Em 12/09/2012 16:59, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro escreveu:

>>
>> Não tem necessidade dessa agressividade, como eu já disse em outro
>> momento, vai existir de tudo sempre, até pessoas que acham que SGBD é
>> legado...
> Pois é, mas eu não suporto a ignorância posando de mestra…
Terapia? hehehe...
>
>
>>> Isso não é verdade há anos em PostgreSQL.  Temos várias linguagem OO,
>>> funcionais e até OO e funcionais.
>> Alguém realmente usa?
> E como!  O David Fetter, por exemplo, fez muita coisa interessante em
> PL/Perl.  E tem PL/Java, PL/pgPSM para conformidade com os padrões,
> PL/Scheme funcional…
>
> O que importa não é se há quem mais use.  O que importa é se resolve
> os problemas que alguém possa ter…
>
>
>>> Outra inverdade.  Vide, por exemplo, pg_pool e XC.
>> Conhecimentos que estou adquirindo, mas em empresas que passei tem
>> adotado escalar a aplicação e não o SGBD.
> Esse é o ponto: conhecimento.  As faculdades Java (no dizer o Joel
> Spolski) não têm ajudado…
Não senhor! As faculdades Java não ensinam nem Java quanto mais escalar
aplicação...
é o mercado mesmo que faz isso. E convenhamos é muito mais fácil hoje em
homens/hora configurar uma aplicação para escalar do quê um SGBD, visto
aqueles todos por menores que comentam na lista sobre XC, Cluster e
affins... só para exemplo, dizer ao jboss que ele deve trabalhar em
conjunto com outro jboss em outra máquina é questão de uma linha de
configuração...
>
>
>> Haha... uso ORM... tanto que é o motivo desta thread que abri... não
>> criticar o não uso, mas saber quando é melhor o "não uso" e começo a
>> entender, nem precisa enfatizar que o melhor uso de ORM é nunca, ou ao
>> menos não por enquanto...
> Por aí… embora o Teles tenha dito que o Hibernate andou melhorando, e
> eu saiba que SQL Alchemy também não era tão ruim.
>
>
>> Para meu entendimento, o que seria SGBD conter toda a lógica de
>> negócios? Normalmente tenho feito de maneira que o SGBD confirme( check,
>> constraints... ) as regras desenvolvidas na aplicação e não levando a
>> aplicação a ser uma visão da base.
> Nem tanto ao mar, nem tanto a terra…
>
> A aplicação não precisa ser apenas uma visão.  Há muita coisa
> importante no desenvolvimento de interface humana, fluxos de trabalho
> &c.  Mas as regras organizacionais (‘de negócio’) deveriam ficar o
> mais perto da base possível, e de preferência declarativamente.  O
> Date tem até um livreto interessante a respeito, _What not How_.
>
> Há vários riscos conhecidos ao separar as regras da base.  O mais
> óbvio é a dificuldade de garantir que todo acesso à base aplique as
> regras, o que costuma levar a dados inconsistentes e toda a dor de
> cabeça e custos decorrentes.
Joguemos com as regras de fato, do mercado, a onda é criar um usuário,
um esquema e milhares de tabelas neste "banco de dados" e a aplicação
cuidar do acesso. "Se" o ideal é ficar perto da base, é outros
quinhentos, eu não concordo pelo fato que base de dados é feito para
guardar dados e não regras ( não disse validar regras ). É onde os NoSQL
deslumbram algumas pessoas e com razão, eles só querem que o banco grave
e retorne os dados o mais rápido possível, se a base vai ficar
inconsistente ou não e seus problemas, ai são mais quinhentos...

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