Em relação ao GRASS, tenho estado a usar o v.surf.rst com bons resultados. Uso o v.patch para juntar curvas de nível e pontos cotados. Quem quiser experimentar envio um script em anexo (que encontrei algures) para fazer validação cruzada e análise de sensibilidade dos parâmetros de tensão e suavização.
A lógica é: no caso de dados esparsos diminuir a tensão. Como se tem a possibilidade de extrair imediatamente resultados como uma quadtree (o processo usa segmentação para regularizar o número de amostras por área), um ficheiro com os resíduos, e superfícies de curvatura, declives e exposições, conseguimos avaliar os resultados e escolher os melhores parâmetros. Quem quiser tem mais informação na página da Helena Mitasova e na documentação do GRASS. Vê no ponto "Spatial interpolation and approximation: methods" http://courses.ncsu.edu/mea582/common/GIS_anal_lecture/GIS_Anal_Lectall.html Esta página está muito boa, inclusive tem exemplos das várias aplicações. http://grass.osgeo.org/wiki/Contour_lines_to_DEM No caso do r.surf.contour, tentei-o usar há tempos para forçar as linhas de água e criar um MDT hidrologicamente correcto. Não permite usar pontos cotados. Fora isso tem bons resultados. Preferi usar o v.surf.rst juntamente com um script (v.breach) para forçar as linhas de água. Tive que o corrigir para as últimas versões do GRASS. Enviei as alterações ao autor mas não sei se ele actualizou. Envio-o aqui também. Luís On Ter, 2010-06-22 at 20:30 +0100, Joaquim Luis wrote: > > > > Também faz todo o sentido Joaquim Luis, > > mas os interpoladores têm todos alguma contrapartida. O spline > > suaviza a superfície, deixando-a mais agradável à vista e mais > > regular nos perfis, contudo pode ocultar feições do terreno como > > quebras abruptas, escarpas de falha, etc., e também não funciona > > muito bem em zonas com grandes variações no valor num curto espaço. > > > > Pedro, > > O método da mínima curvatura não é um spline. É um operador de 4ª > ordem que obriga a superfície calculada a passar pelos pontos (quando > estes caem nos nodos da grelha). Para além disso, ele tem um parâmetro > chamado tensão que pode ser usado para fazer as variações da > superfície serem mais ou menos bruscas em zonas de gradientes fortes. > > Eu não uso o GRASS, já que sou um incondicional do GMT. Masis sobre a > mínima curvatura em > > http://gmt.soest.hawaii.edu/gmt/doc/gmt/html/man/surface.html > > que seria um dos programas que eu recomendo (mas a mínima curvatura do > Surfer é ainda melhor) > > > > > No caso eu vou usar o GRASS para fazer o MDT, e tenho duas > > hipóteses, ou uso o r.surf.contour > > http://grass.itc.it/gdp/html_grass64/r.surf.contour.html > > convertendo as curvas de nível para raster e depois usando este > > interpolador linear, que pode gerar esse efeito de socalcos que o > > Joaquim Luis refere, e que se vê bem também nas cartas de declives > > derivadas, > > ou uso o v.surf.rst > > http://grass.itc.it/gdp/html_grass63/v.surf.rst.html > > através do interpolador spline. > > > > Qual será a melhor solução? Eu sei que é uma pergunta estúpida, > > porque é muito complicado dizer quando um interpolador é melhor que > > outro, mas se tiver esta experiência, agradeço! > > > > > > > > > > Em relação ao tamanho do pixel, para as curvas de nível das cartas > > 1:25.000, os 5m (derivados do erro de graficismo) serão aceitáveis? > > Existe alguma outra "regra"? > > > > Sim. Vê qual é a distância tipica ao longo dos pontos de uma curva de > nível. Não faz grande sentido usar passos de malha inferiores a essa > distância. Isto independentemente da escala da carta da qual eles > sejam derivados. > > Joaquim > _______________________________________________ > Portugal mailing list > [email protected] > http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal
v_surf_rst_rst_crossval.sh
Description: application/shellscript
v.breach_changed
Description: application/shellscript
_______________________________________________ Portugal mailing list [email protected] http://lists.osgeo.org/mailman/listinfo/portugal
