Em 27 de junho de 2014 23:03, Leonardo Ferreira Guimarães
<[email protected]> escreveu:
>> > De certo que, já imaginava que era alguma configuração no banco.
>>
>> E era.  Mas as ferramentas estavam bugadas para lidar com o AUTOCOMMIT
>> OFF, e foi retirada do DBMS.  Achei um pena.

Ter essa opção no banco de dados é irrelevante. O pgAdmin deveria ter
uma configuração própria para isso, a exemplo de outras ferramentas
(vide abaixo).

> Tratar isso pela ferramenta, exime qualquer culpa do gestor de dados.
> Seria muito importante que embutisse novamente este parâmetro já que, o
> próprio DBMS deveria sugerir esta opção até mesmo como forma de segurança.

Existe uma miríade de ferramentas que sobreporiam a configuração no
banco de dados.

Outras tecnologias/frameworks de desenvolvimento possuem diferentes
comportamentos. Exemplo: Django (Python) define autocommit habilitado
por padrão [1]; para Hibernate (Java) é desabilitado [2]; mas em ambos
é possível alterar. E isso independe do SGBD sendo utilizado.

A responsabilidade da integridade dos dados deve ser de quem executa o
comando/instrução SQL. E para eximir o gestor de dados os
aplicativos/programas devem ser bem testados e os usuários devem saber
o que estão fazendo.

[1] 
https://docs.djangoproject.com/en/dev/topics/db/transactions/#why-django-uses-autocommit
[2] 
http://docs.jboss.org/hibernate/core/3.3/reference/en/html/session-configuration.html#configuration-hibernatejdbc


TIAGO J. ADAMI
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