Em Qui, 2015-02-19 às 13:05 -0200, Matheus de Oliveira escreveu: > > > 2015-02-19 12:55 GMT-02:00 Matheus Saraiva > <[email protected]>: > > Sim, basicamente é apenas para evitar as várias chamadas de > insert. > > > Você pode inserir vários registros num único comando INSERT, exemplo: > > INSERT INTO foo(bar, baz) > > VALUES > (1, 2), > (3, 4), > (5, 6); > > > Um > array pode armazenar dados de tipos diferentes? > > > > Usando um tipo composto ou a própria tabela, sim. > > > > E com jason como funcionaria? A aplicação que acessaria a base > de dados > gera esse arquivo .json, chama a função criada no plpgsql e > passar a URL > do arquivo? > > > > Não, você pode passar o JSON diretamente. Mas não me parece uma boa > ideia para o caso, eu iria com o INSERT simplesmente.
Um.... Não conhecia essa sintaxe de insert. Para incapsular dentro de uma função, como ficaria o cabeçalho da função? Tipo, funcInsertTeste(registros [tipo?]) Um outro detalhe é que não é possível prever a quantidade de registros, é variável. Eu costumo encapsular em funções as operações básicas realizadas no banco, como (incluir, excluir, alterar). Faço isso para evitar instruções SQL muito longas ou repetitivas no código da aplicação. No passado, eu abrir uma discussão sobre esse tema, as opiniões foram bem diversas, alguns criticaram enquanto outros defenderam.
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