> +<para>O modelo <firstterm>ditador benevolente</firstterm> é exactamente > +aquilo que parece: a autoridade final de tomada de decisão fica com essa > +pessoa, que, por virtude da sua personalidade e experiência, se espera > +que faça um uso sábio da mesma.</para>
s/que, por virtude/de quem, por virtude/ > +alguém que guie a decisão de modo a poder prosseguir." A roletância em > +tomar decisões por decreto é um traço partilhado virtualmente por todos > +os ditadores benevolentes bem sucedidos. É uma das razões porque conseguem > +manter esse papel.</para> s/roletância/relutância/ > +<para>Ser um BD exige uma combinação de traços. Necessita, primeiro que > +tudo, uma sensibilidade grande sobre a sua própria influência no projecto, s/primeiro que tudo/antes de mais/ #melhor > +que por outro lado trás auto-controlo. Nos primeiro estadios de uma s/trás/traz/ s/estadios/estádios/ > +discussão, não deve exprimir opiniões e consulsões para evitar que os s/consulsões/conclusões/ > +outros achem inútil efectuarem dissidências. As pessoas têm que ser livres > +de se exprimirem, mesmo ideias estúpidas. É inevitável que o próprio > +BD exprime de tempos a tempos uma ideia estúpida também e, é claro, > +o papel exige também a capacidade de reconhecer quando se toma uma má > +decisão; embora isto seja um simples traço que <emphasis>qualquer</emphasis> > +bom programador deva ter, em especial se se mantiver no projecto a longo > +prazo.A grande diferença é que o BD pode de vez em quando cometer asneiras > +sem se preocupar com a perca de credibilidade. Programadores menos seniores > +podem não se sentir tão seguros e portanto o BD deve usar fraseologia > +cuidadosa nas critícas ou decisões contrárias sopesando as palavras > +tanto tecnicamente como psicologicamente.</para> s/critícas/críticas/ > +<para>O BD <emphasis>não</emphasis> necessita de ter as capacidades > +técnicas afiadas de qualquer pessoa no projecto. Deve ter as capacidades > +suficientes para trabalhar no código, mas é tudo. A posição de BD > +não é adquirida em virtude das capacidades de codificação intimidatórias. > +O que <emphasis>é</emphasis> importante é experiência e sentido de concepção > +geral, não necessariamente capacidade de produzir boa concepção a pedido, > +mas a capacidade de reconhecer uma boa concepção independentemente da > +sua origem.</para> > + > +<para>É comum o ditador benevolente ser o fundador do projecto, mas isto > +é mais uma correlação do que uma cusa. Todos o tipos de qualidades que s/cusa/causa/ s/Todos o/Todos os/ > +tornam uma pessoa capaz de ser bem sucedida no início de um projecto, — > +competência técnica, capacidade de persuadir outras pessoas a juntarem-se, > etc — são exactamente as capacidades que qualquer BD necessitaria. E > claro > +os fundadores começam logo com uma espécie de senioridade automática, > +que pode ser suficiente para tornar a ditadura parecer o caminha da menor > +resistência para todos aqueles a que diga respeito.</para> s/caminha/caminho/ > +<para>Lembrar que o potencial de bifurcação dá para os dois lados. Um BD > +pode bifurcar um projecto como qualquer outra pessoa e alguns fizeram-no > +ocasionalmente, quando acharam que a direcção que queriam tomar para > +o projecto era diferente da da maioria dos outros programadores. Devido > +à bifurcabilidade não importa se o ditador benevolente é root (tem > +previlégios de administração) nos servidores principais do projecto ou s/previlégios/privilégios/ > +<para>Se o seu projecto deve ter um ditador benevolente ou se seria melhor > +gerido com um sistema menos centralizado depende largamente em quem está > +disponível para preencher os papeis. Como regra geral se é simplesmente s/papeis/papéis/ Ari Constâncio _______________________________________________ Producingoss-translators mailing list [email protected] http://www.red-bean.com/mailman/listinfo/producingoss-translators
