Pesagem

Era uma maternidade muito pobre. Tão pobre e mal equipada que não tinha sequer uma balança para pesar os bebês que nasciam. Um dia, uma mãe quis saber o peso do recém-nascido e o jeito foi o pai levar o bebê para pesar no açougue do outro lado da rua. O pai chegou lá e explicou o que queria: saber o peso do bebezinho. O açougueiro pegou o bebezinho com muito cuidado e levou ele lá para dentro. Alguns minutos depois ele voltou:

— Um quilo e meio, bem pesado. Sem ossos.

 

Virgem?

A astróloga leva a filha adolescente ao ginecologista. O médico examina a garota.

Astróloga: E aí, doutor? Virgem?

Médico: Não, não. Câncer.

 

Advinha!

A menininha mostra a mãozinha fechada para o menino e pergunta:

— Adivinha o que eu tenho na mão?

— Hmmmmmmmm! Uma bala!

— Não. Nada disso.

— Ah, já sei. Hmmmmmmmm, uma moeda!

— Errou!

— Ahhhhhhh ! Acho que já sei: uma bolinha de gude!

— Não!

— Então, o que é?

A menininha olha pra mão fechada e fala meio tristinha:

— Nada não... Minha mão é aleijada assim mesmo...

 

Brasília: homicídio brincoso

Brasília, alta madrugada. Por uma daquelas belas avenidas segue em alta velocidade um carro de luxo. Dentro dele estão dois adolescentes da melhor sociedade brasiliense. A certa altura, o que vai ao lado do motorista vê um índio atravessando a avenida e grita como que em desespero:

— O índio!!! O índio!!! OOLHA O ÍÍNDIÔÔÔ!!!!

Só por brincadeirinha, o que vai ao volante resolve tirar um fino no índio e desvia já quase em cima do coitado. Ouve-se aquele ruído: brammmmmp!!!. Aí o carona fecha a porta do carro e fala:

— Pô, se eu não abro a porta a gente perdia mais esse....

 

Na casa dos canibais

— Mamãe, o que é que vamos jantar hoje?

— Cala a boca, menino! Volta já pra dentro do forno, vai.

 

Vovó

— Mamãe! Mamãe! Juquinha mordeu o nariz da vovó.

— Escuta aqui seu Juquinha: ou você se comporta direito ou eu mando fechar o caixão.

 

A assadura do bebê

A babá é acusada de matar o bebê no forno e presta depoimento na delegacia.

Delegado: Então, quer dizer que você matou o bebê friamente?

Babá: Friamente não, seu delegado. O forno já tava ligado há muito tempo.

 

Ciúmes

Madre Teresa está passeando calmamente no paraíso e quem ela vê? A princesa Diana ostentando o que parece ser uma bela auréola sobre a cabeça. A piedosa madre não se conforma e vai falar com São Pedro:

— Escuta aqui, ó São Pedro. Eu passei minha vida toda ajudando os pobres, enfermos e desvalidos e até hoje não ganhei minha auréola enquanto aquela princesinha ali, veja só que auréola bonita...

— Não é isso, não, madre Teresa. Aquilo ali é a volante da Mercedes que até hoje não conseguimos extrair da cabeça dela.

 

Boas e más

O médico para o paciente:

— Eu tenho duas noticias pra você: uma boa e uma ruim. Qual a que você quer ouvir primeiro?

— Comece com a ruim, doutor.

— Pois não. Você teve as duas pernas amputadas.

Ohh!! E qual é a notícia boa, doutor?

— O paciente aí do lado quer comprar os seus sapatos.

 

Enterrada

— Seu Manoel, os meus pêsames. Soube que ontem o senhor enterrou sua mulher.

— Sim, ora, pois, pois. Ela já estava morta.

 

No hospital

Médico: De quem é esse bracinho?

Enfermeira: Sei nããão.

Médico: De quem é essa perninha?

Enfermeira: Sei nãããão.

Médico: De quem é essa coxinha?

Enfermeira: Sei nãããão.

Médico: E de quem essa xoxotinha aqui?

Enfermeira: Sei nãããão...

Médico: Pois amanhã de manhã quero ver tudo isso muito bem arrumadinho. Nunca vi necrotério infantil tão bagunçado que nem este aqui!

 

Definição

COMESTÍVEL: qualidade daquilo que pode ser comido, assim como o tapuru para o frango, o frango para o homem e o homem para o tapuru.


O anjinho

— Mãe, você mentiu pra mim.

— O quêêê!?

— Você mentiu pra mim. Você disse que meu irmãozinho era um anjinho.

— E é, meu filho. Ele é um anjinho que Nosso Senhor trouxe pra gente.

— É não. Eu joguei ele pela janela e ele nem voou...

 

Com muito orgulho

O sujeito muito orgulhoso:

— Sabe que meu pai está na Faculdade de Medicina?

— Ele é professor?

— Não, não. Ele está num frasco.

 

Para uma mulher grávida

Se nascer menina, chama Amália,

se nascer menino, chama Oscar,

se nascer morto, chama a funerária.

 

Dói não, né??

O sujeito morreu e, como convém a todo defunto que se preza, ele foi posto dentro do recipiente adequado: o caixão. O velório já ia começar, quando o agente funerário chamou a viúva assim prum lado e falou que havia um problema. E o agente explicou meio sem jeito:

— É o instrumento do doutor. Não tem jeito dele ficar abaixado. A gente abaixa ele, bota as flores em cima, mas daí a pouco ele levanta outra vez. O que é que a gente faz?

A viúva pensou um pouco e disse:

— Corta e enfia nele.

— O quêêê??!!!! — espantou-se o agente funerário.

— É isso que o senhor ouviu: corta e enfia nele.

O agente tentou argumentar, que isso não se faz, pediu a ela outra solução, mas não teve acordo:

— Corta e enfia nele — disse a viúva com muita determinação.

E assim foi feito.

Quando o caixão foi levado para a sala do velório, a viúva chegou bem perto do defunto marido e viu uma lágrima escorrendo do olho dele. Aí ela chegou bem juntinho do ouvido dele e sussurrou:

— Dói não, né?

 

Remédio caseiro

— Joaquim, desde ontem que estou com diarréia. Já tentei de tudo, Joaquim. O que é que eu faço?

— Experimente banana, ó Manoel. Dizem que é muito bom.

No outro dia:

— E aí Manoel, melhorou da diarréia? A banana resolveu?

— Em parte, Joaquim, em parte. Mas cada vez que tiro a banana, a diarréia recomeça.

 

Pior!

— O que é pior do que encontrar um bebê numa lata de lixo?

— ?!

— É encontrar o mesmo bebê em duas latas de lixo.

 

Entrevista

— O senhor é casado?

— Sou, sim senhor. Sou casado.

— Quantos filhos?

— Cinco filhos. Só a Terezinha é que tá viva. Os outros quatro morreram.

— Te-re-zi-nha — soletra o zeloso funcionário enquanto escreve o nome da filha. — E os mortos, como se chamam?

— Defuntos.

 

Vida miserável!

Após o naufrágio, três homems e uma mulher chegam a uma ilha deserta.

Depois de dois meses, a mulher se suicida devido à vida miserável que eles levavam.

Depois de três meses, os homens enterram a mulher, devido à vida miserável que eles levavam.

Depois de quatro meses, os homens desenterram a mulher, devido à vida miserável que eles levavam.

 

A queda

Qual a diferença entre um sujeito que cai do vigésimo andar e um sujeito que cai do primeiro andar?

— ?!

— O que cai do vigésimo andar faz AIIIIIIIIIHHH! PLOFFFT! O que cai do primeiro andar faz PLOFT! AHHHHH!

 

Sogra

Marido: A língua de sua mãe é suja e venenosa.

Mulher: Se não quiser comer, não coma. Isso é tudo o que temos pro jantar.

 

História de vampiros

(Colaboração de Saulo Emanuel, Portugal.)

Três vampiros entram num bar de vampiros.

— Eu queria um suco natural de sangue — diz o primeiro.

— Eu queria uma caipirinha de sangue — fala o segundo.

O terceiro diz:

— Eu queria um copo de água quente.

Os vampiros que estavam no bar acham aquilo estranho:

— Um copo de água quente????????????????????? — perguntam todos em coro.

O terceiro vampiro saca um ob higiénico já usado e diz enquanto o coloca no copo de água quente:

— Já nem se pode tomar um cházinho sem causar espanto.

 

Os 3 vampiros

(Colaboração de Eduarda, Ilha da Madeira)

Estavam 3 vampiros conversando e apostaram para ver quem é que chegava à casa em menos tempo com a cara mais coberta de sangue. O primeiro saiu e, 5 minutos depois, chegou com a cara suja de sangue e os outros perguntaram:

Como é que conseguiste?

Estás a ver aquela ovelha?...

O segundo saiu. Pouco tempo depois, ele chegou ainda mais sujo. Os 2 vampiros restantes perguntaram:

Como conseguiste?

Estás a ver aquela vaca?...

O terceiro saiu. Menos de 1 minuto depois, ele voltou mais sujo que os outros dois e ainda esfolado.

Como conseguiste? — perguntaram os outros 2 vampiros em coro.

Estás a ver aquele muro?

Sim, claro!

Eu não vi...

 

Brincando com a vovó

— Mamãe, deixa eu brincar com a vovó?

— Não!

— Deixa, mãe. Eu gosto tanto dela.

— Não!

— Só essa vez, mãe.

— Tá certo, filhinha. Mas depois você é quem vai enterrar ela de novo. Vou sair com seu pai e não vou poder ajudar.

 

Tarde demais!

Os bombeiros chegam ao incêndio, mas não há mais nada a fazer. A velhinha morreu queimada. Do outro lado da rua, a netinha conversa com a mãe.

— Mãe, cadê a vovó?

— Ela morreu queimada, filhinha.

— Lá dentro?

— Sim, filhinha. Lá dentro da casa.

— E por que a gente tá sentindo esse cheirinho de caramelo?

— Você bem sabe que sua avó sofria de diabetes, filhinha.

 

Até quando?

— Mãe, até quando vou ter dormir na mesma cama com meu irmão?

— É só até o fim do mês, minha filha. Aí, quando seu pai receber o salário, vamos poder enterrar o seu irmãozinho.

 

Acidente

O garotinho muito travesso está com a família visitando uma padaria quando, ninguém sabe como, ele cai dentro do forno. Um dos empregados é encarregado de dar a triste notícia à pobre mãe.

— A senhora é a mãe de um garotinho de pele rosada, cabelos louros, muito engraçadinho e que gosta de fazer brrrrr?

— Sim sou eu mesma.

— Pois agora ele está com a pele bem tostada, cabelos bem crespos e tá fazendo tssstttt....

 

Como????

— Como se faz para chamar um cachorro que não tem as 4 pernas?

— ?!

— Você não chama um cachorro sem pernas. Você tem de ir lá buscá-lo.

 

Minha perna!

— Doutor, não consigo tocar na minha perna.

— É claro que não consegue. Amputamos os seus braços.

 

Plantão médico

Um homem entra esbaforido na emergência do hospital com uma faca enfiada na barriga. Encontra um médico e vai falando:

— Doutor, me acuda, doutor. Estou morrendo, doutor. Minha mulher enfiou essa faca na minha barriga, doutor.

— O senhor me desculpe, mas meu expediente já acabou e hoje eu não posso fazer hora extra.

— Doutor, eu vou morrer, doutor. Me ajude.

— Já disse que hoje, não. O senhor devia ter chegado mais cedo. Volte amanhã.

— Doutor, por favor, doutor. Se o senhor não tirar essa faca daí eu morro.

Impaciente com todo aquele transtorno, o médico arranca a faca da barriga, espeta ela no olho do homem e diz apontando para uma porta:

— Ali naquela sala tem um oculista de plantão. Vá lá falar com ele.

 

Que presente!

O garotinho ganha uma bicicleta nova que é uma beleza. Toda de alumínio, rodas de liga leve, guidão anatômico, selim alcochoado, catraca importada... Linda, linda, linda! Assim que ele recebe a bicicleta, ele vai andar no pilotis do prédio só pra matar os amiguinhos de inveja . E bem que consegue. Os amiguinhos perguntam:

— É o seu aniversário?

— É nãããão!!! — o garotinho responde com um tom de gozação.

— É o presente de Natal?

É nãããão!!!

É presente do dia da criança?

É nãããão!!!

— É porque você tirou 10 na escola?

É nãããão!!!

— E por que é que você ganhou una bicicleta tão bonita?

É que eu tenho câncer, eu tenho câncer...

 

No jantar

— Filhinho, você gosta de sua avó?

— Gosto, mãezinha.

— Então coma mais um pouco.

 

Crueldade

O garoto chega à escola se esvaindo em lágrimas e a professora vai consolá-lo.

— Pobrezinho! O que houve com você, meu fofinho?

— Papai cortou a cabeça dos 6 gatinhos que nasceram ontem lá em casa.

— Oh.Que maldade! Como se faz uma coisa dessas? Seu pai não tem respeito pela vida dos animais?

— Tem não, professora. E o pior é que a mamãe havia me prometido que quem ia cortar as cabeças era eu.

 

Olé!

Incêndio numa cidade da Espanha. Uma garotinha grita desesperada lá no décimo quinto andar. Está sozinha e os bombeiros não têm como chegar lá. A solução é abrir a rede. É o que eles fazem e gritam pelo megafone incentivando a garotinha a pular. Finalmente, ela pula. Quando a garotinha se encontra a poucos metros do chão, os bombeiros gritam em coro:

— OLÉÉÉ!!!!

E afastam a rede.

 

Notícias

A família viaja e deixa a casa sob os cuidados da empregada. Ela tem de cuidar da filha único e do cachorro, também único. No outro dia, a patroa liga para casa e vai logo perguntando pelo cachorro.

— Morreu — diz a empregada secamente.

A patroa toma o maior susto e repreende a empregada:

— Isto são modos de dar uma notícia? Você deve dizer esse tipo de notícia bem devagar. Primeiro você diz que teve de chamar o veterinário e vai contando aos poucos, entendeu?

— Entendi.

— E a Betinha, como vai?

Vou ter de chamar o veterinário.

 

 
Anselmo Lessa Júnior
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