Olá Pedro, os meu comentários seguem abaixo:

>
> Faz sentido Luís.
> Por exemplo, na eventual conversão raster -> vector de uma feição de uma 
> carta na escala 1:25.000, por hipótese de uma estrada, o tamanho do pixel não 
> deverá ser inferior ao erro de graficismo associado à escala (5m, neste 
> caso), porque será esse o valor mínimo de representação. Abaixo desses 5m a 
> feição não é cartografável. Estou correcto ou estarei a dizer uma barbaridade?

Sim é isso, se optar por pixel de 4 metros não ganha nada em relação a
um de 5 metros. Se optar por um pixel de 6 metros então está a perder
informação.

> Já as curvas de nível são questões diferentes, porque, como diz, dependerão 
> da escala de aquisição e generalização.

Sim, mas se estiverem a ser capturadas a partir de uma carta gráfica
então o limiar dos 5 metros mantem-se.

>Já agora, encontrei a referência a uma fórmula que relaciona a resolução 
>>espacial (REsp) com a relação de escala (RE), do seguinte modo:

>REsp/0.0002 = RE

É exactamente essa relação que referi. Se bem que isto venha da
cartografia impressa é usado para determinar a escala de dados
digitais. É assim que se determina por exemplo a que altitude deve
voar um sensor fotogrametrico para produzir um ortofotomapa a
determinada escala.

Espero ter ajudado,

Luís
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