Em 30 de junho de 2014 14:00, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro <[email protected]> escreveu: > 2014-06-30 11:01 GMT-03:00 Tiago José Adami <[email protected]>: >> >> Ter essa opção no banco de dados é irrelevante. O pgAdmin deveria ter >> uma configuração própria para isso, a exemplo de outras ferramentas > > Por que deveria?
Porque praticamente todas as ferramentas, comercial ou livre, controlam o recurso de AUTOCOMMIT por ela mesma, isentando o SGBD de fazer isso. Mesmo as ferramentas "parecidas" com o pgAdmin fazem isso, como WinSQL, Squirrel... >> Existe uma miríade de ferramentas que sobreporiam a configuração no >> banco de dados. > > Aí é problema do usuário delas. Então o problema do OP está resolvido. Ou pelo menos já tem uma resposta. >> A responsabilidade da integridade dos dados deve ser de quem executa o >> comando/instrução SQL. E para eximir o gestor de dados os >> aplicativos/programas devem ser bem testados e os usuários devem saber >> o que estão fazendo. > > Sim, e papai Noel este ano não vai esquecer de mim, e já estou com > água na boca dos ovos que o coelhinho da Páscoa deixará no meu > quintal. A questão secundária dessa thread tornou-se a volta da configuração AUTOCOMMIT (pelo menos estou apontando argumentos contra sua viabilidade, sem piadas). Como ela irá garantir integridade de dados? Se os usuários não o sabem o quê estão fazendo e os programas são inconsistentes, não resolverá nada. Basta um COMMIT no final. E isso não é exclusividade do PostgreSQL. -- TIAGO J. ADAMI http://www.adamiworks.com @tiadami _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
