>>>>>> "GF" == Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro writes:
>
> GF> Mas aí é um problema ou de um modelo ruim (inconsistente), ou

Metacomentário: que formato estranho!  É padronizado algures?


> Nem sempre, as vezes o domínio do negócio utiliza um formato mais
> adequado pra manipulação dos dados num meio fora do banco relacional

Não, é só ter o tipo adequado.  E o PostgreSQL nos permite criar
tipos… muitas das ditas extensões chamadas NoSQL para o PostgreSQL não
passam de novos tipos.  O que não as diminui de modo algum; só fico
ressabiado porque ao falar de extensões NoSQL em vez de tipos SQL
acabamos por diminuir indevidamente o SQL e, por extensão, o próprio
modelo relacional (que já é bem mais poderoso que o SQL…).


> Por exemplo, um grafo
> renderizado para SVG, é muito melhor transformar os dados do grafo
> dentro do banco em algum formato aceito por uma biblioteca que cuide da
> tarefa de gerar o SVG pra você. O que você está alegando é que o texto
> do SVG (ou o binário de um PNG) teria que sair pronto de dentro do banco
> com uma única consulta produzida por uma view ou função

Não mesmo.  Não entendi porque a base teria de gerar o SVG quando os
dados do grafo estão na base.


> GF> Isso porque não há abstração de dados melhor que a relacional.
>
> Há controvérsias, novamente

Ainda não as encontrei por parte de quem conheça o modelo relacional.
Normalmente quem controverte mal conhece SQL — conhece no máximo como
programador, não como modelo de dados.


> o que eu entendo é que isso depende do meio
> onde o acesso a dados está sendo feito. Por exemplo, árvores
> implementadas através de ponteiros são a melhor forma de se abstrair
> dados hierarquicos em memória, em diversos casos, e por isso vale a pena
> extrair a árvore de dentro do banco e reconstruí-la em memória para
> depois executar a lógica de negócio.

Até aí morreu o Neves.  Novamente, qual o problema de transformar os
dados fora da base?  Isso nada tem a ver com as regras organizacionais
(‘de negócio’), ou com o mapeamento OR.


> Talvez o que você quis dizer é que
> não há abstração de dados melhor para persistir dados genéricos

Não há ‘dados genéricos’.  O que há é uma autolimitação por parte de
quem não sabe criar tipos…


> GF> OO é uma falsa abstração, na verdade ela volta para o físico o
> GF> que, em SQL, é ao menos parcialmente lógico…
>
> Isso é análogo a afirmar que escrever código em binário é melhor do que
> escrever C porque está mais próximo do que acontece fisicamente,

Pelo contrário, o SQL é mais abstrato.  Ou não entendi o que quiseste dizer?


> "ORM" estritamente falando, talvez não, mas um toolkit de ETL pode vir a
> ser adequado em diversos casos sim.

Nunca falei nada contra ETL…
_______________________________________________
pgbr-geral mailing list
[email protected]
https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral

Responder a