Em 7 de dezembro de 2012 12:52, Danilo Silva
<[email protected]>escreveu:

> Em 7 de dezembro de 2012 12:19, Joel Landim Mourão 
> <[email protected]>escreveu:
>
> Boa tarde amigos,
>>
>> Andei lendo sobre o assunto depois de ter participado do PGDAY-SP, mas
>> alguns documentos dizem que não é recomendável que o particionamento não
>> traga muitos particionamentos, eu consigo particionar em meses, mas meus
>> clientes costumam manter os dados por mais de dois anos, ainda é aceitável
>> que eu tenha este tipo de particionamento?
>>
>> Outra questão, todos os realtórios gerados são baseado apenas em dia,
>> nunca em intervalo que intercale um dia com o outro, caso isso aconteça a
>> apresentação sera separada em dia da mesma forma.
>>
>> Existem outros relatórios que são "materializados" em outras tabelas, mas
>> tudo seguindo o padrão de dias.
>>
>> Eu tenho condições de ajustar a minha aplicação para que em vez de ter
>> uma tabela "mãe", eu consulte sempre as tabelas particionadas.
>>
>>
>> Se não me engano, não será necessário efetuar consulta nas tabelas
> "filhas", uma vez que, quem cuida deste processo é a tabela "pai", ou seja,
> se você tem um particionamento em meses (JAN, FEV, MAR) e quiser efetuar
> uma consulta que traga registros de dois meses por exemplo, o seu select
> será na tabela "pai" e ele irá consultar nas tabelas "filhas" os registros
> que atendem a sua consulta.
>

Bom como coloquei antes, não tenho esta questão de intercalar os
intervalos, pois a app pode ser moldada de acordo, sendo assim
desnecessário o uso da tabela pai, mesmo que eu tenha um intervalo que
busque em partições diferentes, e desta forma acho que será desnecessário o
uso de uma tabela pai neste cenário.

-- 
Joel Landim Mourão
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